Há 3 dias
domingo, setembro 14, 2008
To late...
Se 50% das pessoas soubesse o quanto me irrita chegar atrasada, poupava metade das minhas rugas!!
sábado, setembro 13, 2008
terça-feira, setembro 09, 2008
Tranquilidade absoluta
segunda-feira, setembro 08, 2008
Memórias vagas de momentos felizes V
"A semana mais longa da história, fdx! Esta ansiedade mata.
Mas antes disso quero saborear-te como se fosse morrer amanhã."
Mas antes disso quero saborear-te como se fosse morrer amanhã."
Breve conversa no MSN
Juro que fiquei arrepiada de tão aterrorizada!
Numa breve conversa com um "amigo" deparei-me com esta quantidade de erros.
Fiquei tão pasmada que nem os consegui corrigir na hora, preferi meditar publicamente sobre eles...
"Hei-los":
sedo = cedo
fasso = faço
serteza = certeza
sena = cena
encomodo = incomodo
resulta-se = resultasse
... Palavras para quê?
Numa breve conversa com um "amigo" deparei-me com esta quantidade de erros.
Fiquei tão pasmada que nem os consegui corrigir na hora, preferi meditar publicamente sobre eles...
"Hei-los":
sedo = cedo
fasso = faço
serteza = certeza
sena = cena
encomodo = incomodo
resulta-se = resultasse
... Palavras para quê?
domingo, setembro 07, 2008
Voando em Cynthia - Associação Cultural - Arte, Educação, Ambiente

A Voando em Cynthia já tem Blog!
Lá podem encontrar tudo o que podemos oferecer.
Visitem-nos, divulguem, contactem-nos!
Até já!
sábado, setembro 06, 2008
Memórias vagas de momentos felizes III
"Não me sais da cabeça. Penso em ti a todo o instante num desassossego que me desnorteia o corpo e me fere a alma. Tenho que pôr um fim a isto."
Bad mood
Inimigo. Mato. Dou um tiro. Ódio. Raiva.
Isto em 5m de escuta de conversa alheia foi repetido vezes sem conta...
Medo. Muito medo.
Isto em 5m de escuta de conversa alheia foi repetido vezes sem conta...
Medo. Muito medo.
sexta-feira, setembro 05, 2008
Diz que sim... Que este afinal até bate em quase tudo!
*AQUÁRIO - O Amado. Optimista e honesto. Doce personalidade. Muito independente. Inventivo e inteligente. Amigável e leal. Pode parecer não emotivo. Pode ser um pouco rebelde. Muito teimoso, mas original e sem igual. Atraente no lado de dentro e fora. Personalidade excêntrica. *
*GÊMEOS - O Muito comunicativo. Inteligente e engenhoso. Muito falador. Vivo, enérgico. Adaptável, mas com necessidade de se expressar. Argumentativo, franco, sensivel. Gosta de mudança. Versátil. Às vezes é nervoso e tenso. Pode parecer superficial ou incoerente. Mas só é sujeito a mudança. Sempre disposto a aventura. Bonito fisicamente e mentalmente. *
*GÊMEOS - O Muito comunicativo. Inteligente e engenhoso. Muito falador. Vivo, enérgico. Adaptável, mas com necessidade de se expressar. Argumentativo, franco, sensivel. Gosta de mudança. Versátil. Às vezes é nervoso e tenso. Pode parecer superficial ou incoerente. Mas só é sujeito a mudança. Sempre disposto a aventura. Bonito fisicamente e mentalmente. *
Afinal ela é ele!
quinta-feira, setembro 04, 2008
Recordações de Albufeira... long time ago
O Algarve fica sempre cheio na altura da Páscoa. Não por qualquer tipo de tradição católica ou religiosa, mas simplesmente porque a loucura anda à solta nesses 3 dias.
Vêm de todo o lado do país, de Itália, Espanha aos montes, Inglaterra, França e afins, com o único objectivo de desbundar sem qualquer tipo de preconceito, preocupação ou pudor.
Bebe-se, fuma-se, consome-se todo e qualquer tipo de drogas. Dança-se, canta-se, batem-se couros, socializa-se, flirt com fartura nestes três dias em que o mundo começa e acaba nos limites de Albufeira e tudo é lindo, deslumbrante e acima de tudo efémero.
Nada fica para o dia seguinte.
Para muitos é já uma tradição, mas são cada vez mais os que se iniciam neste ritual que normalmente vicia.
Correm-se as capelinhas, bebe-se todo o tipo de bebidas, umas boas, outras más, dorme-se com as pessoas erradas, usam-se as roupas erradas, partilham-se experiências com as pessoas erradas.
São flashes atrás de flashes, os das câmaras fotográficas e os da memória no dia seguinte.
São remorsos e sorrisos, são facetas que já mais julgaríamos conhecer. Todos se transformam com a chegada do coelhinho da páscoa.
A euforia é geral e a loucura chega a todos. Eles e elas num molhe humano de corpos e emoções com sabor a champagne, cheiro a tabaco e paladar de cocaína.
A chegada do calor dá azo a devaneios de rua, danças com bêbados e dramas pessoais que de tão superficiais se tornam densos e pesados.
Não se pode confiar em ninguém... nem em nós mesmos! A embriagez é natural...
Vêm de todo o lado do país, de Itália, Espanha aos montes, Inglaterra, França e afins, com o único objectivo de desbundar sem qualquer tipo de preconceito, preocupação ou pudor.
Bebe-se, fuma-se, consome-se todo e qualquer tipo de drogas. Dança-se, canta-se, batem-se couros, socializa-se, flirt com fartura nestes três dias em que o mundo começa e acaba nos limites de Albufeira e tudo é lindo, deslumbrante e acima de tudo efémero.
Nada fica para o dia seguinte.
Para muitos é já uma tradição, mas são cada vez mais os que se iniciam neste ritual que normalmente vicia.
