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...só que uns vêm o seu brilho incandescente enquanto que outros toldaram de tal forma a sua vista que já nem se apercebem da sua luz.A vida na rua endurece-os, torna-os guerreiros de noites de medo e de dias infernais, onde a discriminação e a indiferença social os aniquila e quase que os faz esquecer que são seres humanos.São vidas perdidas e deambulantes, onde cada um carrega dentro de si mesmo o peso da sua história e a aungústia inexplicável da sua sobrevivência.São dias infindáveis onde se tudo se perde, onde já nada existe, nada resiste...São minutos que se transformam em horas, e horas que se transformam em dias, meses, anos, e assim se vão esqucendo do que é "ser".Se os olharmos nos olhos, somos cravados por uma tristeza profunda e perdemo-nos naquele olhar opaco e distânte que já não consegue dizer mais nada, que já não sabe o que é sorrir...Os milhões de rostos distorcidos que por eles passam todos os dias, tão centrados e enebriados em si mesmos, já nem os veêm, ou fingem não ver... Rostos que os aniquilam com a falta de compaixão, de capacidade de integeração e de humanidade. Rostos que os culpam e temem. Que pela calada os violentam de todas as formas e os desrespeitam na sua mais básica condição humana...São cada vez mais os homens e mulheres que vivem nas nossas ruas e é cada vez maior a indiferença que se impõe na nossa sociedade.São seres humanos de carne e de vida, que vivem sem cama, sem tecto, sem casa de banho, sem um prato de comida quente...Sofrem por nada ter e por nada lhes ser dado. Nem amor, nem compreensão, nem integração social para lhes proporcionar as condições minímas de subsistência e de dignidade. As condições mínimas para um equilibrio social, físico e psicológico.Não é pelo facto de lhes virarmos a cara ou de fazermos de conta que não os ouvimos que eles deixarão de existir... só deixarão de povoar as nossas ruas se fizermos algo para isso.Se temos capacidade para ver o brilho do sol, que arranquemos de vez a venda que nos tolda a vista e encaremos de frente um problema que também é nosso...
Quanto tempo suportará um ser humano viver, manter o seu equilibrio, sem amor...?
Estou sozinha e o estômago arde-me.Não sei se de ansiedade se de solidão.Chove e está frio.Queria-te aqui mas nem às minhas mensagens respondes.Acho que nos perdemos um do outro mas não aceitamos isso.Onde estarás agora?
Hoje corei como já não corava há muito tempo...Afinal ainda há uma réstia de inocência na minha alma...
Como nos podemos queixar seja do que for, tendo a noção da quantidade de miseráveis que existem e não se queixam de nada?
Hoje o dia acordou sombrio, pesado e triste...Será porque o país vai a votos mas nada vai mudar?
Estou seca.
A fonte de afecto, amor e paixão que brotava dentro de mim começou a secar há já algum tempo e agora nada mais é do que terra quebrada e morta de sede...
É bom...
Se bem que às vezes me sinto mal por não conseguir retribuir o que sentem por mim...
Mas não consigo fazer nada... Desculpem lá qualquer coisinha...
Os homens são pequenos, demasiado pequenos.As mulheres são de uma maior dimensão, estão mais empregnadas de morte do que os homens. Talvez por serem geradoras de vida.
Está aí alguém?
Tudo começou com um belo namoro, promissor de um belo futuro a dois e para sempre.A familia perfeita.Assume-se o compromisso com um anel de namoro, depois o anel de noivado e finalmente marca-se o casamento.Casam num dia perfeito.O vestido.A igreja.Os convidados.As damas d'honor.O padre.A festa.Os presentes.A música.Um novo lar, uma casa montada à imagem e semelhança de ambos, o reflexo fiel de ambos os gostos.O 1º filho, a dor do parto, a felicidade completa.Ela torna-se numa esposa e mãe dedicada e a tempo inteiro.As rotinas vão-se instalando mas ela nem dá por nada. Está feliz.O 2º filho. A ausência do pai e uma dor mais profunda do que a do primeiro.As primeiras palavras, os primeiros passos, a primeira vez que vão à escola...Com as novidades da maternidade vêm também as cada vez mais frequentes ausências do marido, as repetidas noites fora por causa do trabalho... Mas a esposa e mãe estremosa e compreensiva espera pacientemente e eternamente.As primeiras discussões.As primeiras desconfianças.As primeiras traições.As primeiras rugas.As primeiras lágrimas amargas de raiva.Mas sofre em silêncio. Está marcado no seu rosto, na sua expressão.Os seus olhos fitam o vazio, num reflexo de total ausência de amor e de esperança.Tudo viveu. Tudo teve. Tudo perdeu.Na sua mão direita resiste ainda a aliança de ouro. A única coisa que lhe recorda que já foi feliz e que ainda é casada...
Hoje acordei assim.Irritada, chateada e constipada.Não me queria levantar mas lá teve que ser...Saí, fui à faculdade resolver uma imensidão de problemas que tenho que resolver, mas tinha simplesmente 175 pessoas à minha frente.Esperei 30m, fartei-me.Cancelei um casting que tinha às 15h30, adiei o dentista para amanhã e voltei para a estação...Meti-me no comboio a caminho de casa.Ainda passei ao veterinário para comprar o anti-pulgas para a minha Maguinha, mas como hoje é o meu dia, o veterinário tinha acabado de fechar o portão para ir almoçar e achou que lhe daria demasiado trabalho vender-me a merda do veneno.Barafustei e vim para casa.Estou deprimida e neurótica.Vou-me enfiar na cama e não saio nunca mais!!!!
Não pertenço a ninguém se não a mim própria.Detesto que me digam o que devo ou não fazer...

"...Não queria partir deste mundo sem que impedisse a minha não passagem por ele.
O nosso encontro está a acabar. Quero, por amor, oferecer-te, passar para ti, toda a minha experiência, toda a minha vida sofrida e feliz e infeliz, toda a luz que fui acumulando pelos anos fora. Peço-te, em troca, que me dês um pouco de tua juventude. O meu rosto é uma página em branco.
