quinta-feira, agosto 07, 2008

Conclusão final

Quando uma pessoa é dúbia e pouco clara nas suas palavras, nunca poderá ser sincera nas suas intenções e sentimentos.

Can you feel it?

Porque até sermos traídos pelos que amamos, chegamos à conclusão que todas as outras facadinhas são irrelevantes... até chateiam, mas não magoam.

Afinal de contas?

Qual é a dimensão do respeito?

Etiqueta íntima

Regra nº1:
Nunca, já mais, trocar o nome do parceiro de cama.

Incapazes de amar

Cheios de si.
Predadores. Egoístas.
Virados para o imediato.
Felizes?

Cansada

Na realidade começo a ficar cansada de me envolver e nada acontecer. De acreditar e de me desiludir. De descobrir que mais uma vez é tudo à base do mais forte e do mais fodido.
Não há lealdade. Não há sinceridade. Não há entrega.
Não há nada. Há a volatilidade.. parece que chega.

quarta-feira, julho 30, 2008

Open your eyes!

E heis se não quando mais uma porta se fecha bem no meio da minha fuça!
E heis se não quando a ilusão de uma amizade sólida se desmorona feita em pó... e tudo por causa do caralho de uma foda!
E assim se vê de que são feitas as pessoas...

FDX!!!

Por mais que tente a puta da vida não me deixa ter outra hipótese se não ser egoísta e individualista e fria e o cara***!!!

sábado, julho 26, 2008

Diz que até já canto!

E ontem acabamos a noite assim!

Porque depois da tempestade vem sempre a bonança!

E o salvador da pátria...
Isto ele há coisas que realmente não mudam nunca! Nada como uma nova tesão para esquecer a anterior!
Viva o sorriso estampado na cara novamente!

And that's it... Um adeus para ti.

Tanta coisa para dizer.
O meu pensamento flúi a mil, tudo converge num labirinto de ideias, sentimentos e emoções a uma velocidade tão alucinante que quase não consigo distinguir o real do hiper-real.
Quero conseguir falar, quero conseguir traduzir tudo o que me vai na alma e não consigo. O verbo parece bloquear o sentido das palavras, a direcção das emoções, a cor das sensações. Tudo parece a duas dimensões e a preto e branco. Vai-se a criatividade, vai-se a surpresa, vai-se o imprevisível.
Por isso calo. Guardo. Esqueço.
Deixo pelo agravo tudo o que sinto. Para não me trair a mim mesma, porque o que digo nem sempre representa fielmente o que quero dizer. Da abundância surge sem explicação o deserto total de palavras e sentidos.
Por isso te escrevo. Por isso sempre escrevi. Porque apesar da minha escrita não conseguir acompanhar a velocidade do meu raciocínio, sempre consegue ser-lhe fiel no sentido.
Na verdade, nem sei se tenho alguma coisa para te dizer. Mas sei que quero partilhar algo.
Mesmo que sejam ideias vagas e confusas perdidas no meio da orla nebulosa que por vezes é a minha cabeça.
No meio da bruma me costumo encontrar e é esse rasgo de claridade que surge no meio da minha confusão que gosto de partilhar.
Sempre gostei de gostar. Sem medo, sempre me atirei de cabeça para tudo o que me faz sentir algo. Algo bom. Poderá até parecer estranho aos olhos de quem não consegue ler o que está para além do evidente, mas a realidade é que o que preciso para que isto aconteça é um clic tão pequeno que até poderá ser imperceptível e o que o alimenta é tão simples que quase sempre assusta quem não o vê nem interpreta.
Nada se pede. Tudo se recebe e mais ainda se dá.
Na verdade das coisas, há um medo que nos transcende e nos é inerente, algo que não consigo identificar e muito menos explicar, mas que nos impede de dar. Simplesmente. E mais ainda, nos impede de receber.
Na simplicidade das coisas parece que algo nos impede de respirar.
A entrega, total ou parcial, não se pode subjugar a qualquer tipo de jogo, castração ou intimidação. A vergonha ou desconfiança minam tudo… A entrega… será esta a palavra certa…?
Nunca deixámos de ser o que sempre fomos. Mas na verdade deixamos de ser fosse o que fosse. A não alteração de relação aparece-me agora como uma meia de vidro que embeleza mas embaça a figura. Paira a dúvida, a incerteza, a ausência de reciprocidade. Falta a liberdade. Para contigo. Para comigo.
Restringiu-se a área. Asfixiaram-se liberdades, à-vontades…
Não sei como o exprimir, mas o sentimento é de prisão.
Castrada na necessidade de ser sincera, honesta, irónica, expansiva… constantemente sou assaltada pelo medo permanente de perturbar, interferir ou desrespeitar limites.
Dou por mim a enganar-me a mim mesma. Para me proteger, para barrar algo que não me é permitido viver, não me é permitido sentir. E assusta-me a forma como tudo à minha volta se assusta com a transparência das palavras. Dos actos. Dos sentimentos.
Incomoda-me. Bastante. Cansa-me a constante necessidade de cálculo. O eterno jogo de xadrez. Não te distraias. Xeque-mate. Game over! You’re dead!

segunda-feira, julho 21, 2008

Diz que sim...

Que me pareço com o tempo neste momento, diz que vai ferver mas aparenta-se gelado... É esperar.

sábado, julho 19, 2008

Porque recordar é viver...


Silence 4 - Old Letters (live at Pavilhao Multiusos)


Silence 4 - Angel Song (live at Pavilhao Multiusos)

So fucking lonely



The Police - So Lonely

A verdade da mentira

Porque todas as nossas mentiras não passam de manobras de convencimento e protecção de nós para nós.
Os outros são apenas um veículo para nos convencermos da verdade que menos nos magoa.

segunda-feira, julho 14, 2008

Finittooo

Não consigo perceber o que dói mais... a rejeição ou o vazio que se instala pela incerteza das razões que levam alguém a desinteressar-se de nós.

domingo, julho 13, 2008

Ancorados

Na realidade acaba por ser totalmente artificial esta sensação de segurança emocional que surge quando se depende de alguém, quando se conta com esse alguém enquanto pertencente e porto seguro... não deixa de ser apenas uma falsa sensação esta a de não necessitarmos só de nós para nos sentirmos bem...

Ansiedade mundana

Porque o anseio pelo amor está cada vez mais iminente em cada um de nós... quer queiramos quer não a sua força alimenta um dos maiores fundamentalismos da modernidade... a mecessidade de receber amor... seja como for.

quarta-feira, julho 09, 2008

terça-feira, julho 08, 2008

Nada de mais

Aquietando almas mais desassossegadas com os posts dos últimos dias, não é um problema de auto-estima, que essa sempre esteve sossegadinha e bem alimentada, porque verdade seja dita, eu sou mais eu, são apenas constatações de atitudes com as quais tenho que me confrontar e por vezes até habituar, verificações de medos que também por vezes são os meus e que mal ou bem fazem parte da natureza humana...