Correm-se as capelinhas, bebe-se todo o tipo de bebidas, umas boas, outras más, dorme-se com as pessoas erradas, usam-se as roupas erradas, partilham-se experiências com as pessoas erradas.
São flashes atrás de flashes, os das câmaras fotográficas e os da memória no dia seguinte.
São remorsos e sorrisos, são facetas que já mais julgaríamos conhecer. Todos se transformam com a chegada do coelhinho da páscoa.
A euforia é geral e a loucura chega a todos. Eles e elas num molhe humano de corpos e emoções com sabor a champagne, cheiro a tabaco e paladar de cocaína.
A chegada do calor dá azo a devaneios de rua, danças com bêbados e dramas pessoais que de tão superficiais se tornam densos e pesados.
Não se pode confiar em ninguém... nem em nós mesmos! A embriagez é natural...
Simples II
Parece que ninguém tem noção do quanto as palavras, os gestos e os actos seduzem.
Pequenos pormenores que valem corações derretidos.
Pequenos pormenores que valem corações derretidos.
Saudades tuas
10 anos depois, passámos a viver juntos sem nunca estarmos juntos. Num silêncio único e infinito.
Memórias vagas de momentos felizes II
"Agora sim estou a sonhar contigo... nua, quente, enrolada em mim... Fdx... Tenho que te ter!"
Memórias vagas de momentos felizes I
"Estiveste aqui, agora, na minha cama, eu estive dentro de ti... agora mesmo.
Non vedo l'ora di encontrati... tu, lo, schiuma e champagne."
Non vedo l'ora di encontrati... tu, lo, schiuma e champagne."
quarta-feira, setembro 03, 2008
segunda-feira, setembro 01, 2008
Saberia bem
Não ter que direccionar nada.
Porque o que realmente todos queremos é que nos surpreendam. Que nos seduzam sem ser preciso mostrar o que queremos...
Porque o que realmente todos queremos é que nos surpreendam. Que nos seduzam sem ser preciso mostrar o que queremos...
domingo, agosto 31, 2008
Crash
sexta-feira, agosto 29, 2008
Me, Myself and I
Será que consegues contar, sem te perder, quantas vezes por dia dizes a palavra "eu" ou "meu"...?
segunda-feira, agosto 25, 2008
Juro!!!
Que se mais alguém me volta a perguntar se emagreci no Boom me salta a tampa!!
Não sou nem nunca fui uma mera imagem. Não me reduzam a isso.
Não sou nem nunca fui uma mera imagem. Não me reduzam a isso.
Só porque tu quiseste...
É tão feio atirar à cara o que se fez, simplesmente porque se quis fazer...
Porque será que quase sempre surge a necessidade de se cobrar o que se deu sem ninguém ter pedido nada?
Depois olha... lá vem a resposta amarga... "Ninguém te pediu nada..."
Era tão mais fofo se estas fricções fossem evitadas...
Porque será que quase sempre surge a necessidade de se cobrar o que se deu sem ninguém ter pedido nada?
Depois olha... lá vem a resposta amarga... "Ninguém te pediu nada..."
Era tão mais fofo se estas fricções fossem evitadas...
quarta-feira, agosto 20, 2008
Yes you are...
Apeteces-me. Não sei porquê, nem quero saber.
Simplesmente apeteces-me e isso basta.
Agrada-me a tua rudeza, a tua perspicácia, o teu empenho desinteressado.
És estupidamente envolvente, e sabe-lo bem!
Boom, Boom...
Simplesmente apeteces-me e isso basta.
Agrada-me a tua rudeza, a tua perspicácia, o teu empenho desinteressado.
És estupidamente envolvente, e sabe-lo bem!
Boom, Boom...
2008... Primeira impressão
Lamentavelmente, as sensação que me dá é que está tudo à procura de conflito...
Onde anda afinal o velho espírito?
Onde anda afinal o velho espírito?
Fases
1. Cama com bezanas tremendas.
2. Aumento da frequência e consequente diminuição do grau de alcoolémia.
Quer-me cá parecer que é nesta fase que a porca torce o rabo e que eles se assustam. Quando as fodas, apesar de boas, se aproximam do real.
2. Aumento da frequência e consequente diminuição do grau de alcoolémia.
Quer-me cá parecer que é nesta fase que a porca torce o rabo e que eles se assustam. Quando as fodas, apesar de boas, se aproximam do real.
quinta-feira, agosto 07, 2008
Não, não sou!
Para todos os que sempre me acharam uma menina e ainda por cima da noite (e não são poucos) aqui vai um esclarecimento sobre o Boom:
Não gosto de trance, nunca gostei. Música electrónica não é bem a minha praia, vou desde 1998 porque lá trabalho e porque, por mais que duvidem (e só o faz quem nunca lá foi), o Boom é realmente um mundo à parte e um ensinamento muito especial.
Depois... vão ser 12 dias a dormir em piso irregular, com muita sorte com uma inclinação inferior a 45º, a tomar banho de água fria, a comer pó, a trabalhar 12h (no mínimo) por dia e a mal comer.
Ah! E com 42º de calor à sombra!!!
That´s why i like it! It's tough and rough...
Não gosto de trance, nunca gostei. Música electrónica não é bem a minha praia, vou desde 1998 porque lá trabalho e porque, por mais que duvidem (e só o faz quem nunca lá foi), o Boom é realmente um mundo à parte e um ensinamento muito especial.
Depois... vão ser 12 dias a dormir em piso irregular, com muita sorte com uma inclinação inferior a 45º, a tomar banho de água fria, a comer pó, a trabalhar 12h (no mínimo) por dia e a mal comer.
Ah! E com 42º de calor à sombra!!!
That´s why i like it! It's tough and rough...
Cenas de Gaija
Ao me verem a fazer malas perguntaram:
" - Onde vais?