Meu Deus! Eu era lindíssima! O Tempo!!! Dorme, meu amor. Talvez no teu mundo a vida te seja leve, feliz! Mas tens de estar preparada para tudo. Aqui, no teu inconsciente ou no teu super-consciente, talvez eu tenha conseguido introduzir alguma sabedoria. Sê feliz, como eu não fui. Tenho que partir. Outros universos paralelos me esperam."in "Greta Garbo, Um Mergulho Quântico no Mar da Deusa do Gelo"
...não brinquem com os meus fantasmas...
Estive o dia inteiro trancada no teatro na recta final de todos os preparativos antes da grande estreia... Jornalistas, fotógrafos, montagem de exposição, encenadora nervosa, actrizes em pele de galinha e de nervos à flor da pele, ensaio geral, repete, repete, repete... assim não, mais assim, menos assado... 9hrs depois decidimos vir parar casa. Amanhã há mais...Vou de rastos até ao Metro, fico 13m à espera do que me levará até à estação do comboio... Pesam-me as pernas, parece que trago um corpo morto ás minhas cavalitas.Quando finalmente chego à estação de comboios, faltam exactamente 21m para que passe o próximo que me poderá levar até casa...Sento-me, não há nada a fazer se não esperar tranquilamente... De um lado um gajo com um ar asqueroso todo contente com um telemóvel de última geração, com uma capa de plástico daquelas que sairam já há uns 10anos, a cair de podre, entretidissímo a tirar fotos a umas gaijas podres que estão na plataforma da frente...Do outro lado, uma croma, com a cara cheia de borbulhas e armada com um corta-unhas XPTO. Clic, Clic, Clic... Ai que nervos!!!! Clic, Clic, Clic...Para trás e para a frente, a falar ao telefone anda um black, que com certeza é surdo, porque o volume com que mantém a sua conversa é realmente alto, e está indignado porque a dama não lhe vai preparar um pitéu...Entro finalmente no comboio e à minha frente senta-se um senhor de meia idade com gestos muito lentos e que de vez em quando olha pela janela e acena um adeus em câmara lenta a quem passa... Não sei bem a quem porque os vidros duplos do comboio são espelhados por dentro (a não ser que o sr tenha visão RX)...Sorrio para mim mesma, respiro fundo e conforto-me ao ver que mais 5 estações e estou em casa. A dada altura fico sozinha na carruagem, isto de morar no fim da linha tem as suas vantagens... que paz... Estou rodeada de gente doida... ainda bem... Obrigada a todos os que me ajudam a passar o tempo que perco desesperadamente à espera dos transportes públicos...
O céu está vermelho sangue, o tempo está quente, abafado, quase irrespirável.A trovoada já ameaça desabar sobre as nossas cabeças desde o fim de tarde.O ar sabe a ocre.As tímidas gotas de chuva que caem sobre a minha pele são quentes e têm um sabor a amargo.Estou cansada e suada, os olhos pesam-me e a cabeça lateja-me.Dava tudo por um banho frio, uma boa massagem e uma copo de vinho verde gelado...
É a lealdade que faz a fidelidade...
Baby take off your coat
real slow
and take off your shoes
I'll take your shoes
Baby take off your dress
yes yes yes
You can leave your hat on
You can leave your hat on
You can leave your hat on
Go on over there
turn on the light
no all the lights
Come over here
stand on this chair
that's right
Raise your arms up to the air
no shake 'em
You give me a reason to live
You give me a reason to live
You give me a reason to live
You give me a reason to live
Sweet darling
You can leave your hat on
You can leave your hat on
feeling
you can leave your hat on
you can leave your hat on
you can leave your hat on
you can leave your hat on
Suspicious minds a talkin'
try'n' to tear us apart
they don't believe
in this love of mine
they don't know I love you
they don't know what love is
they don't know what love is
they don't know what love is
I know what love is
Sweet darling
You can leave your hat on
You can leave your hat on
Feeling
You can leave your hat on
You can leave your hat on
I keep on fallin'
In and out
With you
Sometimes I love ya
Sometimes you make me blue
Sometimes I feel good
At times I feel used
Lovin' you darlin'
Makes me so confused
I keep on Fallin'
In and out of love with you
I never loved someone
The way that I love you
Oh, oh , I never felt this way
How do you give me so much pleasure
And cause me so much pain
Just when I think
I've taken more than would a fool
I start fallin' back in love with you
Oh baby
I, I, I, I'm fallin'
I, I, I, I'm fallin'
Fall
Im fallin'
In and out of love with you
I never loved someone
The way that I love you
I'm fallin'
In and out of love with you
I never loved someone
The way that I love you
What?
Some people live for the fortune
Some people live just for the fame
Some people live for the power yeah
Some people live just to play the game
Some people think that the physical things
Define what's within
I've been there before
But that life's a bore
So full of the superficial
Some people want it all
But I don't want nothing at all
If it ain't you baby
If I ain't got you baby
Some people want diamond rings
Some just want everything
But everything means nothing
If I ain't got you
Some people search for a fountain
The promises forever young
Some people need three dozen roses
And that's the only way to prove you love them
And in a world on a silver platter
And wondering what it means
No one to share, no one who truly cares for me
Some people want it all
But I don't want nothing at all
If it ain't you baby
If I ain't got you baby
Some people want diamond rings
Some just want everything
But everything means nothing
If I ain't got you
Some people want it all
But I don't want nothing at all
If it ain't you baby
If I ain't got you baby
Some people want diamond rings
Some just want everything
But everything means nothing
If I ain't got you
If I ain't got you with me baby
Nothing in this whole wide world don't mean a thing
If I ain't got you with me baby
Ay payita mía
Guárdate la poesía
Guárdate la alegría pa'ti
No pido que todos los días sean de sol
No pido que todos los viernes sean de fiesta
Tampoco te pido que vuelvas rogando perdón
Si lloras con los ojos secos
Y hablando de ella
Ay amor me duele tanto
Me duele tanto
Que te fueras sin decir a donde
Ay amor, fue una tortura perderte
Yo se que no he sido un santo
Pero lo puedo arreglar amor
No solo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo.
Solo de errores se aprende
Y hoy se que es tuyo mi corazón
Mejor te guardas todo eso
A otro perro con ese hueso
Y nos decimos adiós
No puedo pedir que el invierno perdone a un rosal
No puedo pedir a los olmos que entreguen peras
No puedo pedirle lo eterno a un simple mortal
Y andar arrojando a los cerdos miles de perlas
Ay amor me duele tanto
Me duele tanto
Que no creas más en mis promesas
Ay amor
Es una tortura
Perderte
Yo se que no he sido un santo
Pero lo puedo arreglar amor
No solo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo.
