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A meio da noite e no meio da horde de cores, cheiros e rostos deformados, ele diz-lhe sem mais:"Fazes-me tu mais falta a mim do que eu te faço a ti... Podes ter certeza disso."Ela fica baralhada e sem perceber o porquê de tal afirmação, mas simplesmente lhe responde sorrindo:"Sim, sim... pois..."
É incrível a facilidade e a velocidade como com o passar do tempo as máscaras vão caíndo e as pessoas se vão revelando na sua essência...
De um grupo extremamente coeso, unido e amigo, hoje, dois meses e meio depois, as relações detreoraram-se, e a lei é a do mais cabrão...
As grandes amizades revelaram-se grandes fontes de interesse puro e a união passou agora para uma picardia inacreditável...
As desilusões são constantes e em cada vez maior número...
Começo a sentir-me desintegrada...
Que raiva que isto me mete!!!
Quero fugir para a ilha!!!!
Começo a ficar saturada do Algarve, faltam duas semanas para voltar à minha querida vidinha...
Ontem alguém me perguntou se eu estava com saudades de Lisboa, de casa... Estou.
Com saudades da minha avó e da minha gata...
Das discussões com a minha mãe...
Da minha cama, da minha TV e do meu PC...
Estou com saudades sim...
Ainda bem que já está a chegar ao fim...
Quando as palavras parecem não ter qualquer valor e a distância não nos permite passar o turbilhão de sentimentos que nos invade nas horas mais dificeis...
Resta apenas a certeza de que te amo de que te adoro e que estou a sofrer contigo, embora a 300km de distância...
Dos futeis, dos básicos, dos interesseiros, dos falsos amigos, das besanas, das noitadas, dos piropos, dos atrofios e das discussões...
Estou a atingir o ponto de saturação...
Ainda bem que já só faltam 9 dias...
Ela é bonita, atraente, diferente.Tem um feitio fodido e por isso alguns a desejam.Tem uma tendência absurdamente perigosa para homens comprometidos.É solteira.Envolveu-se com alguém com quem não consegue estar sem lhe poder tocar ou agarrar.O calor aperta, as hormonas estão aos saltos e a vontade não pára de crescer."Um dia destes vamos aí..." Um dia...Quando tiver que ser será, tudo acontece só e apenas na altura certa, não é?Nos entretantos ela quase que dá em maluca de tanto esperar... está quase a partir para outra, mas afinal de contas... tem que rolar...!
Ele e ela namoram há quase sete anos.Ela é a sua melhor amiga, aquela pessoa com que ele pode contar sempre e para tudo, que o satisfaz tanto e tão plenamente. A mulher perfeita. Linda.Moram juntos há quase três anos.Casa, cão, namoro sólido. Mistura perfeita, não falta nada.Ou quase nada.Ele, é artista.Alto, bonito, charmoso. Muito interessante.E como qualquer homem que se preze, gosta de galantear.É feliz, mas tem que "petiscar fora" de vez em quando para desenjoar...Tem que rolar...
É bem engraçado quando o coração se fecha e parece que gela.
Aí a paixão e o amor ficam trancados a sete chaves e só se brinca com a tesão, o carinho e a auto-estima. Nestas alturas em que emanamos sensualidade e disponibilidade dá realmente prazer "não sentir".
Tudo muito bem, tudo muito giro, ego nas estrelas, mas falta qualquer coisa... (também, como poderia não faltar?)...
São tantos ou tão poucos que o coração fica apertado cada vez que acordo sozinha...
Quero, mas não sinto... Sentir, até sinto, mas nada mais do que atracão e sentimento de pose.
Falta-me o conforto de um amor desinteressado.
Mas o coração gelou e quem o deixou trancado levou a chave e deitou-a ao mar...
Já fui a Branca de Neve, já tive sete anões, mas onde é que anda a merda do princípe encantado?
E assim, sem mais, uma bela manhã a auto-estima caí aos trambulhões por aí abaixo e agora sinto que passei de bela a monstro... Apesar de gelado, tenho o coração bem apertado, bem pequeno.
A disponibilidade desaparece, a vontade de sorrir diluí-se, a sensualidade parece nunca ter existido...
Puta que pariu! Porque é que tenho que sentir isto se não consigo sentir nada por ninguém?
Não sinto nada, não sinto ninguém. Não me sinto.
O meu nada está dentro de mim, por isso sou livre, não tenho nada a esconder... mas sentir neste momento corta-me como uma faca bem afiada.
Precisava de encontrar um caminho, de abrir uma porta... mas por de trás de todas as que tenho aberto... nada.
Sou do mais preguiçoso que existe à face da terra...São tantos os dias em que acordo e não me apetece sequer mexer um único músculo...Em que só quero ficar a vegetar o dia todo em frente à televisão, chegando ao cúmulo de ver a maior merda só pela preguiça de mudar de canal, em que quando a fome aperta continua a apertar porque abro o frigorífico e não me apetece fazer nada para comer, em que a roupa se vai acumulando ao longo dos dias pela simples preguiça de a meter para lavar ou voltar a arrumar...Há também aqueles dias em que tenho preguiça de sorrir, preguiça de falar... em que o meu racíocinio se recolhe ao mais íntimo do seu ser e se recusa a comunicar...Sou MUITO preguiçosa... Sou e gosto tanto de o ser...Sabe tão bem horas passadas inertemente sabendo que temos 1001 coisas para fazer e resolver, que temos que andar a 1000/h para conseguir sobreviver...Parar para depois retomar com a ânsia da pressão, da escassez...Hummm... Que prazer...
Ponham os olhos nisto...
"O jovem bailarino estrangeiro tira os óculos escuros e atira o último argumento "No meu país, o nome Gulbenkian não é associado a nenhuma fundação, mas sim à companhia de ballet.
E se folhear a Agenda Cultural de Lisboa, o que vê na secção de dança? Espectáculos de bailarinos reformados, que estiveram no Ballet Gulbenkian.
Sentados à sombra do arvoredo dos jardins da fundação, um grupo de bailarinos fala com o DN sobre o fim da companhia, sob promessa de ninguém se identificar. Depois de horas de reunião, que juntou no estúdio os trabalhadores da dança, decidiram ontem criar um mail (balletgulbenkian@yahoo.com) para poderem falar com o público.
Depois das lágrimas choradas terça-feira, os rostos mostravam-se ontem desalentados. "Queremos mostrar a nossa tristeza de forma diplomática e dar a nossa opinião".
É que o Ballet Gulbenkian, que em 2003 gastou 2,7 milhões de euros, tem mais de 25 bailarinos, dez administrativos, dois técnicos e três costureiras.