- Trabalhar para o Boom.
- Hum. Tanto tempo?
- Nem tanto. 12 dias.
- Hum...
- Hum porquê?!
- Nada, nada. Parece que vais um mês..."
Será?
Serão 3 camisolas, 3 casaquinhos, 2 casacos de malha, 2 casacos mais quentes, 13 tops variados, 1 calção, 7 mini-saias e saias, 5 vestidos e vestidinhos, 1 fato-macaco, 5 calças e meias-calças, 2 pijamas, 5 cintos, 4 bikinis, 3 pares de havaianas, 2 pares de ténis e alguma roupa interior demasiado?
Hahahahhahah
Ninguém percebe que gaija que é gaija tem que andar sempre linda e fresca no meio do pó?
O que vale é que não viram a bolsa dos necessair's ; )
" - Onde vais?
- Trabalhar para o Boom.
- Hum. Tanto tempo?
- Nem tanto. 12 dias.
- Hum...
- Hum porquê?!
- Nada, nada. Parece que vais um mês..."
Será?
Serão 3 camisolas, 3 casaquinhos, 2 casacos de malha, 2 casacos mais quentes, 13 tops variados, 1 calção, 7 mini-saias e saias, 5 vestidos e vestidinhos, 1 fato-macaco, 5 calças e meias-calças, 2 pijamas, 5 cintos, 4 bikinis, 3 pares de havaianas, 2 pares de ténis e alguma roupa interior demasiado?
Hahahahhahah
Ninguém percebe que gaija que é gaija tem que andar sempre linda e fresca no meio do pó?
O que vale é que não viram a bolsa dos necessair's ; )
Adorava perceber...
... porque é que são, na sua grande maioria, incapazes de manter uma relação normal após a extinção da fase cama...
Porque é que precisam de se afastar completamente, como se de uma doença contagiosa se tratasse...
É tão simples a reciprocidade e a manutenção de algo que passa da química à cumplicidade e amizade.
Ainda dizem que nós, mulheres, é que somos complicadas! Pois sim!
Porque é que precisam de se afastar completamente, como se de uma doença contagiosa se tratasse...
É tão simples a reciprocidade e a manutenção de algo que passa da química à cumplicidade e amizade.
Ainda dizem que nós, mulheres, é que somos complicadas! Pois sim!
Just like me
Porque é pela inspiração consequente à perda, que analiso a gravidade da mesma e o quanto foi importante ou não... na medida do que escrevo sobre, verifico o nível de importância do mesmo na minha simple life...
Conclusão final
Quando uma pessoa é dúbia e pouco clara nas suas palavras, nunca poderá ser sincera nas suas intenções e sentimentos.
Can you feel it?
Porque até sermos traídos pelos que amamos, chegamos à conclusão que todas as outras facadinhas são irrelevantes... até chateiam, mas não magoam.
Cansada
Na realidade começo a ficar cansada de me envolver e nada acontecer. De acreditar e de me desiludir. De descobrir que mais uma vez é tudo à base do mais forte e do mais fodido.
Não há lealdade. Não há sinceridade. Não há entrega.
Não há nada. Há a volatilidade.. parece que chega.
Não há lealdade. Não há sinceridade. Não há entrega.
Não há nada. Há a volatilidade.. parece que chega.
quarta-feira, julho 30, 2008
Open your eyes!
E heis se não quando mais uma porta se fecha bem no meio da minha fuça!
E heis se não quando a ilusão de uma amizade sólida se desmorona feita em pó... e tudo por causa do caralho de uma foda!
E assim se vê de que são feitas as pessoas...
E heis se não quando a ilusão de uma amizade sólida se desmorona feita em pó... e tudo por causa do caralho de uma foda!
E assim se vê de que são feitas as pessoas...
FDX!!!
Por mais que tente a puta da vida não me deixa ter outra hipótese se não ser egoísta e individualista e fria e o cara***!!!
sábado, julho 26, 2008
Porque depois da tempestade vem sempre a bonança!
And that's it... Um adeus para ti.
Tanta coisa para dizer.
O meu pensamento flúi a mil, tudo converge num labirinto de ideias, sentimentos e emoções a uma velocidade tão alucinante que quase não consigo distinguir o real do hiper-real.
Quero conseguir falar, quero conseguir traduzir tudo o que me vai na alma e não consigo. O verbo parece bloquear o sentido das palavras, a direcção das emoções, a cor das sensações. Tudo parece a duas dimensões e a preto e branco. Vai-se a criatividade, vai-se a surpresa, vai-se o imprevisível.
Por isso calo. Guardo. Esqueço.
Deixo pelo agravo tudo o que sinto. Para não me trair a mim mesma, porque o que digo nem sempre representa fielmente o que quero dizer. Da abundância surge sem explicação o deserto total de palavras e sentidos.
Por isso te escrevo. Por isso sempre escrevi. Porque apesar da minha escrita não conseguir acompanhar a velocidade do meu raciocínio, sempre consegue ser-lhe fiel no sentido.
Na verdade, nem sei se tenho alguma coisa para te dizer. Mas sei que quero partilhar algo.
Mesmo que sejam ideias vagas e confusas perdidas no meio da orla nebulosa que por vezes é a minha cabeça.
No meio da bruma me costumo encontrar e é esse rasgo de claridade que surge no meio da minha confusão que gosto de partilhar.
Sempre gostei de gostar. Sem medo, sempre me atirei de cabeça para tudo o que me faz sentir algo. Algo bom. Poderá até parecer estranho aos olhos de quem não consegue ler o que está para além do evidente, mas a realidade é que o que preciso para que isto aconteça é um clic tão pequeno que até poderá ser imperceptível e o que o alimenta é tão simples que quase sempre assusta quem não o vê nem interpreta.
Nada se pede. Tudo se recebe e mais ainda se dá.