Solo de errores se aprende
Y hoy se que es tuyo mi corazón
Mejor te guardas todo eso
A otro perro con ese hueso
Y nos decimos adiós
No te bajes, no te bajes
Oye negrita mira, no te rajes
De lunes a viernes tienes mi amor
Déjame el sábado a mi que es mejor
Oye mi negra no me castigues más
Porque allá afuera sin ti no tengo paz
Yo solo soy un hombre arrepentido
Soy como el ave que vuelve a su nido
Yo se que no he sido un santo
Y es que no estoy hecho de cartón
No solo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo.
Solo de errores se aprende
Y hoy se que es tuyo mi corazón
Ay ay ay,
Ay ay ay,
Ay, todo lo que he hecho por ti
Fue una tortura perderte
Me duele tanto que sea asi
Sigue llorando perdón
Yo... yo no voy
A llorar hoy por ti
As palavras tornam-se escassas quando a ausência se instala...Todas as noites aguardo o bip do meu telemóvel e nada...Uma simples palavra seria suficiente...Até lá, será que devo esperar??
Acho fantástico a atitude de algumas pessoas ao se fecharem em copas com medo de partilhar seja com quem for qualquer tipo de informação.Entristece-me bastante que não se apercebam que fazemos todos parte do mesmo núcleo, uns com mais sorte e mais talento do que outros, e que se somos o que somos hoje porque nos acompanhámos e nos apoiámos uns aos outros...Tenho pena que chegado este ponto haja quem se destaque pela negativa e faça questão de se fechar em copas como se o resto do mundo não exixtisse.Lamento imenso, mas ninguém precisa de amigos e colegas assim...Ando aqui para dar e receber, não para receber e fazer de conta que dou...Ando aqui por prazer e por amor, e uma das coisas que me enche de orgulho é a capacidade de partilhar.As informações e os ensinamentos só se tornam uteis quando circulam...
Nada do que foi será, de novo do mesmo jeito que já foi um dia...
É agora ou nunca...Lá vos espero...
Estou com uma puta de uma ansiedade dentro do peito que não me deixa dormir...Faltam exactamente duas semanas para a estreia... a partir daqui vai ser sempre assim...Os olhos não se me querem cerrar, mas tenho o corpo tão cansado...Tapo-me, tenho calor... Destapo-me tenho frio... Arre!!!Tudo me vem à cabeça... o que fiz, o que estou a fazer e o que me espera...Sinto um mix de terror e de medo, de ansiedade e orgulho, de pânico e esperança...Deitei-me naquela cama há 3hrs e nada de João Pestana...Já li, já vi um filme, já comi... e nada...Parece que cada vez mais desperto sei lá para o quê...Aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii!!!!Alguém tem um Xanax??Quero dormir...
Esperar por ti todas as noites???
Há um limite para aquilo que se pode dar de nós mesmos ao Desejo, antes que acabe por se apoderar de tudo em nós...
... tem leopardos escuros a que ninguém consegue chegar. Muito distantes e ferozes.
A sua beleza acentua-se e torna-se mais resplandescente quanto mais se aproximam dela...
Parte de mim acredita que um dia, ao caminhares pela rua, onde quer que te encontres, seja possível que encontres os mesmos contornos de água sobre o passeio, e, por breves momentos, fiquemos unidos numa proximidade construída por nós.De facto.Livres de todos os convencionalismos do tempo e da distância.Que estranhos são os caminhos que o coração encontra na sua intimidade...
Durante os últimos meses tinha levado uma vida de existência redutora, em que se esquecia daquilo que era realmente.Precisou de muito, mas mesmo muito tempo para conseguir compreender que ao longo da duração do seu isolamento tinha evoluído em muitos aspectos.O seu feitio irreverente, se bem que não estivesse totalmente domesticado, adquirira mais calma.A sua angústia refinara-se e essa transformação revestia-se agora de uma ironia cintilante.
De uma maneira qualquer fundamental, todos estamos em controlo total do destino.
Porque o destino é o que construímos todos os dias através de um comportamento correcto. Com o nosso trabalho, com a nossa virtude religiosa, com as nossas acções que obdecem incondicionalmente à lei do nosso ser.
Portanto é isso precisamente que faz com que seja tão crucial que nunca voltemos a considerar a nossa vida em termos de uma única existência...
Acordou tarde e cansada... Mas algo dentro dela lhe estava a dar uma energia e uma vontade indecifrável de qualquer coisa diferente...Saiu de casa para trabalhar como faz todas as noites, mas aquela seria diferente...Com um sorriso estampado nos lábios, enebriada com o ritmo alucinante que a rodeava, sentia apesar de tudo uma profunda angústia...A noite passou, leve, livre e solta... Só quando as confissões começaram a surgir diluídas e embaladas pelo álcool é que ela percebeu o que a esperava..."Quero-te...""Eu também, mas não assim..."
A meio da noite e no meio da horde de cores, cheiros e rostos deformados, ele diz-lhe sem mais:"Fazes-me tu mais falta a mim do que eu te faço a ti... Podes ter certeza disso."Ela fica baralhada e sem perceber o porquê de tal afirmação, mas simplesmente lhe responde sorrindo:"Sim, sim... pois..."
É incrível a facilidade e a velocidade como com o passar do tempo as máscaras vão caíndo e as pessoas se vão revelando na sua essência...
De um grupo extremamente coeso, unido e amigo, hoje, dois meses e meio depois, as relações detreoraram-se, e a lei é a do mais cabrão...
As grandes amizades revelaram-se grandes fontes de interesse puro e a união passou agora para uma picardia inacreditável...
As desilusões são constantes e em cada vez maior número...
Começo a sentir-me desintegrada...
Que raiva que isto me mete!!!
Quero fugir para a ilha!!!!
Começo a ficar saturada do Algarve, faltam duas semanas para voltar à minha querida vidinha...
Ontem alguém me perguntou se eu estava com saudades de Lisboa, de casa... Estou.
Com saudades da minha avó e da minha gata...
Das discussões com a minha mãe...