Todos queriam explicar a importância do Ballet Gulbenkian que, garantem, "está incluído entre os cinco melhores da Europa" e todos os anos recebia, do Conselho de Administração, "comunicações e prémios de excelência".
Um dos elementos, inconformado, adiantava que "o poder da decisão [da extinção da companhia] não está à altura de perceber a perda irreparável na dança em Portugal".
No grupo dos bailarinos, cada caso é um caso o das jovens mães que tiveram crianças há pouco tempo, os "velhos" de 35 anos de idade e nove anos de casa (faltando um para complemento de reforma dado pela fundação) e os novos.
"Nesta altura do ano já não nos é possível fazer audições em lado nenhum. As temporadas são delineadas com muito tempo de antecedência", explica uma jovem bailarina, pormenorizando que o timing da profissão é muito preciso, porque "as companhias começam a delinear o trabalho entre Janeiro e Março, mas para a temporada do ano seguinte".
E diziam "temos o ano perdido até Julho de 2006."
Outra revolta tem a ver com a garantia dada terça-feira por responsáveis, de que os bailarinos poderiam usufruir de uma aula de hora e meia por dia, o que lhes parece manifestamente pouco. "Seria só para aquecer..."
Mas o que mais lhes doeu foi a forma como tudo aconteceu. "A administração não deu a cara e o dia do anúncio foi escolhido a dedo, para ficar abafado pelas medidas do primeiro-ministro. Não se diz a uma companhia de dança que no minuto seguinte já não existe."
"É triste acabar-se assim repentinamente com o Ballet Gulbenkian, companhia com um trabalho muito importante há 40 anos num determinado domínio da dança, mesmo que esteticamente possamos estar mais ou menos afastados dessa área." As palavras são de Cristina Santos, responsável pelo Fórum Dança, uma das organizações pertencentes à Rede, associação de estruturas para a dança contemporânea.
Na sua opinião, o BG desenvolveu "um trabalho novo de enorme qualidade, até na sua relação com a comunidade da dança, num país onde praticamente não existe este tipo de agrupamentos". Trata-se de "um tipo de decisão abrupta e incompreensível, não se descortinando as verdadeiras razões que lhe presidem", acrescenta.
A Fundação Gulbenkian podia, no entendimento de Cristina Santos, "ter agido há muito nas áreas de apoio à dança; tem, aliás, existido uma política de regressão, veja-se o que aconteceu com a extinção do Acarte.
Enquanto instituição, demitiu-se de investir numa dimensão contemporânea das artes performativas. Não me parece que o desaparecimento do BG vá determinar uma melhor actuação nesse sentido, embora considere muito louvável o que se pretende fazer. Não se entende como se substitui uma companhia por uma política de apoios."
A Rede vai tomar posição pública sobre o fim do BG, explicitando também a sua solidariedade para com os bailarinos.
Clara Andermatt, ligada como coreógrafa ao Ballet Gulbenkian, afirma a sua tristeza e perplexidade perante a notícia, "não inesperada, mas abrupta" da extinção do BG " Estou chocada pela forma como a decisão foi comunicada aos bailarinos e ao director pouco antes de o comunicado seguir para as redacções. Esperemos que o plano de substituição da companhia por uma política de apoios valorize significativamente o panorama da dança contemporânea portuguesa. É frustrante para Paulo Ribeiro que o projecto tenha sido abortado. Todos sentíamos que havia necessidade de renovar, mas era preciso que houvesse meios e vontade." "
in DN On-Line
A todos os interessados e principalmente ao meu querido blog, que fiz nascer e brotar alguns frutos, o meu pedido de desculpas pela ausência... Não é de forma nenhuma negligência, mas sim real falta de tempo...É que o tempo aqui por terras algarvias parece correr bem mais depressa do que a brisa que nos refresca à beira mar...Mas apesar de não estar presente e da situação se manter mais ou menos assim até finais de agosto, quero que saibam todos os amigos da blogosfera que estão diáriamente no meu coração...Apresentadas assim as minhas desculpas, prometo tentar escrever com alguma regularidade...Fica a promessa.
Outra coisa que me faz uma enorme confusão é quando se trata de engate, de forma geral, há a tendência de taxar essa actividade como direito único e exclusivo do sexo masculino...Ora bem... alguém é capaz de me explicar por que raio não pode uma mulher dominar a arte do engate sem ser taxada de puta, de vaca ou de oferecida?Engate, no sentido de flirt, de estar na boa, na conversa com os amigos sem ter que querer ir para a cama com eles...Engate no sentido de conviver afávelmente, nas calmas, ir jantar ou ir dançar com um amigo, sem que alguém pense ou insinue que há "evidentemente" alguma coisa entre eles...A sério! Mexe-me com o sistema nervoso, a tendência que as pessoas têm para fazer mexericos, para supor e fazer tramas com a vida dos outros...É assim tão dificil compreender que gaja que é gaja quando quer comer alguém fá-lo tão bem feito que ninguém fica a saber???
Ando a matutar nisto já faz algum tempo, mas continuo sem preceber porquê que os homens (e até algumas mulheres) não conseguem perceber como e porquê que uma gaija pode e deve defender-se de maneira igual à dos homens.
À conversa no outro dia, num jantar de amigos, esta questão voltou a vir à baila, e eu como sempre voltei a ser incompreendida...
Ora bem, se eu estou num bar, ou numa discoteca, estou na minha, calmamente a beber o meu copo ou a dançar, não tenho que estar a levar com um bando de gajos rebarbados que mais parece que nunca viram uma mulher na vida... mas efectivamente isso acaba por se tornar inevitável, temos que conviver e consequentemente engolir alguns sapos...
Até aqui tudo bem, de acordo, mas quando a perturbação das bocas e dos olhares passa ao sussuros de ameaça (porque, coitados estão a ser ignorados ou até talvez tenham ouvido qualquer coisa que não tenham gostado), aí meus amigos, saiam-me da frente porque rodo a baiana.
E é aqui que começam as divergências.
Eu não consigo aceitar que me digam que uma mulher tem mais é que ficar calada, não descer de nível e se for o caso não fazer mais nada se não chamar um segurança...
Por favor... se me estão a ameaçar eu não vou estar a chamar um segurança, porque coitadinha de mim, sou tão frágil que não consigo resolver a situação... Há só um nervo que não me podem friccionar, o que mexe com a minha segurança e a minha integridade física. Aí eu parto para cima, bato se preciso for, e levo se tiver que ser, agora ficar quieta?
É por estas e por outras que as mulheres continuam a ser molestadas todas as noites dentro dos locais de diversão nocturna e até quotidianamente...