Na verdade das coisas, há um medo que nos transcende e nos é inerente, algo que não consigo identificar e muito menos explicar, mas que nos impede de dar. Simplesmente. E mais ainda, nos impede de receber.
Na simplicidade das coisas parece que algo nos impede de respirar.
A entrega, total ou parcial, não se pode subjugar a qualquer tipo de jogo, castração ou intimidação. A vergonha ou desconfiança minam tudo… A entrega… será esta a palavra certa…?
Nunca deixámos de ser o que sempre fomos. Mas na verdade deixamos de ser fosse o que fosse. A não alteração de relação aparece-me agora como uma meia de vidro que embeleza mas embaça a figura. Paira a dúvida, a incerteza, a ausência de reciprocidade. Falta a liberdade. Para contigo. Para comigo.
Restringiu-se a área. Asfixiaram-se liberdades, à-vontades…
Não sei como o exprimir, mas o sentimento é de prisão.
Castrada na necessidade de ser sincera, honesta, irónica, expansiva… constantemente sou assaltada pelo medo permanente de perturbar, interferir ou desrespeitar limites.
Dou por mim a enganar-me a mim mesma. Para me proteger, para barrar algo que não me é permitido viver, não me é permitido sentir. E assusta-me a forma como tudo à minha volta se assusta com a transparência das palavras. Dos actos. Dos sentimentos.
Incomoda-me. Bastante. Cansa-me a constante necessidade de cálculo. O eterno jogo de xadrez. Não te distraias. Xeque-mate. Game over! You’re dead!
O meu pensamento flúi a mil, tudo converge num labirinto de ideias, sentimentos e emoções a uma velocidade tão alucinante que quase não consigo distinguir o real do hiper-real.
Quero conseguir falar, quero conseguir traduzir tudo o que me vai na alma e não consigo. O verbo parece bloquear o sentido das palavras, a direcção das emoções, a cor das sensações. Tudo parece a duas dimensões e a preto e branco. Vai-se a criatividade, vai-se a surpresa, vai-se o imprevisível.
Por isso calo. Guardo. Esqueço.
Deixo pelo agravo tudo o que sinto. Para não me trair a mim mesma, porque o que digo nem sempre representa fielmente o que quero dizer. Da abundância surge sem explicação o deserto total de palavras e sentidos.
Por isso te escrevo. Por isso sempre escrevi. Porque apesar da minha escrita não conseguir acompanhar a velocidade do meu raciocínio, sempre consegue ser-lhe fiel no sentido.
Na verdade, nem sei se tenho alguma coisa para te dizer. Mas sei que quero partilhar algo.
Mesmo que sejam ideias vagas e confusas perdidas no meio da orla nebulosa que por vezes é a minha cabeça.
No meio da bruma me costumo encontrar e é esse rasgo de claridade que surge no meio da minha confusão que gosto de partilhar.
Sempre gostei de gostar. Sem medo, sempre me atirei de cabeça para tudo o que me faz sentir algo. Algo bom. Poderá até parecer estranho aos olhos de quem não consegue ler o que está para além do evidente, mas a realidade é que o que preciso para que isto aconteça é um clic tão pequeno que até poderá ser imperceptível e o que o alimenta é tão simples que quase sempre assusta quem não o vê nem interpreta.
Nada se pede. Tudo se recebe e mais ainda se dá.
Na verdade das coisas, há um medo que nos transcende e nos é inerente, algo que não consigo identificar e muito menos explicar, mas que nos impede de dar. Simplesmente. E mais ainda, nos impede de receber.
Na simplicidade das coisas parece que algo nos impede de respirar.
A entrega, total ou parcial, não se pode subjugar a qualquer tipo de jogo, castração ou intimidação. A vergonha ou desconfiança minam tudo… A entrega… será esta a palavra certa…?
Nunca deixámos de ser o que sempre fomos. Mas na verdade deixamos de ser fosse o que fosse. A não alteração de relação aparece-me agora como uma meia de vidro que embeleza mas embaça a figura. Paira a dúvida, a incerteza, a ausência de reciprocidade. Falta a liberdade. Para contigo. Para comigo.
Restringiu-se a área. Asfixiaram-se liberdades, à-vontades…
Não sei como o exprimir, mas o sentimento é de prisão.
Castrada na necessidade de ser sincera, honesta, irónica, expansiva… constantemente sou assaltada pelo medo permanente de perturbar, interferir ou desrespeitar limites.
Dou por mim a enganar-me a mim mesma. Para me proteger, para barrar algo que não me é permitido viver, não me é permitido sentir. E assusta-me a forma como tudo à minha volta se assusta com a transparência das palavras. Dos actos. Dos sentimentos.
Incomoda-me. Bastante. Cansa-me a constante necessidade de cálculo. O eterno jogo de xadrez. Não te distraias. Xeque-mate. Game over! You’re dead!
segunda-feira, julho 21, 2008
Diz que sim...
Que me pareço com o tempo neste momento, diz que vai ferver mas aparenta-se gelado... É esperar.
sábado, julho 19, 2008
Porque recordar é viver...
Silence 4 - Old Letters (live at Pavilhao Multiusos)
Silence 4 - Angel Song (live at Pavilhao Multiusos)
A verdade da mentira
Porque todas as nossas mentiras não passam de manobras de convencimento e protecção de nós para nós.
Os outros são apenas um veículo para nos convencermos da verdade que menos nos magoa.
Os outros são apenas um veículo para nos convencermos da verdade que menos nos magoa.
segunda-feira, julho 14, 2008
Finittooo
Não consigo perceber o que dói mais... a rejeição ou o vazio que se instala pela incerteza das razões que levam alguém a desinteressar-se de nós.
domingo, julho 13, 2008
Ancorados
Na realidade acaba por ser totalmente artificial esta sensação de segurança emocional que surge quando se depende de alguém, quando se conta com esse alguém enquanto pertencente e porto seguro... não deixa de ser apenas uma falsa sensação esta a de não necessitarmos só de nós para nos sentirmos bem...