Da minha cama, da minha TV e do meu PC...
Estou com saudades sim...
Ainda bem que já está a chegar ao fim...
Quando as palavras parecem não ter qualquer valor e a distância não nos permite passar o turbilhão de sentimentos que nos invade nas horas mais dificeis...
Resta apenas a certeza de que te amo de que te adoro e que estou a sofrer contigo, embora a 300km de distância...
Dos futeis, dos básicos, dos interesseiros, dos falsos amigos, das besanas, das noitadas, dos piropos, dos atrofios e das discussões...
Estou a atingir o ponto de saturação...
Ainda bem que já só faltam 9 dias...
Ela é bonita, atraente, diferente.Tem um feitio fodido e por isso alguns a desejam.Tem uma tendência absurdamente perigosa para homens comprometidos.É solteira.Envolveu-se com alguém com quem não consegue estar sem lhe poder tocar ou agarrar.O calor aperta, as hormonas estão aos saltos e a vontade não pára de crescer."Um dia destes vamos aí..." Um dia...Quando tiver que ser será, tudo acontece só e apenas na altura certa, não é?Nos entretantos ela quase que dá em maluca de tanto esperar... está quase a partir para outra, mas afinal de contas... tem que rolar...!
Ele e ela namoram há quase sete anos.Ela é a sua melhor amiga, aquela pessoa com que ele pode contar sempre e para tudo, que o satisfaz tanto e tão plenamente. A mulher perfeita. Linda.Moram juntos há quase três anos.Casa, cão, namoro sólido. Mistura perfeita, não falta nada.Ou quase nada.Ele, é artista.Alto, bonito, charmoso. Muito interessante.E como qualquer homem que se preze, gosta de galantear.É feliz, mas tem que "petiscar fora" de vez em quando para desenjoar...Tem que rolar...
É bem engraçado quando o coração se fecha e parece que gela.
Aí a paixão e o amor ficam trancados a sete chaves e só se brinca com a tesão, o carinho e a auto-estima. Nestas alturas em que emanamos sensualidade e disponibilidade dá realmente prazer "não sentir".
Tudo muito bem, tudo muito giro, ego nas estrelas, mas falta qualquer coisa... (também, como poderia não faltar?)...
São tantos ou tão poucos que o coração fica apertado cada vez que acordo sozinha...
Quero, mas não sinto... Sentir, até sinto, mas nada mais do que atracão e sentimento de pose.
Falta-me o conforto de um amor desinteressado.
Mas o coração gelou e quem o deixou trancado levou a chave e deitou-a ao mar...
Já fui a Branca de Neve, já tive sete anões, mas onde é que anda a merda do princípe encantado?
E assim, sem mais, uma bela manhã a auto-estima caí aos trambulhões por aí abaixo e agora sinto que passei de bela a monstro... Apesar de gelado, tenho o coração bem apertado, bem pequeno.
A disponibilidade desaparece, a vontade de sorrir diluí-se, a sensualidade parece nunca ter existido...
Puta que pariu! Porque é que tenho que sentir isto se não consigo sentir nada por ninguém?
Não sinto nada, não sinto ninguém. Não me sinto.
O meu nada está dentro de mim, por isso sou livre, não tenho nada a esconder... mas sentir neste momento corta-me como uma faca bem afiada.
Precisava de encontrar um caminho, de abrir uma porta... mas por de trás de todas as que tenho aberto... nada.
Sou do mais preguiçoso que existe à face da terra...São tantos os dias em que acordo e não me apetece sequer mexer um único músculo...Em que só quero ficar a vegetar o dia todo em frente à televisão, chegando ao cúmulo de ver a maior merda só pela preguiça de mudar de canal, em que quando a fome aperta continua a apertar porque abro o frigorífico e não me apetece fazer nada para comer, em que a roupa se vai acumulando ao longo dos dias pela simples preguiça de a meter para lavar ou voltar a arrumar...Há também aqueles dias em que tenho preguiça de sorrir, preguiça de falar... em que o meu racíocinio se recolhe ao mais íntimo do seu ser e se recusa a comunicar...Sou MUITO preguiçosa... Sou e gosto tanto de o ser...Sabe tão bem horas passadas inertemente sabendo que temos 1001 coisas para fazer e resolver, que temos que andar a 1000/h para conseguir sobreviver...Parar para depois retomar com a ânsia da pressão, da escassez...Hummm... Que prazer...
Ponham os olhos nisto...
"O jovem bailarino estrangeiro tira os óculos escuros e atira o último argumento "No meu país, o nome Gulbenkian não é associado a nenhuma fundação, mas sim à companhia de ballet.
E se folhear a Agenda Cultural de Lisboa, o que vê na secção de dança? Espectáculos de bailarinos reformados, que estiveram no Ballet Gulbenkian.
Sentados à sombra do arvoredo dos jardins da fundação, um grupo de bailarinos fala com o DN sobre o fim da companhia, sob promessa de ninguém se identificar. Depois de horas de reunião, que juntou no estúdio os trabalhadores da dança, decidiram ontem criar um mail (balletgulbenkian@yahoo.com) para poderem falar com o público.
Depois das lágrimas choradas terça-feira, os rostos mostravam-se ontem desalentados. "Queremos mostrar a nossa tristeza de forma diplomática e dar a nossa opinião".
É que o Ballet Gulbenkian, que em 2003 gastou 2,7 milhões de euros, tem mais de 25 bailarinos, dez administrativos, dois técnicos e três costureiras.
Todos queriam explicar a importância do Ballet Gulbenkian que, garantem, "está incluído entre os cinco melhores da Europa" e todos os anos recebia, do Conselho de Administração, "comunicações e prémios de excelência".
Um dos elementos, inconformado, adiantava que "o poder da decisão [da extinção da companhia] não está à altura de perceber a perda irreparável na dança em Portugal".
No grupo dos bailarinos, cada caso é um caso o das jovens mães que tiveram crianças há pouco tempo, os "velhos" de 35 anos de idade e nove anos de casa (faltando um para complemento de reforma dado pela fundação) e os novos.
"Nesta altura do ano já não nos é possível fazer audições em lado nenhum. As temporadas são delineadas com muito tempo de antecedência", explica uma jovem bailarina, pormenorizando que o timing da profissão é muito preciso, porque "as companhias começam a delinear o trabalho entre Janeiro e Março, mas para a temporada do ano seguinte".