Pois é... Amanhã lá vou eu para terras onde o sol brilha mais e as noites parecem não acabar nunca...Lá vou eu começar a falar algarvio, alentejano, nortenho, espanhol, francês e inglês...Lá vou eu trabalhar 8 hrs por dia, curtir outras 10h e dormir 4h... (as restantes duas são gastas em deslocações!).Será menor a minha assiduídade, mas desde já apresento a minha justificação e peço baixa por ocupação e inexistência de material de trabalho...Prometo que cada vez que me aparecer um computador com net à frente vos venho visitar...Até lá se me quiserem fazer uma visita anónima... Libertos Bar, aqui vou eu!
Alguém pergunta sempre a mesma coisa, seja às mesmas pessoas ou às novas que vão surgindo:"Para ti, o que é a amizade?Ou menlhor, para ti, o que é a fidelidade?"
A ti Álvaro Cunhal, pelo homem, pelo lutador revolucionário, pelo político... E a ti Eugénio de Andrade, pela genialidade e pelo prazer de te poder ler... O meu amor e o meu pesar.Portugal ficará para sempre irremediavelmete mais pobre de espírito.
Nada é perfeito...
Pois é...
Nem a minha tatuagem que eu amo de paixão é perfeita... Tem infímas imperfeições que só eu vejo, mas que estão lá.
São eternos os minutos que passo à espera de algo que nunca chega... Quero sempre qualquer coisa que nunca está ao meu alcançe.
Quero, quero e quero...
As noites passam silibantes pelo meu ouvido, sussurando um chamamento que só eu pareço ouvir... Quero poder fazer tudo o que me apetecer, mas parece que nem sempre é possível.
Lá fora, as noites estão quentes, apelativas, completamente dispostas a fazer-me feliz, mas aqui fico dentro de quatro paredes, à espera que algo de repente se altere e me leve com a maré.
Parece-me que o meu espírito precisa de cada vez mais liberdade. Ser tão simples como respirar querer e poder.
Os dias passam e os anos também... mas eu cá fico,na mesma como a puta da lesma... sempre dependente de alguma coisa.
Os sentimentos fluem de forma tão rápida que às tantas nem eu sei bem o que me vai na alma.
Agora, precisamente neste momento, só me apetece estravazar tudo o que está aqui dentro enclausurado ao longo destes dias (ou serão meses, anos?)
Às tantas quantas, até a cabeça me lateja, não sei se do vinho, do cansaço ou da raiva que sinto...
Felling... cair em estado de graça, defendendo uma vontade, um desejo, um estado de espírito em que as asas são insuficientes para me fazer voar...
Dói-me a alma.
As relações são efémeras, mas aquela tusa do início é fenomenal, as amizades parecem florescer do nada de uma forma tão espontânea, que parecem realmente verdadeiras. Serão? Pode ser que sim, pelo menos cumprem a sua real funcionalidade: completar o momento.
Hoje, são os olhos que não me saem da cabeça, os olhares esquívos no meio da multidão que não pode ver esta troca de desejos... ao dançar, a minha cabeça fica leve, livre e solta, mas os meus seis sentidos estão ali, naquela acomulação de átomos e de partículas que entram em curto-circuito com os teus...
A vida parece nestas alturas simples. Tudo é perfeito e se encaixa com naturalidade quando os outros e a sociedade parecem não passar de um mero nada.
A sedução seduz-me.
De facto.
O acto de ter que ter, seduzir, manter, alimentar, provocar... não haverá nada melhor do que sentir isto. Poder poder.
Mas lá está, nada na puta e ingrata desta vida é perfeito... não se pode ter tudo... mas há que dar valor ao que se tem, por mais ínfimo que seja, têm-se.
Como nada acontece por acaso, quero poder usufruír desta causalidade provocada da melhor maneira possível.
Timming... Será que todos nós temos noção de quando é que as coisas têm mesmo de acontecer?
Just in time. Nem mais nem menos. É porque tem que ser. Ponto final parágrafo.
Seja a liberdade um tributo ao esforço dos fortes que querem ser realmente livres.
És feliz? Sou, mas queria ser muito mais...
Não quero mais do que tenho. Quero apenas que o que me é atribuído seja perfeito enquanto dure.
E como? Só eu o posso fazer. Provocar ou modificar...
Eu, tu, nós. Está nas mãos de qualquer um... Querer e poder.
Interesse... o que é que afinal realmente interessa? Tudo, nada... quase tudo, quase nada... quem sabe?
A simplicidade dos actos fazem a transmutação dos sentimentos, podem ser subliminares ou flagrantes.
Quero. Simplesmente.
Tenho andado away e sem grande inspiração é um facto... Desde já apresento, a quem realmente importa, as minhas mais sinceras desculpas... É que isto do calor mexe-me com as hormonas e não consigo sossegar o faixo e ficar tranquilamente em casa...
E de modos que é assim... Antes era gang contra gang, agora é gangs contra o mundo...O melhor é fugir para o Brasil...
Ai!!! Só me apetece ganir!!!
Ver capitulo I em As SombrasVer capitulo II em LchaimShedimVer capitulo III em Horas PerdidasVer capitulo IV em DevaneiosVer capitulo V em As SombrasVer capitulo VI em NhuaRepentinamente, uma dualidade de sentimentos invadiram o seu espírito...
Ainda há escassos momentos se sentia o homem mais protegido do mundo, acompanhado por dois PJ's, e depois daquele sentimento paternalista ao vê-la deitada, inerte e aparentemente indefesa na sua cama, era agora o real pânico que o assolava...
Faísca não parava de ladrar e o vulto que por momentos podia ser confundido com uma mera ilusão óptica dos vuluptuosos ramos das árvores do seu jardim, cada vez mais se parecia com uma transparência de porte real... e bem real...
"Estou em pânico!", pensou enquanto sentia o seu corpo tão gelado que não conseguia reagir...
Mas de repente algo se transformou dentro de si... a imagem da mulher mais bela e voluptuosa que alguma vez vira vem-lhe à cabeça...
As energias vieram-lhe nem ele hoje sabe de onde... Respirou fundo, agarrou na sua faca de pseudo-talhante e lá foi de encontro ao intruso que lhe estava, mais uma vez naquele dia interminável, a atormenter a vida pacata...
"Quem vem lá?"
Abre a porta das traseiras com o Faisca cada vez mais raivoso, pronto a defender a honra da donzela, e quando já está com a faca no pescoço de tão atrevido indivíduo a luz sensorial do seu jardim acende-se...
"Ai!!!" Ouve...
Quando ergue os olhos, eis a surpresa...
Era o Sr. Xico do lixo, que hoje se tinha atrasado por causa da bola...
"O que se passa?" pergunta o pobre a ver a sua vida a andar para trás.