Ansiedade mundana
Porque o anseio pelo amor está cada vez mais iminente em cada um de nós... quer queiramos quer não a sua força alimenta um dos maiores fundamentalismos da modernidade... a mecessidade de receber amor... seja como for.
quarta-feira, julho 09, 2008
terça-feira, julho 08, 2008
Nada de mais
Aquietando almas mais desassossegadas com os posts dos últimos dias, não é um problema de auto-estima, que essa sempre esteve sossegadinha e bem alimentada, porque verdade seja dita, eu sou mais eu, são apenas constatações de atitudes com as quais tenho que me confrontar e por vezes até habituar, verificações de medos que também por vezes são os meus e que mal ou bem fazem parte da natureza humana...
segunda-feira, julho 07, 2008
Pensamento do dia
A intensidade não quer dizer eternidade, muito menos compromisso ou claustrofobia.
O medo de sentir acaba por impedir a fluência daquilo que nos pode fazer bem.
O medo de sentir acaba por impedir a fluência daquilo que nos pode fazer bem.
Bingo
Cansada de resistir e de impedir que as coisas acontecessem, cansada de ser a dama de ferro, deixei a porta abrir... claro está que me magoei... não fosse eu certeira em todas as previsões menos no totoloto!
Que nervos!
Numa fase em que a gaija anda numa carência extrema, em que leva com os pés e nada dá certo, parece que o mundo se reuniu para me mostrar o quão está feliz e em sintonia... tudo se apaixona, tudos se declara, tudo é correspondido, tudo torna os sonhos em realidade, tudo se junta, tudo se casa, tudo pare!!!
Aiiiii! Que inveja!!
Aiiiii! Que inveja!!
terça-feira, julho 01, 2008
Porque o sexo vende
Vende e rejeita.
Porque nos ensinam a pensar que o sexo é uma necessidade, porque nos ensinam a explorar os nossos corpos e os alheios... na realidade é o que dá saída a todo o tipo de frustrações... o sexo converte-se por vezes numa fonte adicional de tensão e ansiedade pelo acto estar cada vez mais desprovido de entrega ou respeito.
E aí os comportamentos que nos parecem absurdos e sem lógica vêm ao de cima e impedem-nos de sentir... pior ainda... de fazer sentir.
Porque nos ensinam a pensar que o sexo é uma necessidade, porque nos ensinam a explorar os nossos corpos e os alheios... na realidade é o que dá saída a todo o tipo de frustrações... o sexo converte-se por vezes numa fonte adicional de tensão e ansiedade pelo acto estar cada vez mais desprovido de entrega ou respeito.
E aí os comportamentos que nos parecem absurdos e sem lógica vêm ao de cima e impedem-nos de sentir... pior ainda... de fazer sentir.
Tudo muda
Tão depressa é tudo tão descomplicado, simples, reciproco e fluido... os sorrisos descorrem, os olhos brilham e a pele arrepia-se... A confiança transborda e a partilha é intensa...
Como no momento seguinte já nada tem valor. Volta a solidão, a rejeição, a tristeza. Dói. Queima o sangue que me corre nas veias...
Perder o pouco que se conquistou magoa mais do que a decepção de não se ser correspondida...
A conclusão é que ninguém suporta a verdade dos outros... sem capas...
Como no momento seguinte já nada tem valor. Volta a solidão, a rejeição, a tristeza. Dói. Queima o sangue que me corre nas veias...
Perder o pouco que se conquistou magoa mais do que a decepção de não se ser correspondida...
A conclusão é que ninguém suporta a verdade dos outros... sem capas...
That´s it...
Nada me poderia descrever melhor neste momento se não esta frase:
"...viaja ao longo de uma linha frágil entre os desejos de mulher e uma falsa ilustração dela..."
"...viaja ao longo de uma linha frágil entre os desejos de mulher e uma falsa ilustração dela..."
KUBIK - A não perder!!
Teatro Aveirense
21h30
KUBIK foca em primeiro, formas em multiplicação.
Numa segunda perspectiva encontra-se o indivíduo ocupado com a solidão.
O espaço entre estas duas perspectivas é onde a luz se dissolve.
Formas visíveis de elementos singulares cruzam com complexidades do ego emocional.
KUBIK é um "Pas de Deux" da calma exterior com a luta interior.
KUBIK viaja ao longo de uma linha frágil entre os desejos de mulher e uma falsa ilustração dela.
Coreografia: Lara Pereira
Coach: Ludger Lamers
Assistente de coreografia: Ana Cláudia Capela
Interpretes: Lara Pereira, Ana Cláudia Capela, Inês Negrão, Luciana Dias e Mª João Martins
Música: Tiago Cerqueira
Desenho de Luz: António Costa
Video: Rafael Reigota
Set Design: Sandro Marques
quarta-feira, junho 25, 2008
Voltei voltei!!!
Depois de um Encontro de Alternativas maravilhoso, de 3 semanas sem pc e de uma ainda animada festa de são pedro... cá estou eu, finalmente com um minuto para vos actualizar sobre o que têm sido os dias desta eterna mas feliz errante...
quinta-feira, junho 05, 2008
Jogas?
Juro que percebo perfeitamente porque é que a maioria, se não a totalidade, cai em tentação e opta pela velha máxima: "Se não podes com eles, junta-te a eles e sê como eles"...
Dói ser diferente. Magoa ser excluído. Marca ser ignorado...
Dói ser diferente. Magoa ser excluído. Marca ser ignorado...
terça-feira, junho 03, 2008
Quero
Só quero agradecer o facto de ter voltado a sentir. Já me fazia falta a sensação de prazer imediato e de reciprocidade.
