skip to main |
skip to sidebar
Uma das coisas que mais gostava de fazer depois de fazermos amor, era deitar a minha cabeça sobre o teu peito e ficar muito quietinha a ouvir o bater do teu coração...
Hoje o dia amanheceu frio, opaco e ocre.Eu acordei melancólica e preguiçosa...É mesmo dia de vegetação total... física e mental...
Será que há ainda quem pare para pensar ou sentir sobre o que realmente singnifica a palavra AMIZADE...?Sinto que cada vez mais as pessoas estão egocentradas, sem se preocuparem minímamente com o que se passa à sua volta, numa tomada de posse do individualismo tão afirmativa que agora apenas se vê egoismo.É preocupante, mas quase todos veêm e aceitam este facto como natural e inevitável...Quererei eu fazer parte desta orde e ajudar a perpectuá-la?Terei outra hipótese?Efectivamente nem os sentimento escapam à efemeridade...
Era para ser, mas vai-se lá saber pela alminha de quem, ou pela cabecinha iluminada do raio que os parta a todos, já não vai ser...Não agora e não no espaço para que foi concebido...Será em Fevereiro, ainda em sítio a definir, mas vai ser...Há se vai!!!
...Mas por favor saibam para/por onde vão manifestar-se e o que vão reivindicar...E não queiram revogar os vossos direitos mais do que querem revogar o projecto aprovado... se vão para uma manifestação estudantil em que vão representar a massa académica nacional, por favor, o mínimo que podem fazer é estudar os motivos que vos levam a manifestar e quais são os vossos interesses, porra!Hoje tive vergonha de pertencer a essa massa cinzenta que se apresentou não se sabe bem onde e contestou não se saber bem o quê!
É hoje!
A festa é para dançar e ver o mar a rebentar nas rochas junto ao Coconuts, agora Nuts Club. Começa às 16h e vai durar pelo menos até à 00h00.O line up da matiné é: o australiano Kasey Taylor, o Seph, o Gustavo e o aniversiante Tó Ricciardi. A não perder... Eu lá estarei!Let's get together!
Mas alguém me explica porque é que os blacks falam tão alto?A sério não consigo entender!Serão surdos?É que é demais! Nem o meu discman no máximo os consegue abafar!!!É um fenómeno!!! Falam alto e conduzem mal!
Nunca vou ter uma festa surpresa, porque nunca ningém se lembrará de ma fazer...Nunca vou ser pedida em casamento porque não há quem me ature.Nunca vou ter um filho porque não terei condições para o criar com estabilidade.Nunca vou ter uma casa própria nem nunca vou ter um carro. Ambos porque serei uma eterna "tesa"...Nunca vou ter um emprego estável porque odeio rotinas.Nunca vou ter uma carreira sólida porque não sei o que quero fazer...Nunca vou ter um pai porque não quero perdoar.Nunca vou ter alguém que dê incondicionalmente a vida por mim porque pessoas assim já não existem.Vou viver e quem sabe morrer sozinha, comigo mesma (o que já não é assim tão mau quanto isso), e quando chegar aos 50 anos, solteirona, cheia de dívidas e a viver com o meu gato, espero pelo menos ainda ser minimamente equilibrada!
...só que uns vêm o seu brilho incandescente enquanto que outros toldaram de tal forma a sua vista que já nem se apercebem da sua luz.A vida na rua endurece-os, torna-os guerreiros de noites de medo e de dias infernais, onde a discriminação e a indiferença social os aniquila e quase que os faz esquecer que são seres humanos.São vidas perdidas e deambulantes, onde cada um carrega dentro de si mesmo o peso da sua história e a aungústia inexplicável da sua sobrevivência.São dias infindáveis onde se tudo se perde, onde já nada existe, nada resiste...São minutos que se transformam em horas, e horas que se transformam em dias, meses, anos, e assim se vão esqucendo do que é "ser".Se os olharmos nos olhos, somos cravados por uma tristeza profunda e perdemo-nos naquele olhar opaco e distânte que já não consegue dizer mais nada, que já não sabe o que é sorrir...Os milhões de rostos distorcidos que por eles passam todos os dias, tão centrados e enebriados em si mesmos, já nem os veêm, ou fingem não ver... Rostos que os aniquilam com a falta de compaixão, de capacidade de integeração e de humanidade. Rostos que os culpam e temem. Que pela calada os violentam de todas as formas e os desrespeitam na sua mais básica condição humana...São cada vez mais os homens e mulheres que vivem nas nossas ruas e é cada vez maior a indiferença que se impõe na nossa sociedade.São seres humanos de carne e de vida, que vivem sem cama, sem tecto, sem casa de banho, sem um prato de comida quente...Sofrem por nada ter e por nada lhes ser dado. Nem amor, nem compreensão, nem integração social para lhes proporcionar as condições minímas de subsistência e de dignidade. As condições mínimas para um equilibrio social, físico e psicológico.Não é pelo facto de lhes virarmos a cara ou de fazermos de conta que não os ouvimos que eles deixarão de existir... só deixarão de povoar as nossas ruas se fizermos algo para isso.Se temos capacidade para ver o brilho do sol, que arranquemos de vez a venda que nos tolda a vista e encaremos de frente um problema que também é nosso...
Quanto tempo suportará um ser humano viver, manter o seu equilibrio, sem amor...?
Estou sozinha e o estômago arde-me.Não sei se de ansiedade se de solidão.Chove e está frio.Queria-te aqui mas nem às minhas mensagens respondes.Acho que nos perdemos um do outro mas não aceitamos isso.Onde estarás agora?
Hoje corei como já não corava há muito tempo...Afinal ainda há uma réstia de inocência na minha alma...
Como nos podemos queixar seja do que for, tendo a noção da quantidade de miseráveis que existem e não se queixam de nada?
Hoje o dia acordou sombrio, pesado e triste...Será porque o país vai a votos mas nada vai mudar?
Estou seca.
A fonte de afecto, amor e paixão que brotava dentro de mim começou a secar há já algum tempo e agora nada mais é do que terra quebrada e morta de sede...
É bom...
Se bem que às vezes me sinto mal por não conseguir retribuir o que sentem por mim...
Mas não consigo fazer nada... Desculpem lá qualquer coisinha...
Os homens são pequenos, demasiado pequenos.As mulheres são de uma maior dimensão, estão mais empregnadas de morte do que os homens. Talvez por serem geradoras de vida.
Está aí alguém?