"Euu sempre o achei um homem de estranhos hábitos mas daí a pertencer à máfia? Eu já paguei tudo, prestação por prestação e com juros!!!!"
Atrapalhado e de volta ao pânico que julgara superar, tenta manter a calma e disfarçando ri-se para o Sr. Xico e diz: "Boa noite! Acabou de ser apanhado!!!"
Alguns minutos foram realmente precisos para desfazer a confusão e convencer o pobre homem do lixo que tudo aquilo não passava de uma brincadeira...
Ao fechar a porta atrás de si e de toda aquela confusão, o seu pensamento divagou pelo Dubbai e por umas férias paradísiacas e merecidas...
Mas de repente lembrou-se da real embrulhada em que estava metido...
A sua musa!!! Estaria ainda a dormir?
Subiu lentamente as escadas, contrariando a sua vontade extrema de a ver o mais rápidamente possível...
Chegado ao quarto, a luz lusco fusco não o deixava ter noção do que realmente se passava...
O pavor... não sabe porquê, mas estava apavorado...
Acende a luz, tremendo...
Afinal o seu felling estava certo...
A caixa jazia abandonada em cima da cama agora imensa... mas a sua musa... desapareceu...
Ver capitulo VIII em Lucia Grande
Eles entram no quarto, bem no centro de Madrid...Não tem muita coisa...Um mini bar, uma aparelhagem e um home cinema, uma banheira de hidromassagem e um sofá com uma mesa de apoio.Ele deita-a na cama (que é daquelas bem grandes)...
Lá fora a molhe humana faz um barulho ensurdecedor, mas aos seus ouvidos o ruido vai-se dilatando até não passar de um mero burburinho...
Os lençois são brancos e frescos, de algodão... cheiram a lavanda.
A luz é amarelada e a temperatura passa os 35º...
Devagar, ele despe-a e derrete cubos de gelo nas suas costas, na sua nuca...
Estou a um milímetro de desabar.Será falta de homem ou homem a mais?Só me apetece deitar tudo ás urtigas...Não quero!Nada!!Só quero o que me dá na real gana...!!!Estou farta de ser responsável, farta de ser ponderada, farta de pensar primeiro no que tem de ser e só depois, se der, no que me apetece.Quero mandar tudo para o caralho, quero ser bruta, agressiva, mal educada.Estou farta!Responsabilidade, angústia, frustração... O saco encheu e está mesmo, mesmo a rebentar...Quero poder querer.Quero ser eu sem falsos puritanismos ou máscaras nacaradas de complexos de culpa e de responsabilidade.Estou farta de estar sempre insatisfeita, de ser um fracasso e de ter a culpa disso.Sabia chorar, mas agora até estou para além das lágrimas e só sinto raiva.Não consigo fazer amor, não consigo foder, não consigo estar sozinha, não consigo estar com os outros, não sinto nada.Para onde vou? Para onde me atiro??Só me apetece gritar: "Mundo, vai-te foder! Por me rejeitares, por nunca cá estares, por me fazeres sentir uma merda, por me fazeres sangrar amor e vida!!!"Pronto... Acho que já me sinto melhor...
E ela foi. À toa, sem saber para onde nem como, mas foi.Com o coração a bater de tal forma que mais parecia que lhe ía rasgar o peito... Foi.À medida que as horas íam passando, a angústia cada vez mais a sufucava. E o telefone não tocava...4hrs depois tocou..."Onde estás?""Estou aqui.""Vou-te buscar.""Vens?""Já aí estou..."A partir daí, os minutos passaram quais estrelas cadentes velozes, quase invisíveis mas cada vez mais desejados..."Queria ficar aqui a contar as estrelas do céu..."Já com o dia quase a raiar, a noite passou simples, veloz e intensa... mas o encanto quebra-se com o primeiro canto da cotovia, que os devolve ao mundo real..."Porquê?""Tem que ser..."
1. Total number of books I've owned:Hum, sei lá... meus, só meus... da última vez que os contei, antes de mudar de casa, eram uns 250... Por enquanto...2. Last book I bought:Para mim, todos para o curso, por isso não me parece interessante descrevê-los (se bem que o último que comprei sem ser para efeitos de marranço acho que foi "A casa dos Budas Ditosos" de João Ubaldo Ribeiro e "Vigílias" de Al Berto numa edição limitada de mil exemplares que me custou os olhos da cara, mas vale a pena!).Para oferecer, que é uma das coisas que mais me dá prazer é oferecer livros, foi "Memória das Minhas Putas Tristes" de Gabriel García Márquez, na versão original...
3. Last book I read:"Entrevistas no Centro do Mundo" de Henrique Cymerman, e estou para acabar há meses "Melodia ao Anoitecer" de Siddharth Dhanvant Shanghvi4. 5 Books That Mean a Lot to You:Só cinco? Bem, são os primeiros que me vêm à cabeça:"O amor é fodido" de Miguel Esteves Cardoso"Quanto Tempo, uma criança no olhar" de Miguel Osório"Veronika decide morrer" de Paulo Coelho"Meia-noite todo o dia" de Hanif Kureishi"O Anjo mudo" de Al Berto5. Now tag 5 people:Ai pá que merde...Sabem de uma coisa? Como já passou imenso tempo e desta vez deixei-me atrasar a responder ao apelo da Luna, não vou passar a mais ninguém...
A quem anda sempre de metro:Quando não aparece alguém a pedir, até parece que a esmola nos foi dada a nós...
O sublime que cai do céu...Simplesmente maravilhoso...
É incrível como já não confio nas pessoas que jurava acreditar até ao resto dos meus dias...A confiança dilui-se e é nas pessoas de quem menos esperava alguma coisa que me vem segurança e fidelidade...Não deixa de ter a sua piada...
Preciso de casa em Albufeira, urgentemente...
Estou tão cansada disto tudo! Só me apetece desaparecer...Preciso de férias!!!Sopas e descanso... Urgentemente!!!!!!

Luís F. Simões esta é especialmente para ti, espero que não faltes!
É infinito o eco das palavras dos outros na minha cabeça…
A sombra do dia cerra-me os olhos. As imagens desfocam-se entre si e confundem-se por entre sussurros de sonhos pesados.És real?
5h42 da manhã... Tudo começa on-line... mas tudo tem realmente um principio face to face...Face... que piada... (e viva o trocadilho para quem sabe do que estou a falar!).E as conversas fluem no meio de suspiros..."No que é que estás a pensar?""Nada! É só a minha imaginação a flutuar...""Diz lá...""Lá."Alguns amuos e sensações de quem não estava a apanhar nada depois:"Quero-te.""Já me tens..."Humm...