Que a semana seja curta porque a vontade voltou com força de furacão e o desejo já me arrepia a pele...
O cheiro é inebriante e não me quer abandonar os lábios... Quero.
Que a semana seja curta porque a vontade voltou com força de furacão e o desejo já me arrepia a pele...
O cheiro é inebriante e não me quer abandonar os lábios... Quero.
terça-feira, maio 27, 2008
Conversas paralelas
- Diz.
- O quê?
- Diz.
- Porquê?
- Porque sim. Diz.
- Ok. Aguentas?
- Sim.
- Então aqui vai: Quero-te.
- Queres? Como?
- Como tu quiseres. Mas quero.
- Ok. Aqui me tens.
- O quê?
- Diz.
- Porquê?
- Porque sim. Diz.
- Ok. Aguentas?
- Sim.
- Então aqui vai: Quero-te.
- Queres? Como?
- Como tu quiseres. Mas quero.
- Ok. Aqui me tens.
E quando tropeças no vestido...
Lá se vai o encanto.
Passas de bela a monstro em 2 segundos!
Depois recuperas o mínimo de reputação nos próximos 5 anos...
Passas de bela a monstro em 2 segundos!
Depois recuperas o mínimo de reputação nos próximos 5 anos...
terça-feira, maio 20, 2008
JUST - Take Two
Toca-a devagar. Percorre-lhe o corpo num afago leve e doce.
Suspira sobre a sua pele, arrepiando-a. O seu bafo cálido, agridoce vagueia pela sua nuca, pelas suas costas, pelo seu ventre, na procura das suas entranhas.
Ele saboreia-a devagar, paciente e metódicamente, num misto de transe e prazer.
A sua pele suada funde-se com a dela, numa temperatura sofrega e sufocante.
Fundem-se, diluem-se, tornam-se num só embalados por um movimento cadênciado, quase melódico.
Amam-se.
Respiram-se.
Saboreiam-se.
Dilatam-se um no outro, tranformam-se numa vontade inesgotável de eterno estado de equilibrio quase perfeito.
Ela suspira. Ele sorri. Esgotados, respiram em silêncio. De alma leve, lavada.
Morrem na cama onde antes recuperaram a vida.
Dormem o sono dos completos, dos satisfeitos. Sorriem e arrepiam-se só de pensar no prazer das coisas simples.
Suspira sobre a sua pele, arrepiando-a. O seu bafo cálido, agridoce vagueia pela sua nuca, pelas suas costas, pelo seu ventre, na procura das suas entranhas.
Ele saboreia-a devagar, paciente e metódicamente, num misto de transe e prazer.
A sua pele suada funde-se com a dela, numa temperatura sofrega e sufocante.
Fundem-se, diluem-se, tornam-se num só embalados por um movimento cadênciado, quase melódico.
Amam-se.
Respiram-se.
Saboreiam-se.
Dilatam-se um no outro, tranformam-se numa vontade inesgotável de eterno estado de equilibrio quase perfeito.
Ela suspira. Ele sorri. Esgotados, respiram em silêncio. De alma leve, lavada.
Morrem na cama onde antes recuperaram a vida.
Dormem o sono dos completos, dos satisfeitos. Sorriem e arrepiam-se só de pensar no prazer das coisas simples.
segunda-feira, maio 19, 2008
JUST - Take One
Ele chega de mansinho, quase imperceptível até para si mesmo.Abre a porta do quarto.
O calor é intenso, pesado, abafado, asfixiante.
O corpo dela transpira abandonado em cima da cama meio desfeita, gritando por um toque, por um carinho, por um suspiro cálido que a faça arrepiar.
O tom metal e escuro do quarto apenas é rasgado pela projecção das sombras animadas pela luz da rua... silhuetas imperfeitas.
Ele sustém-se diante dela. Observa-a. Respira com ela, estremece com ela.
Aos poucos vai-se aproximando do seu corpo, sentindo o seu cheiro, o seu calor. Deseja-a.
Despe-se e deita-se a seu lado mas sem sequer lhe tocar. O seu cheiro é doce, quente e forte, o que lhe provoca um milhão de sensações e vontades. Olha-a com tanta intensidade quanto o desejo que sente, de tal forma que acaba por acordá-la...
Just feel it
Apetece às vezes mandar tudo pro esquecimento e deixar que a maré nos leve... Just feel...!
Muro das lamentações
A vida não é justa para ninguém, todos nós, e cada um à sua maneira, enfrentamos um monte de problemas, uns com maior capacidade de encaixe, outros com menor... Agora o facto é que nada nos dará algum dia o direito de menosprezar os problemas dos outros ou pensar que nada valem perto dos nossos... esse comportamento assusta pelo seu reflexo fiel do que na realidade vai dentro de quem se acha o maior mártir da terra...
Nada
Porque na realidade nem nos apercebemos que nem nós mesmos sabemos o que realmente nos vai na alma... Se é que nos vai alguma coisa...
sábado, maio 10, 2008
Ciúmes
Por mais que nada tenhamos a ver com a pessoa em questão, o simples facto de já termos partilhado cama permite-nos automatica e inconscientemente o sentimento de posse, de pertença.
Ora quando nos aparece com uma namorada, o sentimento é de fúria...
Resta saber se serão ciúmes ou pena de estar temparáriamente indisponivel!
Ora quando nos aparece com uma namorada, o sentimento é de fúria...
Resta saber se serão ciúmes ou pena de estar temparáriamente indisponivel!
Contribua, vai ver que não dói nada!
Este ano decidimos realizar o Jornal Alternativo, de distribuição gratuita, com toda a programação detalhada sobre tudo o que se vai passar neste 3º Encontro de Alternativas em Sintra.