E diziam "temos o ano perdido até Julho de 2006."
Outra revolta tem a ver com a garantia dada terça-feira por responsáveis, de que os bailarinos poderiam usufruir de uma aula de hora e meia por dia, o que lhes parece manifestamente pouco. "Seria só para aquecer..."
Mas o que mais lhes doeu foi a forma como tudo aconteceu. "A administração não deu a cara e o dia do anúncio foi escolhido a dedo, para ficar abafado pelas medidas do primeiro-ministro. Não se diz a uma companhia de dança que no minuto seguinte já não existe."
"É triste acabar-se assim repentinamente com o Ballet Gulbenkian, companhia com um trabalho muito importante há 40 anos num determinado domínio da dança, mesmo que esteticamente possamos estar mais ou menos afastados dessa área." As palavras são de Cristina Santos, responsável pelo Fórum Dança, uma das organizações pertencentes à Rede, associação de estruturas para a dança contemporânea.
Na sua opinião, o BG desenvolveu "um trabalho novo de enorme qualidade, até na sua relação com a comunidade da dança, num país onde praticamente não existe este tipo de agrupamentos". Trata-se de "um tipo de decisão abrupta e incompreensível, não se descortinando as verdadeiras razões que lhe presidem", acrescenta.
A Fundação Gulbenkian podia, no entendimento de Cristina Santos, "ter agido há muito nas áreas de apoio à dança; tem, aliás, existido uma política de regressão, veja-se o que aconteceu com a extinção do Acarte.
Enquanto instituição, demitiu-se de investir numa dimensão contemporânea das artes performativas. Não me parece que o desaparecimento do BG vá determinar uma melhor actuação nesse sentido, embora considere muito louvável o que se pretende fazer. Não se entende como se substitui uma companhia por uma política de apoios."
A Rede vai tomar posição pública sobre o fim do BG, explicitando também a sua solidariedade para com os bailarinos.
Clara Andermatt, ligada como coreógrafa ao Ballet Gulbenkian, afirma a sua tristeza e perplexidade perante a notícia, "não inesperada, mas abrupta" da extinção do BG " Estou chocada pela forma como a decisão foi comunicada aos bailarinos e ao director pouco antes de o comunicado seguir para as redacções. Esperemos que o plano de substituição da companhia por uma política de apoios valorize significativamente o panorama da dança contemporânea portuguesa. É frustrante para Paulo Ribeiro que o projecto tenha sido abortado. Todos sentíamos que havia necessidade de renovar, mas era preciso que houvesse meios e vontade." "
in DN On-Line
A todos os interessados e principalmente ao meu querido blog, que fiz nascer e brotar alguns frutos, o meu pedido de desculpas pela ausência... Não é de forma nenhuma negligência, mas sim real falta de tempo...É que o tempo aqui por terras algarvias parece correr bem mais depressa do que a brisa que nos refresca à beira mar...Mas apesar de não estar presente e da situação se manter mais ou menos assim até finais de agosto, quero que saibam todos os amigos da blogosfera que estão diáriamente no meu coração...Apresentadas assim as minhas desculpas, prometo tentar escrever com alguma regularidade...Fica a promessa.
Outra coisa que me faz uma enorme confusão é quando se trata de engate, de forma geral, há a tendência de taxar essa actividade como direito único e exclusivo do sexo masculino...Ora bem... alguém é capaz de me explicar por que raio não pode uma mulher dominar a arte do engate sem ser taxada de puta, de vaca ou de oferecida?Engate, no sentido de flirt, de estar na boa, na conversa com os amigos sem ter que querer ir para a cama com eles...Engate no sentido de conviver afávelmente, nas calmas, ir jantar ou ir dançar com um amigo, sem que alguém pense ou insinue que há "evidentemente" alguma coisa entre eles...A sério! Mexe-me com o sistema nervoso, a tendência que as pessoas têm para fazer mexericos, para supor e fazer tramas com a vida dos outros...É assim tão dificil compreender que gaja que é gaja quando quer comer alguém fá-lo tão bem feito que ninguém fica a saber???
Ando a matutar nisto já faz algum tempo, mas continuo sem preceber porquê que os homens (e até algumas mulheres) não conseguem perceber como e porquê que uma gaija pode e deve defender-se de maneira igual à dos homens.
À conversa no outro dia, num jantar de amigos, esta questão voltou a vir à baila, e eu como sempre voltei a ser incompreendida...
Ora bem, se eu estou num bar, ou numa discoteca, estou na minha, calmamente a beber o meu copo ou a dançar, não tenho que estar a levar com um bando de gajos rebarbados que mais parece que nunca viram uma mulher na vida... mas efectivamente isso acaba por se tornar inevitável, temos que conviver e consequentemente engolir alguns sapos...
Até aqui tudo bem, de acordo, mas quando a perturbação das bocas e dos olhares passa ao sussuros de ameaça (porque, coitados estão a ser ignorados ou até talvez tenham ouvido qualquer coisa que não tenham gostado), aí meus amigos, saiam-me da frente porque rodo a baiana.
E é aqui que começam as divergências.
Eu não consigo aceitar que me digam que uma mulher tem mais é que ficar calada, não descer de nível e se for o caso não fazer mais nada se não chamar um segurança...
Por favor... se me estão a ameaçar eu não vou estar a chamar um segurança, porque coitadinha de mim, sou tão frágil que não consigo resolver a situação... Há só um nervo que não me podem friccionar, o que mexe com a minha segurança e a minha integridade física. Aí eu parto para cima, bato se preciso for, e levo se tiver que ser, agora ficar quieta?
É por estas e por outras que as mulheres continuam a ser molestadas todas as noites dentro dos locais de diversão nocturna e até quotidianamente...
Pois é... Amanhã lá vou eu para terras onde o sol brilha mais e as noites parecem não acabar nunca...Lá vou eu começar a falar algarvio, alentejano, nortenho, espanhol, francês e inglês...Lá vou eu trabalhar 8 hrs por dia, curtir outras 10h e dormir 4h... (as restantes duas são gastas em deslocações!).Será menor a minha assiduídade, mas desde já apresento a minha justificação e peço baixa por ocupação e inexistência de material de trabalho...Prometo que cada vez que me aparecer um computador com net à frente vos venho visitar...Até lá se me quiserem fazer uma visita anónima... Libertos Bar, aqui vou eu!