Não há pior coisa na vida do que acordar ressacado.A festa ontem foi um verdadeiro festão, foi um sucesso e não parámos de bulir a noite toda...Foram 14hrs sempre a bombar... Quando deitei o meu corpinho na cama apaguei automáticamente!!!Acordei com a cabeça uma bequinha ressacada (porque realmente o vodka não era vodka, era wodka!), mas nada de mais. O pior é a ressaca física!!! Estou aqui mais parece que me passaram 50 camiões tire por cima do corpo!!!Estou a ficar velha!
Está quase!!! É HOJE!!! Não faltem que vai ser a partir...
E a ti, ao que é que te sabe a VITÓRIA???A mim sabe-me a Alvarinho verde, fresquinho...
Estou com o coração nas mãos... Sem Sport Tv, a ver o Porto...Ai Benfica do meu coração... por favor não mo partas...
AAIIIIIIIIIIIIII!!!
Ontem no meio da festa e de todas as caras familiares, conhecidas e anónimas, a maioria das pessoas eram feias.Independentemente do género ou do estilo... Portugal e particularmente Lisboa está pejada de pessoas feias... O que é que se passa???Um conhecido meu, destas andanças do Reggae, feio como a porra (mas mesmo, não é uma questão de gosto, é MESMO feio!!!), que só vejo de vez em quando, apareceu na festa ontem. Sempre que o vejo tem uma namorada nova (e todas giras, altos mulherões!). Eu cá acho muito bem, toda a gente tem direito à vida sexual activa e ao amor, mas fogo! É preciso ser muita miúpe para conseguir beijar ou comer aquele gajo sem se repugnar! Gabo a coragem das ditas meninas que se fazem acompanhar por ele (ou que o qcompanham?) e chego a duas explicações para tal fenómeno: ou o gajo é rico e o pessoal não sabe, ou só pode ser muita bom na cama!! É pá, não é possível! E não me venham com a cena da beleza interior, que eu cá também acho que é o mais importante, mas naquele caso nem é bem por aí...Enfim, há gaijos com sorte!
A Caixa Geral de Depósitos vai fazer um festão na próxima 4ª feira, véspera de feriado!Para não variar e para não me acusarem de não ser ecléctica, salto da festa de Reggae paea a festa de House e lá estarei a bulir a noite toda para vocês!I hope see you there (mas com juízinho!)!
Jovem:Se tens carro e queres estancionar, mas não tens moedas para o parquimetro, vai ao café mais próximo trocar dinheiro. Mas atenção!!!Ou vais a voar e voltas em velocidade supersónica ou leva o carro contigo!Porquê?Porque eles andam aí! Mais eficazes do que nunca, os salvadores da honra da mais recente e elogiante profissão do mundo, os fiscais camarários!! Em nome do brio e do cumprimento do dever, em menos de dois minutos multam e bloqueiam-te o carro...Por isso, jovem, se não queres perder pelo menos 1h e acabar por pagar 60€ para voltares tranquilamente à tua vidinha, previne-te!
Espiritualidade. Para ouvir e assimilar. Várias línguas e nacionalidades misturadas harmoniosamente em notas compassadas e imprevisiveis. Desenhos indianos tradicionais, sons contemporâneos, guitarra flamenca andaluz, ritmos latinos, drum'n'bass asiático, vozes originais e uníssonas num ambiente tranquilo de groove e world music. Reflexões pessoais e espirituais. Profecias. Fusões humanas. Celebração da vida. Das culturas, das raças, do mundo. Já ouvi e queria por tudo repetir a experiência. Voltar a sentir o que senti. Voltar a arrepiar-me com todas as notas que vão dançar no Coliseu. Vai haver magia, mas eu não vou lá estar...Por isso não percam...(Texto adaptado do artigo da LeCool)
Pois é... afinal as cartas tinham razão...Adeus campeonato, adeus Taça...Mas uma verdade tem que ser dita, foi uma boa época e por isso mesmo, Parabéns!
Ao público português que vai à bola, especialmente aos Sportinguistas que hoje foram a Alvalade...A maior vaia de todas para vocês!Nunca vi! A jogar em casa e a partir do empate o silêncio total...Grande apoio sim senhor!Deviam ter vergonha!Afinal... só é bom e só merece apoio quando está a ganhar??Depois admiram-se da desconcentração e desalento colectivo da equipa...Depois é o que se vê...
Luna aqui vai:
1. Qual o último filme que viste no cinema?
Bem, dado o avanço aceleradíssimo da minha senilidade, acho que foi o Ray...
2. Qual a tua sessão preferida?
Qualquer uma, adoro ir ao cinema.
3. Qual o primeiro filme que te fascinou?
O que mais me fascinou foi o Philadelfia, não me lembro que idade tinha, mas para além de ter adorado o filme e a interpretação do Tom Hanks, foi o primeiro e único filme que vi com o meu pai.
4. Para que filme gostarias de te ver transportado(a)?
Ai, ai, ai... tantos!!
Pode ser para o Pulp Fiction, para qualquer uma das histórias cruzadas, para qualquer um dos personagens... ou para o Magnolia... Sei lá! Para o Trainspotting!
5. E já agora, qual a personagem de filme que gostarias de conhecer um dia?
Hum... pode ser a interpretada pela Julia Roberts no Pretty Woman, ou a interpretada pelo Dusty Hoffman no Encontro de Irmãos... Sei lá...
6. E que actor(actriz)/realizador(a)/argumentista/produtor(a) gostarias de convidar para jantar?
Actor, o meu lindo Richard Gere, actriz, a minha querida Julia Roberts, realizador, o louquíssimo Emir Kusturica e argumentista, o sublime Alan Ball...
7. A quem vais passar isto?
Ai, ai... sei lá...
Mais uma vez perdoem-me mas cá vai...
Ao Machadix ,ao Comufo e ao Espumante.
Faltam 2minutos...Será?As cartas dizem que a taça voa daqui para fora, o povo diz que fica...Eu até vou ver o jogo apesar da minha oficial e enorme antipatia pelo clube nacional em questão...A ver vamos...Olha, que ganhe o melhor...
8.15 A.M.
Chego a casa e enterro o meu corpo na luz, na doce seiva da manhã.
Durmo.
Sonho até que a noite regresse de novo ao meu sangue fervilhante, e me desperte a ânsia de viver.
22.45 P.M.
De novo revitalizada, sinto-me envolvida pela sensualidade da escuridão que me invade a casa, o corpo, as entranhas...
Por entre passos incertos, caminho como que hipnotizada em direcção a uma força superior à minha vontade, que me transporta para um espaço além dos corpos, onde paira a obscura imagem da purificação... e através do inesperado esgravatar de sombras aveludadas, deparo-me com o imprevisto silêncio das imagens...