Mas como não há bela sem senão, ainda não temos os dinheiro suficiente para pagar a impressão do jornal e vimos então por este meio apelar à solidariedade de todos e pedir uma contribuição, seja ela de 1€!!!
Todos os que nos ajudarem estarão a contribuir para a divulgação do Encontro e para o esclarecimento e informação do público em geral e serão devidamente referenciados nos agradecimentos finais.
Ajudem-nos a construir informação ; )
Todos e quaisquer donativos deverão ser depositados na conta da Voando em Cynthia e quem precisar receberá o respectivo recibo como comprovativo da doação ; )
Segue o NIB: 0033/0000/4535/5048/0560/5 - Voando em Cynthia Associação Cultural
Obrigada!
Voando em Cynthia, Associação Cultural - Arte, Educação e Ambiente encontroalternativas@sapo.pt
encontroalternativas@gmail.com
http://encontroalternativas.blogspot.com/
Mas como não há bela sem senão, ainda não temos os dinheiro suficiente para pagar a impressão do jornal e vimos então por este meio apelar à solidariedade de todos e pedir uma contribuição, seja ela de 1€!!!
Todos os que nos ajudarem estarão a contribuir para a divulgação do Encontro e para o esclarecimento e informação do público em geral e serão devidamente referenciados nos agradecimentos finais.
Ajudem-nos a construir informação ; )
Todos e quaisquer donativos deverão ser depositados na conta da Voando em Cynthia e quem precisar receberá o respectivo recibo como comprovativo da doação ; )
Segue o NIB: 0033/0000/4535/5048/0560/5 - Voando em Cynthia Associação Cultural
Obrigada!
Voando em Cynthia, Associação Cultural - Arte, Educação e Ambiente encontroalternativas@sapo.pt
encontroalternativas@gmail.com
http://encontroalternativas.blogspot.com/
sábado, maio 03, 2008
quinta-feira, maio 01, 2008
Programação III Encontro de Alternativas em Sintra
SEXTA-FEIRA 30 DE MAIO
15h Abertura
17h Inauguração Oficial
Oficinas:
Das 15h às 20h
15h às 20h Pintura Facial – Ana Penitência
16h às 19h30 Marionetas com material reciclado – Inês Clematis
16h Fórum social – EclipseArt
17h Fiação – Fátima Amorim
18h Plantas Medicinais – Fernanda Botelho
18h Ilustração a 3 dimensões – Margarida Botelho
19h World Art – EclipseArt
Palestras:
Das 16h às 20h
16h Permacultura – Jorge Crespo
17h Energias para aplicações sustentáveis – Francis Thompson
18h Astrologia como caminho da evolução – João Pires
19h Espirais de vida – Susana Pinho
Massagens (por marcação):
Das 16h às 20h
Massagem Biodinâmica
Massagem Breuss
Massagem Sacro-craniana
Massagem de Relaxamento
Reiki
Massagem de Som com Taças Tibetanas
Shiatsu
Massagem Chinesa – TuiNa
Massagem Ayurvédica
Massagem Terapêutica
Massagem Dorn
Indian Head Massage
Reflexologia (pés)
Cristaloterapia
Artesanato, Produtos Biológicos e Associações
Das 15h às 23h
Exposição Colectiva de Fotografia
Das 15h às 20h
Manuel Pessoa Lopes
Nuno Palha
Pauliana Valente
Práticas:
17h Viagem Xamânica
18h30 Yoga
19h30 Chi-Kung
Dança:
21h Nomade – Oriental, fusão
Poesia:
18h às 18h30 Luís Sarmento
Música:
19h Timeless Jazz Quartet - Jazz
22h The Most Wanted – Reggae / Ska
Música no recinto:
Das 15h às 22h
Farra Fanfarra – Jam Band / Jazz / Ska
Cozinha Vegetariana:
Das 15h às 22h
SÁBADO 31 DE MAIO
Oficinas:
Das 10h30 às 19h30
10h30 às 19h30 Marionetas com material reciclado – Inês Clematis
11h às 20h Pintura Facial – Ana Penitência
14h Construção de Assadores Solares de Enchidos – Júlio Piscarreta
15h30 às 16h30 Linguagem Criativa – Ana Paulico e Giancarlo de Aguiar
16h às 17h30 Teatro – Rui Mário
16h Ilustração a 3 dimensões – Margarida Botelho
16h Fórum social – EclipseArt
17h às 18h30 Danças Europeias – Alagamares
18h às 19h30 Dança do Ventre – Teresa Tavares
19h World Art – EclipseArt
19h Indian Head Massage - Sam Santos
Palestras:
Das 11h às 19h
11h A importância da massagem em Mulheres grávidas e adolescentes – Sam Santos
12h Património Sintrense –Alagamares
14h Alinhamento de Chakras – José António Ribeiro
15h Visualização curativa – Marisa Oliveira
16h Florais de Minas (Brasil) – Marisa Oliveira
17h VITAC: Vivenciar talentos e auto-conhecimento – Ana Pulino e Giancarlo de Aguiar
18h As verdades das religiões e o encontro das civilizações – Madalena Cavaleiro e Pedro Tavares D’Almeida
19h Mitologia da paisagem – Luís Sarmento
20h Lançamento da Revista “Nova Águia” da Associação Agostinho da Silva
Massagens (por marcação)
Das 10h às 12h30, das 15h às 20h
Massagem Biodinâmica
Massagem Breuss
Massagem Sacro-craniana
Massagem de Relaxamento
Reiki
Massagem de Som com Taças Tibetanas
Shiatsu
Massagem Chinesa – TuiNa
