sábado, abril 19, 2008

O mais belo "fora" de sempre!

"Do silêncio fez-se música, que a musa, essa, nunca se mostra... em som és tema de sonhos dançantes que esta história quer um sono tranquilo...
Quem sabe um dia? Até lá."

Resta-me agradecer a sensibilidade e marterizar-me por deixar fugir tão profundas vontades...

Good girls VS Bad girls

Porque há as meninas da noite e as meninas que não são da noite.
Há as meninas com que se vai ficando (vulgo fodendo) e as meninas com quem se namora.
Ser as quatro ao mesmo tempo é algo inconcebível para cabecinhas de cima e de baixo...

quarta-feira, abril 16, 2008

Shame on you!

É nestas alturas que tenho real e sinceramente vergonha de ser portuguesa.
Quando estão prestes a abrir as portas de mais um centro comercial, que apenas difere em área de todos os outros 550 mil existentes neste podre país (queria dizer pobre, mas ao reler o post reparei que o meu acto falhado reflecte exactamente a ironia que queria transmitir em pobre), e a impaciência do meu querido povo faz com que não se contenham até à hora indicada de entrada e abalroem portas, pessoas, barreiras físicas, para num explosivo estado de euforia serem os primeiros a pisar a escada rolante por entre berros, vivas e esgares de ganância e sociopatismo latente crónico!
Socorro!

Lost in my self

Porque na verdade o que me atormenta é uma roda viva de ideias, de vontades, desejos e necessidades, que deixo que sejam abalroadas por uma preguiça infinita, uma inércia que me paralisa, que me deixa sem respirar...
Por isso estou cansada. Isto de lutar contra um dos pecados capitais não é nada fácil.

Respect Bro! Respect!

Será assim tão complicado perceber que há coisas que por serem intímas estão longe do entendimento alheio e que a sua incompreensão pelos demais não justifica jamais o desrespeito pela necessidade de estarmos connosco próprios, simplesmente...
Respect. Just!

Fast friend

Surpreende-me, cada vez e negativamente, a facilidade com que as pessoas fazem e desfazem laços, empatias, supostas amizades.
Entristece-me a permanente mira, pronta a disparar, a forma descompromissada com que se cospe no prato em que já se comeu e que até já deu de comer...
É tudo cada vez mais irreal, a virtualidade das relações desfizeram por completo os laços... vivemos de acfectos e relações junkie fast...

Contradições

Eu cá não posso impor a minha vontade sobre a dos outros, que me cai logo o Carmo e a Trindade em cima, já os outros podem contestar as minhas opiniões e impor-se sobre mim, que já nada de autoritário há nisso!
Está certo!!

Do not do it...

Quando me dizem que não precisam da minha ajuda não sei se hei-de ficar lisonjeada por me estarem a poupar ou irritada por me estarem a dispensar.
O que é certo é que me magoa.

sexta-feira, abril 11, 2008

Criatividade

O problema não é as ideias passarem de mão em mão... o problema é a forma como as pessoas usurpam as ideias...

segunda-feira, março 31, 2008

Dependências

Estamos tão cheios de nada que precisamos sempre de algo que nos encha a cabeça. E assim nos assaltam os vícios, que habilmente nos desviam do que não queremos ser e nos transportam para a virtual tranquilidade dos sentimentos. Apatia.

Mata-me outra vez....

"Fala-me um pouco mais,
Era tão bom ficar,
O mal é que eu já não sei quem eu sou,
Eu não sei se eu sou capaz,
De me ouvir.

Fala-me um pouco mais,
Era tão bom subir,
E dar o que eu nunca dei a ninguém.

Sei que é bom teu travo a tudo,
O que é mortal.
Já agora,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Mata-me outra vez!

Tudo tem um fim,
E aqui não há,
Ninguém que possa ter o mundo,
Para dar.
Se um dia voltar,
Vai ser só mais uma forma,
De me ausentar,
Daquilo em que eu não,
Quero pensar.

Já tudo teve um fim,
Já que eu,
Estou por cá,
Eu digo como é fácil,
Para mim se já não dá.

Sei que é bom teu travo a tudo,
O que é mortal.
Já agora,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Mata-me outra vez!

Páro de andar,
Páro p'ra te ouvir.
Páro para ver se é bom p'ra mim.
Se é melhor so que uma vida,
Tão só e prenha de ninguém.
E vejo que é bom dizer,
Páro p'ra te ouvir.
Mas foi só,
Para ver,
Se o futuro é para nós.
Para quem tem o mesmo mal de,
Não saber amar.
Falo que,
Pensar em mim,
É cura e faz-me acordar.
Ou dormir.