Alguém pergunta sempre a mesma coisa, seja às mesmas pessoas ou às novas que vão surgindo:"Para ti, o que é a amizade?Ou menlhor, para ti, o que é a fidelidade?"
A ti Álvaro Cunhal, pelo homem, pelo lutador revolucionário, pelo político... E a ti Eugénio de Andrade, pela genialidade e pelo prazer de te poder ler... O meu amor e o meu pesar.Portugal ficará para sempre irremediavelmete mais pobre de espírito.
Nada é perfeito...
Pois é...
Nem a minha tatuagem que eu amo de paixão é perfeita... Tem infímas imperfeições que só eu vejo, mas que estão lá.
São eternos os minutos que passo à espera de algo que nunca chega... Quero sempre qualquer coisa que nunca está ao meu alcançe.
Quero, quero e quero...
As noites passam silibantes pelo meu ouvido, sussurando um chamamento que só eu pareço ouvir... Quero poder fazer tudo o que me apetecer, mas parece que nem sempre é possível.
Lá fora, as noites estão quentes, apelativas, completamente dispostas a fazer-me feliz, mas aqui fico dentro de quatro paredes, à espera que algo de repente se altere e me leve com a maré.
Parece-me que o meu espírito precisa de cada vez mais liberdade. Ser tão simples como respirar querer e poder.
Os dias passam e os anos também... mas eu cá fico,na mesma como a puta da lesma... sempre dependente de alguma coisa.
Os sentimentos fluem de forma tão rápida que às tantas nem eu sei bem o que me vai na alma.
Agora, precisamente neste momento, só me apetece estravazar tudo o que está aqui dentro enclausurado ao longo destes dias (ou serão meses, anos?)
Às tantas quantas, até a cabeça me lateja, não sei se do vinho, do cansaço ou da raiva que sinto...
Felling... cair em estado de graça, defendendo uma vontade, um desejo, um estado de espírito em que as asas são insuficientes para me fazer voar...
Dói-me a alma.
As relações são efémeras, mas aquela tusa do início é fenomenal, as amizades parecem florescer do nada de uma forma tão espontânea, que parecem realmente verdadeiras. Serão? Pode ser que sim, pelo menos cumprem a sua real funcionalidade: completar o momento.
Hoje, são os olhos que não me saem da cabeça, os olhares esquívos no meio da multidão que não pode ver esta troca de desejos... ao dançar, a minha cabeça fica leve, livre e solta, mas os meus seis sentidos estão ali, naquela acomulação de átomos e de partículas que entram em curto-circuito com os teus...
A vida parece nestas alturas simples. Tudo é perfeito e se encaixa com naturalidade quando os outros e a sociedade parecem não passar de um mero nada.
A sedução seduz-me.
De facto.
O acto de ter que ter, seduzir, manter, alimentar, provocar... não haverá nada melhor do que sentir isto. Poder poder.
Mas lá está, nada na puta e ingrata desta vida é perfeito... não se pode ter tudo... mas há que dar valor ao que se tem, por mais ínfimo que seja, têm-se.
Como nada acontece por acaso, quero poder usufruír desta causalidade provocada da melhor maneira possível.
Timming... Será que todos nós temos noção de quando é que as coisas têm mesmo de acontecer?
Just in time. Nem mais nem menos. É porque tem que ser. Ponto final parágrafo.
Seja a liberdade um tributo ao esforço dos fortes que querem ser realmente livres.
És feliz? Sou, mas queria ser muito mais...
Não quero mais do que tenho. Quero apenas que o que me é atribuído seja perfeito enquanto dure.
E como? Só eu o posso fazer. Provocar ou modificar...
Eu, tu, nós. Está nas mãos de qualquer um... Querer e poder.
Interesse... o que é que afinal realmente interessa? Tudo, nada... quase tudo, quase nada... quem sabe?
A simplicidade dos actos fazem a transmutação dos sentimentos, podem ser subliminares ou flagrantes.
Quero. Simplesmente.
Tenho andado away e sem grande inspiração é um facto... Desde já apresento, a quem realmente importa, as minhas mais sinceras desculpas... É que isto do calor mexe-me com as hormonas e não consigo sossegar o faixo e ficar tranquilamente em casa...
E de modos que é assim... Antes era gang contra gang, agora é gangs contra o mundo...O melhor é fugir para o Brasil...
Ai!!! Só me apetece ganir!!!
Ver capitulo I em As SombrasVer capitulo II em LchaimShedimVer capitulo III em Horas PerdidasVer capitulo IV em DevaneiosVer capitulo V em As SombrasVer capitulo VI em NhuaRepentinamente, uma dualidade de sentimentos invadiram o seu espírito...
Ainda há escassos momentos se sentia o homem mais protegido do mundo, acompanhado por dois PJ's, e depois daquele sentimento paternalista ao vê-la deitada, inerte e aparentemente indefesa na sua cama, era agora o real pânico que o assolava...
Faísca não parava de ladrar e o vulto que por momentos podia ser confundido com uma mera ilusão óptica dos vuluptuosos ramos das árvores do seu jardim, cada vez mais se parecia com uma transparência de porte real... e bem real...
"Estou em pânico!", pensou enquanto sentia o seu corpo tão gelado que não conseguia reagir...
Mas de repente algo se transformou dentro de si... a imagem da mulher mais bela e voluptuosa que alguma vez vira vem-lhe à cabeça...
As energias vieram-lhe nem ele hoje sabe de onde... Respirou fundo, agarrou na sua faca de pseudo-talhante e lá foi de encontro ao intruso que lhe estava, mais uma vez naquele dia interminável, a atormenter a vida pacata...
"Quem vem lá?"
Abre a porta das traseiras com o Faisca cada vez mais raivoso, pronto a defender a honra da donzela, e quando já está com a faca no pescoço de tão atrevido indivíduo a luz sensorial do seu jardim acende-se...
"Ai!!!" Ouve...
Quando ergue os olhos, eis a surpresa...
Era o Sr. Xico do lixo, que hoje se tinha atrasado por causa da bola...