1.52 A.M.
Já me encontro envolta na inevitável molhe humana, onde com o meu rosto louco nocturno me confundo, me transformo, e imbuo os esgares sensuais que através da sua mudez sufocam desejos acidulados...
4.18 A.M.
O movimento das luzes aumenta a velocidade das transformações que distorcem a realidade, há no ar uma confusão de odores que embebidos em excessos transparecem acidez, e que se lançam numa vertiginosa metamorfose, num trepidante esgravatar dos corpos, das almas.
Defronte do espelho, sinto o meu corpo quente, obcecado como um pêndulo entre o belo e o horrível, faço jogos de cores, misturo todas as imagens de que me consigo recordar num cicio mudo, e sinto-me milhares de máscaras e milhares de corpos abandonados ao mesmo tempo. Suo.
Fumo.
Envolvo-me na desejosa sensualidade da molhe, livre voo por entre milhares dê partículas perdidas, por entre este ar tão pesado que nos resgata as almas...
vejo-as enclausuradas no interior dos corpos limitados e sólidos.
7.05 A.M.
Por entre a plúmbea, o alucínio da horde rende-se às imagens de uma música transformada, que exala um cheiro a suor aveludado, imbuído em álcool, droga e sexo.
O desgaste começa a quebrar a subtil camada que protege este rosto louco, e põe à vista as pessoas que já não são pessoas, pois as suas identidades confundiram-se no crisol da massa...
Estão todos tão bem dispostos!...
Tão bem dispostos como quem já está morto, como quem se move silencioso no interior surdo das suas próprias sombras.
8.35 A.M.
O dia nasce lá fora.
Caminho de novo em direcção à seiva da manhã.
O antagonismo palpita feroz no meu pensamento, e o cansaço apodera-se do que resta do meu corpo.
Não chego a sentir o calor do sol na face ainda isolada pelas réstias de uma máscara...
O que vale é a lembrança de uma vida de martírio ininterrupto, mas de infinito prazer.
Então aqui vai:Que fazes neste momento?
Estou à espera que o peixe asse na minha Coloche nova, a ouvir a telenovela e a responder ao questionário.
Planos para o fim de semana?
Pois, não sei... Deveria estudar, estou entaladissíma coma aproximação das frequências e da entrega dos trabalhos... precisava e queria ir a albufeira, curtir, apanhar uma daquelas e de arrasto tratar de negócios.... Deveria ir trabalhar na festa de reggae que vai acontecer na sexta-feira, preciso de guita, mas ao mesmo tempo tenho a consciência a pesar por causa da merda das cadeiras por fazer... Portanto não sei bem... o mais provável e ficar cá pela santa terrinha, na voltinha dos tristes do costume (sem querer de maneira alguma ferir susceptibilidades, ok?)...
Que coisas te causam stress neste momento?
Esta mudança de casa que nunca mais acaba, estes caixotes que se multuplicam infindávelmente, a minha dor de costas incessante, a necessidade de trabalhar e a impossibilidade de o fazer porque a minha cabeça está em àgua, a minha falta de concentração, de identificaçao e de inspiraçao, e o peixe que nunca mais está pronto e eu estou esfomeada...
Estou muito stressada, muito desiquilibrada nestes dias...
sabem de algum SPA baratinho?
Que fizeste desde que acordaste?
Bem, acordei às 9h30 mas fiz de conta que não ouvi o despertador e fiquei na ronha até às 11h30. Levantei-me, tomei os meus comprimidos para a reduçâo do meu apetite (quando ando em stress fico com um apetite voraz), liguei o computador, vi os meus mails, fiz a ronda habitual pela blogosfera, tomei o pequeno-almoço, mantive-me de robe e pijama porque estava extremamente rabugenta e preguiçosa, tentei agarra-me aos apontamentos de Sociologia da Educação do ano passado, mas constatei que os tinha mandado fora e que pelos vistos não tinha ideia de repetir a cadeira, mas lá o fiz, sabe-se lá por quê. Fiquei logo enervada porque não pus os pés nas aulas este semestre e não sei como vou fazer a cadeira, por isso perdi o pouquinho de vontade e concentração que tinha arranjado no fundo do meu ser e voltei para a cama. Deleitei-me a ver o catálogo do Ikea (porque isto de casa nova requer decoração nova) depois voltei para o computador... entretive-me com o meu novo espaço no MSN (uma versão rasca de blogg) e ás 16h saí para ir à casa velha buscar o que ainda por lá restava (que por sinal não era pouca coisa, encheu a carrinha...), para variar discoti com a mumy, mas lá troxemos tudo para a casa nova (que ficou de novo num caos). Deitei-me a morrer de dores de costas(tou a ficar velha) até serem horas de ir ter com a Luna para irmos para o ginásio. Lá fomos, lá fiz os exercicios do costume numa sala à pinha (afinal estamos práticamente em Junho, à que abater, né?), voltei para casa toda partida, arrumei (ou tentei arrumar a cozinha), fiz a janta (que já está finalmente pronta!) e vim ver a novela... Huf! Para quem não fez nada hoje, vai lá vai!!
A quem passas este inquérito fantástico?
Pois não sei... Ao Stephen King e à Xary... Desde já apresento as minhas desculpas por tal, mas não quero ser eu a responsável pela quebra desta corrente tão essencial ao nosso auto conhecimento!
Atenção senhoras e senhores, o mais imprevísivel acabou de acontecer... Elsa Raposo, essa linda menina, lúcida, consciente e totalmente segura, franca e integra e que não tem necessidade nenhuma de todos os dias ser capa de resvista e andar na boca do povo, acabou à momentos de confidenciar discretamente ao integríssimo Gonçalo Dinis e a Portugal inteiro, que está apaixonadissíma por ele e que o AMA!!!Quem diria que este processo de separação iria desaguar para aqui(ou deveria dizer antes descambar?), e que a nossa sóbria e nada dopada Elsa se voltaria a apaixonar... Acho lindo...Mas mais lindo ainda foi a reacção do dito alvo de tanto amor... Coitado, só não fugiu porque lhe dá jeito o € e o protagonismo... Mas aquela cara de desespero ao ouvir tão inesperadas (?) palavras foi simplesmente hilariante! Enfim, será que ele tem noção do que lhe acabou de acontecer?

No Words...
É desta que teremos de novo o prazer de ganhar o campeonato...Vá lá... não custa nada... um ponto nos separa do jejum...Não nos desiludam... Não queiram ser responsáveis pelo aumento considerável de ataques cardíacos... pensem na ruptura em que se encontra o Sistema Nacional de Saúde...Por Favor!!!