Fala-me um pouco mais,
Era tão bom subir,
E dar o que eu nunca dei a nimguém.
Sei que é bom teu travo a tudo,
O que é mortal.
Já agora,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez."

Ornatos Violeta

Sensibilidade ou premonição?

Assusto-me às vezes com a minha capacidade de adivinhação relativamente aos que me rodeiam...

domingo, março 30, 2008

Apetecia-me algo bom...

Porque nunca respondemos francamente à pergunta: "O que é que te apetece?"
Acabamos sempre por ter desejos dentro da circunstância, do conveniente, do aceitável e não censurável. Acabamos por dizer o que o outro quer ouvir.
Equacionando a vontade e à imagem e capacidade de quem nos questiona, a vontade real nem nunca chega a ser totalmente descodificada...
Imaginando que nos perguntam "O que é que te apetece?" e a resposta pura, dura e verdadeira é "Comer a/o tua/teu melhor amiga/o" ou "Matar alguém", não existe de todo estofo do lado receptor da mensagem para aceitar simplesmente uma resposta simples... por mais rebuscada que seja...
Temos pena. Seriamos muito mais criativos...

quinta-feira, março 27, 2008

Dia Mundial do Teatro

"Existem várias hipóteses sobre as origens do teatro, mas aquela que me interpela mais tem a forma de uma fábula:
Uma noite, na alvorada dos tempos, um grupo de homens juntou-se numa pedreira para se aquecer em volta de uma fogueira e para contar histórias.
De repente, um deles teve a ideia de se levantar e usar a sua sombra para ilustrar o seu conto.
Usando a luz das chamas ele fez aparecer nas paredes da pedreira, personagens maiores que o natural.
Deslumbrados, os outros reconheceram por sua vez o forte e o débil, o opressor e o oprimido, o deus e o mortal.
Actualmente, a luz dos projectores substituiu a original fogueira ao ar livre, e a maquinaria de cena, as paredes da pedreira.
E com todo o respeito por certos puristas, esta fábula lembra-nos que a tecnologia está presente desde os primórdios do teatro e que não deve ser entendida como uma ameaça, mas sim como um elemento unificador.
A sobrevivência da arte teatral depende da sua capacidade de se reinventar abraçando novos instrumentos e novas linguagens.
Senão, como poderá o teatro continuar a ser testemunha das grandes questões da sua época e promover a compreensão entre povos
sem ter, em si mesmo, um espírito de abertura? Como poderá ele orgulhar-se de nos oferecer soluções para os problemas da intolerância, da exclusão e do racismo se, na sua própria prática, resistiu a toda a fusão e integração?
Para representar o mundo em toda a sua complexidade, o artista deve propor novas formas e ideias e confiar na inteligência do espectador, que é capaz de distinguir a silhueta da humanidade neste perpétuo jogo de luz e sombra.
É verdade que a brincar demasiado com o fogo, o homem corre o risco de se queimar, mas ganha igualmente a possibilidade de deslumbrar e iluminar."
Robert Lepage

terça-feira, março 25, 2008

'Cause girls just wanna have fun

Porque queremos apenas ser mais uma, queremos que o sexo seja único e descomprometido e porque não queremos ouvir "... ah e tal, porque não quero que sejas só mais uma..." bullshit!!!
Deixem lá o machismo onde ele sempre esteve e usem e abusem... porque sermos só nós a fazê-lo está a começar a perder a graça!

Coisas da vida

Às vezes o desejo tem que ser contido... pode-se perder a oportunidade ou ganhar ainda mais vontade... Mas o que é terrivel é esta puta desta dúvida...

quarta-feira, março 19, 2008

Sinceridade VS Hipocrisia

Como é que se diz a alguém que não se quer aparecer com ela, que não se quer assumir nada, porque não existe nada, que não se gosta dela o suficiente para existir qualquer tipo de envolvimento emocional, que essa pessoa não tem nada para nos dar, que chega a ser vergonhosa tanta tacanhez junta, que não nos diz absolutamente nada, que o seu mundo é completamente paralelo e em nada comunga com o nosso... Ufa...
Como se diz a alguém que o único tempo que se quer passar com ela é a gozar a química que existe e mais nada para além disso, sem a magoar?
Puta da sinceridade apunhala-nos sempre!!!

Criação do Logotipo para os Jogos Olímpicos da China 2008






Hoje, 19h, em frente à residência oficial do Embaixador da China