"O que se passa?" pergunta o pobre a ver a sua vida a andar para trás.
"Euu sempre o achei um homem de estranhos hábitos mas daí a pertencer à máfia? Eu já paguei tudo, prestação por prestação e com juros!!!!"
Atrapalhado e de volta ao pânico que julgara superar, tenta manter a calma e disfarçando ri-se para o Sr. Xico e diz: "Boa noite! Acabou de ser apanhado!!!"
Alguns minutos foram realmente precisos para desfazer a confusão e convencer o pobre homem do lixo que tudo aquilo não passava de uma brincadeira...
Ao fechar a porta atrás de si e de toda aquela confusão, o seu pensamento divagou pelo Dubbai e por umas férias paradísiacas e merecidas...
Mas de repente lembrou-se da real embrulhada em que estava metido...
A sua musa!!! Estaria ainda a dormir?
Subiu lentamente as escadas, contrariando a sua vontade extrema de a ver o mais rápidamente possível...
Chegado ao quarto, a luz lusco fusco não o deixava ter noção do que realmente se passava...
O pavor... não sabe porquê, mas estava apavorado...
Acende a luz, tremendo...
Afinal o seu felling estava certo...
A caixa jazia abandonada em cima da cama agora imensa... mas a sua musa... desapareceu...
Ver capitulo VIII em Lucia Grande
Eles entram no quarto, bem no centro de Madrid...Não tem muita coisa...Um mini bar, uma aparelhagem e um home cinema, uma banheira de hidromassagem e um sofá com uma mesa de apoio.Ele deita-a na cama (que é daquelas bem grandes)...
Lá fora a molhe humana faz um barulho ensurdecedor, mas aos seus ouvidos o ruido vai-se dilatando até não passar de um mero burburinho...
Os lençois são brancos e frescos, de algodão... cheiram a lavanda.
A luz é amarelada e a temperatura passa os 35º...
Devagar, ele despe-a e derrete cubos de gelo nas suas costas, na sua nuca...
Estou a um milímetro de desabar.Será falta de homem ou homem a mais?Só me apetece deitar tudo ás urtigas...Não quero!Nada!!Só quero o que me dá na real gana...!!!Estou farta de ser responsável, farta de ser ponderada, farta de pensar primeiro no que tem de ser e só depois, se der, no que me apetece.Quero mandar tudo para o caralho, quero ser bruta, agressiva, mal educada.Estou farta!Responsabilidade, angústia, frustração... O saco encheu e está mesmo, mesmo a rebentar...Quero poder querer.Quero ser eu sem falsos puritanismos ou máscaras nacaradas de complexos de culpa e de responsabilidade.Estou farta de estar sempre insatisfeita, de ser um fracasso e de ter a culpa disso.Sabia chorar, mas agora até estou para além das lágrimas e só sinto raiva.Não consigo fazer amor, não consigo foder, não consigo estar sozinha, não consigo estar com os outros, não sinto nada.Para onde vou? Para onde me atiro??Só me apetece gritar: "Mundo, vai-te foder! Por me rejeitares, por nunca cá estares, por me fazeres sentir uma merda, por me fazeres sangrar amor e vida!!!"Pronto... Acho que já me sinto melhor...
E ela foi. À toa, sem saber para onde nem como, mas foi.Com o coração a bater de tal forma que mais parecia que lhe ía rasgar o peito... Foi.À medida que as horas íam passando, a angústia cada vez mais a sufucava. E o telefone não tocava...4hrs depois tocou..."Onde estás?""Estou aqui.""Vou-te buscar.""Vens?""Já aí estou..."A partir daí, os minutos passaram quais estrelas cadentes velozes, quase invisíveis mas cada vez mais desejados..."Queria ficar aqui a contar as estrelas do céu..."Já com o dia quase a raiar, a noite passou simples, veloz e intensa... mas o encanto quebra-se com o primeiro canto da cotovia, que os devolve ao mundo real..."Porquê?""Tem que ser..."
1. Total number of books I've owned:Hum, sei lá... meus, só meus... da última vez que os contei, antes de mudar de casa, eram uns 250... Por enquanto...2. Last book I bought:Para mim, todos para o curso, por isso não me parece interessante descrevê-los (se bem que o último que comprei sem ser para efeitos de marranço acho que foi "A casa dos Budas Ditosos" de João Ubaldo Ribeiro e "Vigílias" de Al Berto numa edição limitada de mil exemplares que me custou os olhos da cara, mas vale a pena!).Para oferecer, que é uma das coisas que mais me dá prazer é oferecer livros, foi "Memória das Minhas Putas Tristes" de Gabriel García Márquez, na versão original...
3. Last book I read:"Entrevistas no Centro do Mundo" de Henrique Cymerman, e estou para acabar há meses "Melodia ao Anoitecer" de Siddharth Dhanvant Shanghvi4. 5 Books That Mean a Lot to You:Só cinco? Bem, são os primeiros que me vêm à cabeça:"O amor é fodido" de Miguel Esteves Cardoso"Quanto Tempo, uma criança no olhar" de Miguel Osório"Veronika decide morrer" de Paulo Coelho"Meia-noite todo o dia" de Hanif Kureishi"O Anjo mudo" de Al Berto5. Now tag 5 people:Ai pá que merde...Sabem de uma coisa? Como já passou imenso tempo e desta vez deixei-me atrasar a responder ao apelo da Luna, não vou passar a mais ninguém...
A quem anda sempre de metro:Quando não aparece alguém a pedir, até parece que a esmola nos foi dada a nós...
O sublime que cai do céu...Simplesmente maravilhoso...
É incrível como já não confio nas pessoas que jurava acreditar até ao resto dos meus dias...A confiança dilui-se e é nas pessoas de quem menos esperava alguma coisa que me vem segurança e fidelidade...Não deixa de ter a sua piada...
Preciso de casa em Albufeira, urgentemente...
Estou tão cansada disto tudo! Só me apetece desaparecer...Preciso de férias!!!Sopas e descanso... Urgentemente!!!!!!

Luís F. Simões esta é especialmente para ti, espero que não faltes!
É infinito o eco das palavras dos outros na minha cabeça…
A sombra do dia cerra-me os olhos. As imagens desfocam-se entre si e confundem-se por entre sussurros de sonhos pesados.És real?