Depois de 3 dias sem internet e já quase a morrer em estado vegetativo por falta de conecção à rede, renasci das cinzas e em casa nova...Agora tenho é uma montanha infindável de caixas e caixotes por arrumar...Já tinha saudade vossas...
-Lembras-te de mim?-Não...-Já me esqueceste? Como é possível?-Desculpa? Já te esqueci como, se nunca te lembrei?-Pois, eu não me esqueci de ti...-Azar do caralho! -Onde vais?-O que é que tens a ver com isso?-DIZ-ME ONDE VAIS!!!-Andei a cidade toda à tua procura e agora vais-te embora?-Que pena! Eu não te procurei e muito menos te quero voltar a achar. SAI!-Quero ter um filho. Teu.-Não.-Não?-NADA.-Nada?-NÃO SINTO NADA! CALA-TE, SAI, DEIXA-ME, DESAPARECE!!!
...Ivo, meu querido! Tás a ver como a diplomacia portuguesa tarda mas não falha?O Xaque até foi porreirinho, quis só deixar-te mofar um pouco numa cela imunda e a rebentar pelas costuras, e fazer-te sofrer um bocadinho mais ao deixar-te ir a tribunal, para achares que a palavra clemência não existia no Dubai...Afinal de contas ele também tem que se distrair de vez em quando não?Até devias era ir agradecer-lhe por ele te ter escolhido para o entreter durante este último mês, até foi simpático...Vá, agora vê lá se fazes um documentário decente...
-Uma pessoa tem que rasgar o peito para saber como amar bem... E isso é apenas o princípio.-Porque razão é que devemos contentar-nos com a versão da verdade de outrem?-A verdade é tão somente aquilo que inventamos.
Segundo a Maya, esta minha semana vai ser simplesmente desastrosa e ainda por cima em todos os planos!Não é bom?Principalmente em semana de mudança de casa e de considerável aperto da corda com a qual me vou enforcar, devido à passagem cada vez mais rápida do tempo, e à impossibilidade de estudar e acabar os trabalhos como deve de ser...Estou tão contente! Obrigada Maya!
- O que é que tu queres?- Posso deixar-te sem te perder?- Desde que voltes para mim... já sinto o calor a sair de mim.- E eu sinto o amor a sair de mim... vou fumar até ficar enjoada.
Ela diz a toda a gente que está grávida.Perguntam-lhe: Como é que fizeste isso, o que é que andas a tomar?Ela diz que bebeu uma garrafa de vinho do Porto, fumou uns cigarros e fodeu com um desconhecido.Só mentiras. Mas toda a gente sabe que ela precisa de ter um segredo...
Vazio...
Ponham os olhos na Tailândia e no concurso de beleza Miss Tiffany... em que elas são eles ( e lindíssimas!) e as tradicionais perguntas de chacha são substituidas por perguntas relacionadas com os direitos dos homossexuais na sociedade...
Berenice… esta majestosa tristeza!
O conflito entre o dever e a paixão, o amor sacrificado à razão de Estado: de que forma estas situações tocam os nossos espíritos contemporâneos?O que Berenice nos dá, fundamentalmente, é a eterna história de um amor infeliz, da separação dos amantes, do destino insensível, de um sacrifício sublime, no qual a grandeza não serve de consolo àqueles que o aceitam. A história de Tito e Berenice é também um pouco a de Dido e Eneias, de Tristão e Isolda, de Rodrigo e Chimena.O espectador contemporâneo não pode deixar de admirar o "exercício" realizado por Racine: a simplicidade da acção, que vai quase até ao despojamento e que faz de Berenice uma verdadeira "tragédia sobre quase nada"… Mas não é esta mesma sobriedade que permite escutar de uma forma subliminal todo o canto do amor e do desespero?Uma acção simples, sustentada na grandeza dos sentimentos, na elegância da expressão, na violência das paixões, na espera da palavra, faz com que esta obra se apresente como uma inquietação surda, uma tragédia de portas fechadas na qual correm lágrimas e não sangue e em que o verso de Racine nos surge – na bela definição de Grüber – como um sopro sobre uma ferida.
...mas hoje não vou ter tempo para escrever... tenho que me apraltar para ir para Santos... tenho os N.E.R.D à minha espera...
Hoje, dia 5 de Maio...60 anos passaram sobre o fim do holocausto...Milhares o recordarm... sim, é bom não o esquecer...Mas não me esqueço também a incoerência deste povo que tanto sofreu, e que hoje o mesmo faz aos palestinianos...Parece que afinal a memória é bem curta...
Sporting!!!!Hahahahahah!!!!Piu, piu...
Ponham os olhos neste senhor... João Goulão Presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência (de novo e para bem de todos) em entrevista ao DN:Há dez anos, 'a droga' era o inimigo público número um dos portugueses, no discurso político e nas sondagens. Agora quase desapareceu. O que é que se passou?As estratégias de redução de danos, embora não tenham sido levadas tão longe quanto deviam, vieram diminuir a visibilidade pública e o sentimento de ameaça que a droga constituía para os portugueses. E trouxeram uma maior oferta de tratamento, a diminuição da criminalidade associada à droga. E também as terapêuticas de substituição opiácea, como a metadona.Faz-lhe confusão que uma pessoa tome metadona toda a vida?Penso que a todo o momento podemos repensar a terapêutica e a saída. Eventualmente na actual prática essa questão não está tão presente, talvez por inércia.Tem-se falado muito - Jorge Sampaio já o disse várias vezes - na necessidade de um novo paradigma para este combate, em substituição do paradigma proibicionista. O Parlamento Europeu aprovou um relatório nesse sentido Admitir que não é possível uma "sociedade livre de drogas" e que é preciso saber viver com elas. Que pensa disso?As estratégias de redução de danos têm a ver com essa visão pragmática tentar minimizar os efeitos nefastos das drogas nos indivíduos e na sociedade. O proibicionismo conduziu a situações muito complicadas. Mesmo quando um consumidor não quer ou não consegue suspender o consumo, continua a merecer investimento.Há quem defenda que o melhor caminho passa pela legalização das drogas agora ilícitas. Qual é a sua opinião?Penso que é um caminho que vamos seguir, no futuro. O novo paradigma, se calhar, passa por aí, pela legalização e regulamentação da venda e consumo das drogas. Creio que é inevitável, mas é algo que terá de ser feito em conjunto por vários países. Este é um caminho feito por pequenos passos. A descriminalização, feita por iniciativa do actual primeiro-ministro em 1999, não teria sido possível dez anos antes e depois foi aceite de forma pacífica. Nesta fase, devemos consolidar o que temos.E quais as suas prioridades?Penso que é necessário elaborar um plano com horizonte 2012, mas não é necessário inventar a roda. Ela já foi inventada. É preciso cumprir a anterior estratégia [elaborada pelo Governo de Guterres]. Muito ficou por fazer. Desde logo, na prevenção primária. É preciso reformulá-la de modo a torná-la mais realista, mais pró-activa, mais desenvolvida nos meios reais. Outra é sanar as carências a nível do tratamento ainda há pessoas em lista de espera em Sintra, Setúbal... Não temos de construir novos CATs, mas criar respostas mais ligeiras, por exemplo nos centros de saúde, criar equipas móveis, capazes de avançar, por exemplo, para o interior. E temos de rever os planos municipais de combate à toxicodependência, uma das grandes prioridades do Governo anterior, que usam recursos do IDT para actividades que não me parecem ser a nossa vocação.O anterior Governo afirmou apostar na prevenção, mas deixou cair a educação para a saúde nas escolas...