5h42 da manhã... Tudo começa on-line... mas tudo tem realmente um principio face to face...Face... que piada... (e viva o trocadilho para quem sabe do que estou a falar!).E as conversas fluem no meio de suspiros..."No que é que estás a pensar?""Nada! É só a minha imaginação a flutuar...""Diz lá...""Lá."Alguns amuos e sensações de quem não estava a apanhar nada depois:"Quero-te.""Já me tens..."Humm...
Não há pior coisa na vida do que acordar ressacado.A festa ontem foi um verdadeiro festão, foi um sucesso e não parámos de bulir a noite toda...Foram 14hrs sempre a bombar... Quando deitei o meu corpinho na cama apaguei automáticamente!!!Acordei com a cabeça uma bequinha ressacada (porque realmente o vodka não era vodka, era wodka!), mas nada de mais. O pior é a ressaca física!!! Estou aqui mais parece que me passaram 50 camiões tire por cima do corpo!!!Estou a ficar velha!
Está quase!!! É HOJE!!! Não faltem que vai ser a partir...
E a ti, ao que é que te sabe a VITÓRIA???A mim sabe-me a Alvarinho verde, fresquinho...
Estou com o coração nas mãos... Sem Sport Tv, a ver o Porto...Ai Benfica do meu coração... por favor não mo partas...
AAIIIIIIIIIIIIII!!!
Ontem no meio da festa e de todas as caras familiares, conhecidas e anónimas, a maioria das pessoas eram feias.Independentemente do género ou do estilo... Portugal e particularmente Lisboa está pejada de pessoas feias... O que é que se passa???Um conhecido meu, destas andanças do Reggae, feio como a porra (mas mesmo, não é uma questão de gosto, é MESMO feio!!!), que só vejo de vez em quando, apareceu na festa ontem. Sempre que o vejo tem uma namorada nova (e todas giras, altos mulherões!). Eu cá acho muito bem, toda a gente tem direito à vida sexual activa e ao amor, mas fogo! É preciso ser muita miúpe para conseguir beijar ou comer aquele gajo sem se repugnar! Gabo a coragem das ditas meninas que se fazem acompanhar por ele (ou que o qcompanham?) e chego a duas explicações para tal fenómeno: ou o gajo é rico e o pessoal não sabe, ou só pode ser muita bom na cama!! É pá, não é possível! E não me venham com a cena da beleza interior, que eu cá também acho que é o mais importante, mas naquele caso nem é bem por aí...Enfim, há gaijos com sorte!
A Caixa Geral de Depósitos vai fazer um festão na próxima 4ª feira, véspera de feriado!Para não variar e para não me acusarem de não ser ecléctica, salto da festa de Reggae paea a festa de House e lá estarei a bulir a noite toda para vocês!I hope see you there (mas com juízinho!)!
Jovem:Se tens carro e queres estancionar, mas não tens moedas para o parquimetro, vai ao café mais próximo trocar dinheiro. Mas atenção!!!Ou vais a voar e voltas em velocidade supersónica ou leva o carro contigo!Porquê?Porque eles andam aí! Mais eficazes do que nunca, os salvadores da honra da mais recente e elogiante profissão do mundo, os fiscais camarários!! Em nome do brio e do cumprimento do dever, em menos de dois minutos multam e bloqueiam-te o carro...Por isso, jovem, se não queres perder pelo menos 1h e acabar por pagar 60€ para voltares tranquilamente à tua vidinha, previne-te!
Espiritualidade. Para ouvir e assimilar. Várias línguas e nacionalidades misturadas harmoniosamente em notas compassadas e imprevisiveis. Desenhos indianos tradicionais, sons contemporâneos, guitarra flamenca andaluz, ritmos latinos, drum'n'bass asiático, vozes originais e uníssonas num ambiente tranquilo de groove e world music. Reflexões pessoais e espirituais. Profecias. Fusões humanas. Celebração da vida. Das culturas, das raças, do mundo. Já ouvi e queria por tudo repetir a experiência. Voltar a sentir o que senti. Voltar a arrepiar-me com todas as notas que vão dançar no Coliseu. Vai haver magia, mas eu não vou lá estar...Por isso não percam...(Texto adaptado do artigo da LeCool)
Pois é... afinal as cartas tinham razão...Adeus campeonato, adeus Taça...Mas uma verdade tem que ser dita, foi uma boa época e por isso mesmo, Parabéns!
Ao público português que vai à bola, especialmente aos Sportinguistas que hoje foram a Alvalade...A maior vaia de todas para vocês!Nunca vi! A jogar em casa e a partir do empate o silêncio total...Grande apoio sim senhor!Deviam ter vergonha!Afinal... só é bom e só merece apoio quando está a ganhar??Depois admiram-se da desconcentração e desalento colectivo da equipa...Depois é o que se vê...
Luna aqui vai:
1. Qual o último filme que viste no cinema?
Bem, dado o avanço aceleradíssimo da minha senilidade, acho que foi o Ray...
2. Qual a tua sessão preferida?
Qualquer uma, adoro ir ao cinema.
3. Qual o primeiro filme que te fascinou?
O que mais me fascinou foi o Philadelfia, não me lembro que idade tinha, mas para além de ter adorado o filme e a interpretação do Tom Hanks, foi o primeiro e único filme que vi com o meu pai.
4. Para que filme gostarias de te ver transportado(a)?
Ai, ai, ai... tantos!!
Pode ser para o Pulp Fiction, para qualquer uma das histórias cruzadas, para qualquer um dos personagens... ou para o Magnolia... Sei lá! Para o Trainspotting!
5. E já agora, qual a personagem de filme que gostarias de conhecer um dia?
Hum... pode ser a interpretada pela Julia Roberts no Pretty Woman, ou a interpretada pelo Dusty Hoffman no Encontro de Irmãos... Sei lá...
6. E que actor(actriz)/realizador(a)/argumentista/produtor(a) gostarias de convidar para jantar?
Actor, o meu lindo Richard Gere, actriz, a minha querida Julia Roberts, realizador, o louquíssimo Emir Kusturica e argumentista, o sublime Alan Ball...
7. A quem vais passar isto?
Ai, ai... sei lá...
Mais uma vez perdoem-me mas cá vai...
Ao Machadix ,ao Comufo e ao Espumante.