É preciso apostar nessa área com maior envolvimento dos destinatários. Ensinar os jovens não só a evitar os riscos, mas também a enfrentá-los. Gostava de ver equipas de rua a actuar em meios de diversão nocturna. O que já aconteceu, mas acabou por deixar de se fazer por falta de financiamento. Defende a disponibilização de testes às 'pastilhas', como se faz na Holanda?Sim, desde que isso seja aproveitado para fazer prevenção, falando acerca da efectiva perigosidade das substâncias (lícitas e ilícitas), informando as pessoas para que possam fazer escolhas, enquanto funciona também como redução de danos, já que pode impedir a toma de pastilhas 'maradas'... Claro que as equipas que fazem isso têm de ser constituídas por pessoas com características especiais, com capacidade de empatia, sem a atitude de técnicos sapientes nem moralismos. Em 2002, quando saiu da presidência do Serviço de Prevenção e tratamento da Toxicodependência (SPTT), disse que uma das razões do incumprimento da estratégia era a falta de financiamento. Deveria ter havido 160 milhões de euros para este combate em 2004... Já sabe com quanto conta? Estou certo que estamos muito longe desse valor, embora não saiba qual o orçamento disponível. Claro que assim não era possível cumprir a estratégia, e isso devia ter sido tido em conta na avaliação que foi levada a cabo pelo Instituto Nacional de Administração. A estratégia apontava para um serviço interministerial junto do primeiro-ministro, com poder para tomar determinadas medidas. Muito disso ficou pelo caminho com a fusão entre o SPTT e o Instituto Português da Droga e da Toxicodependência. (...)O que é que se faz a um consumidor de haxixe?Para a maioria dos jovens, o haxixe é visto como uma substância sem risco, e isso não é verdade. É preciso informá-los disso.Que riscos são esses?Embora não esteja estabelecido um nexo de causalidade entre a esquizofrenia, surtos psicóticos e o consumo da substância, há uma incidência mais elevada entre os consumidores. Existe o síndroma amotivacional nos utilizadores mais frequentes, e há um risco maior para os pulmões que o causado pelo tabaco. Um charro equivale a um maço de tabaco.Como é que explica a um jovem que essa substância é proibida e não deve ser consumida porque tem estes e estes riscos quando o álcool e o tabaco não são proibidos e têm riscos tão grandes ou maiores?Concordo que é difícil explicar. Todas as sociedades têm as suas drogas. A nossa droga tradicional é o álcool, e também o tabaco. Mas se calhar temos de pensar que o haxixe também já está incorporado na nossa cultura, é corrente há 30 anos. Esses miúdos se calhar viram os pais, os avós, a usá-lo. E isto tem de ser incorporado no discurso. Não significa que tenhamos de nivelar por baixo. Temos é de nos bater por diminuir os consumos de tabaco, de álcool e haxixe. Criar estilos de vida saudáveis.(...)
O que é que se faz a uma avó e a um pai que tornam a vida de uma criança de 5 anos num verdadeira filme de terror? O que é que se faz a dois pobres demónios vivos que destilam veneno de tal forma que eliminam sem mais uma vida que ainda mal começou a viver?
Como antes era muito complicado perceber o modo de funcionamento dos preservativos, a Durex lança o "Easy On", tão fácil que até parece telecomandado...Assim quem não podia fazer o curso para aprender a lidar com as ditas camisinhas já pode agora sem problemas começar a usá-las...Boa jornada...!
Hoje na aula de Sociologia da Vida Quotidiana...Sob o contexto do uso do corpo e do distanciamento da concepção conteporânea deste relativamente à anterior concepção histórica, e à sua recente aquisição de um estatuto individual, distanciado do sujeito, de corpo feito cena, instrumento de afirmação social, lugar onde ocorrem transformações, surgiu por parte do docente a seguinte questão:"Perante esta perspectiva contemporânea do uso do corpo enquanto objecto, terá sido aquele acontecimento em que deliberadamente alguém quis ser comido por um outro alguém que praticava canibalismo, um acontecimento perfeitamente natural, uma vez que o nosso corpo só a nós pertence, e somos cada vez mais nós que decidimos o que fazer com ele?"A reacção ouvida quase em uníssono na sala foi de indecisão, uns dizim que não outros não sabiam o que responder...Senti-me totalmente sozinha na defesa da minha posição... "Claro que sim - pensava eu - se eu quero ser literalmente comida por alguém que literalmente me quer comer viva, pedaço por pedaço, porque é que hei-de deixar de o fazer só porque a nossa sociedade não está preparada para aceitar isto como uma opção e uma manifestação do meu direito de escolha?"A meio do meu devaneio, o professor continua, respondendo à sua própria questão: "Claro que isto não é natural! Aliás é no mínimo preocupante!"Ao ouvir isto gelei e senti uma certa fricção entre mim e o dito srº drº professor..."Quanto mais não seja por questões morais - continuava ele - afinal, o canibal está a tirar a vida a uma pessoa..."MAS SE ESSA PESSOA O CONSENTE!!! SE ELA ASSIM O QUER!!!!! Grito eu em silêncio dentro de mim...E de repente a conversa dissipa-se porque algém resolve chamar a eutanásia ao barulho...E eu continuo a perguntar... Se um canibal consegue encontrar alguém que queira ser a sua presa, que direito tem a sociedade de o condenar como assassino e de impedir a realização de uma vontade mútua e de comum acordo???
Agora já só me falta ter um filho e plantar uma árvore...
...abro a porta do frigorifico para ir fazer o meu almoço e deparo-me com uma lata nova... de uma SuperBock...Sem mais a lembrança dos tempos em que andava a brincar às casinhas e às donas de casa e fazia questão de que este ingrediente não faltasse nunca...É engraçado o que um pequeno e insignificante objecto pode despertar no nosso subconsciente...