Massagem Ayurvédica
Massagem Terapêutica
Massagem Dorn
Indian Head Massage
Reflexologia (pés)
Cristaloterapia
Artesanato, Produtos Biológicos e Associações
Das 10h às 23h
Exposição Colectiva de Fotografia
Das 10h às 20h
Manuel Pessoa Lopes
Nuno Palha
Pauliana Valente
Práticas:
11h Yoga para grávidas
16h30 Viagem Xamanica
19h30 Chi-Kung
Dança:
21h Uterus – Oriental, contemporâneo
Teatro:
15h30 Teatro Tapa Furos “Estórias Aluadas” – Teatro Infantil
Poesia:
16h às 16h30 Meninos d’avó
Música:
17h QB – Música Portuguesa
19h30 Yemanjazz – Afro-beat / Jazz / Regional Mexican
22h Peace Revolution – Experimental / Electrónica / Indie
Cozinha Vegetariana:
Das 10h às 22h
DOMINGO 1 DE JUNHO
Oficinas:
Das 10h às 20h
10h às 20h Pintura Facial – Ana Penitência
10h às 19h30 Marionetas com material reciclado – Inês Clematis
11h às 12h30 “Criar-te” Brincar com expressão – Ana Paulico e Giancarlo de Aguiar
11h às 13h Caça Sonhos – Sílvia Barbosa
12h às 13h Leitura natural da Aura (crianças) – Susana Pinho
12h às 13h Tablas – Marcos Félix
14h Construção de assadores Solares de enchidos – Júlio Piscarreta
15h às 18h (Sala de Exposições) Resgate a sua Criança Interior – Marisa Oliveira
16h Fórum social – EclipseArt
17h às 18h Dança do ventre – Teresa Tavares
17h às 18h Plantas medicinais (crianças) – Fernanda Botelho
19h World Art – EclipseArt
19h Cosmética Natural para adolescentes – Sam Santos
19h às 20h Danças Europeias – Alagamares
Palestras:
Das 11h às 18h
11h Biorgonomia – Alda Arnauth e Luís Filipe Pereira – Centro de Paz
12h Meditação raja-yoga: uma experiência de paz – Luís Fernandes – BK
14h O caminho e as práticas espirituais – Miguel Guimarães
15h As Doulas na humanização do parto – Carla Silveira, Catarina Pardal e Susana Pinho
16h Linguagem da cor – Yasmin
17h Crianças Estrela – Susana Pinho
18h As crianças: Um universo de amor – Lucília Plácido
Massagens (por marcação):
Das 10h às 12h30, das 15h às 20h
Massagem Biodinâmica
Massagem Breuss
Massagem Sacro-craniana
Massagem de Relaxamento
Reiki
Massagem de Som com Taças Tibetanas
Shiatsu
Massagem Chinesa – TuiNa
Massagem Ayurvédica
Massagem Terapêutica
Massagem Dorn
Indian Head Massage
Reflexologia (pés)
Cristaloterapia
Artesanato, Produtos Biológicos e Associações
Das 10h às 22h
Exposição Colectiva de Fotografia
Das 10h às 20h
Manuel Pessoa Lopes
Nuno Palha
Paulina Valente
Práticas:
14h Viagem Xamânica com Som (crianças e adultos)
18h30 Yoga para crianças
19h30 Chi-Kung
Teatro:
15h Caixinha de Música – Teatro Infantil com música ao vivo
16h30 Histórias de Assustar e Rir – Teatro Infantil
Poesia:
18h às 19h30
Música:
17h Atma – Acoustic / Root Music / Fusion
19h30 Pedro Madaleno Trio “Dissidentes” – Jazz / Rock
20h (Sala Polivalente) Aurora – Filme mudo com banda sonora ao vivo
21h30 Katharsis - Ska/ Reggae
Música no Recinto
Das 15h às 21h30
Djamboonda – Música Tradicional Africana
Cozinha Vegetariana
Das 10h às 22h
Nos Jardins da Biblioteca Municipal de Sintra - Casa Mantero - Junto à Estação da CP de Sintra
Entrada Livre
15h Abertura
17h Inauguração Oficial
Oficinas:
Das 15h às 20h
15h às 20h Pintura Facial – Ana Penitência
16h às 19h30 Marionetas com material reciclado – Inês Clematis
16h Fórum social – EclipseArt
17h Fiação – Fátima Amorim
18h Plantas Medicinais – Fernanda Botelho
18h Ilustração a 3 dimensões – Margarida Botelho
19h World Art – EclipseArt
Palestras:
Das 16h às 20h
16h Permacultura – Jorge Crespo
17h Energias para aplicações sustentáveis – Francis Thompson
18h Astrologia como caminho da evolução – João Pires
19h Espirais de vida – Susana Pinho
Massagens (por marcação):
Das 16h às 20h
Massagem Biodinâmica
Massagem Breuss
Massagem Sacro-craniana
Massagem de Relaxamento
Reiki
Massagem de Som com Taças Tibetanas
Shiatsu
Massagem Chinesa – TuiNa
Massagem Ayurvédica
Massagem Terapêutica
Massagem Dorn
Indian Head Massage
Reflexologia (pés)
Cristaloterapia
Artesanato, Produtos Biológicos e Associações
Das 15h às 23h
Exposição Colectiva de Fotografia
Das 15h às 20h
Manuel Pessoa Lopes
Nuno Palha
Pauliana Valente
Práticas:
17h Viagem Xamânica
18h30 Yoga
19h30 Chi-Kung
Dança:
21h Nomade – Oriental, fusão
Poesia:
18h às 18h30 Luís Sarmento
Música:
19h Timeless Jazz Quartet - Jazz
22h The Most Wanted – Reggae / Ska
Música no recinto:
Das 15h às 22h
Farra Fanfarra – Jam Band / Jazz / Ska
Cozinha Vegetariana:
Das 15h às 22h
SÁBADO 31 DE MAIO
Oficinas:
Das 10h30 às 19h30
10h30 às 19h30 Marionetas com material reciclado – Inês Clematis
11h às 20h Pintura Facial – Ana Penitência
14h Construção de Assadores Solares de Enchidos – Júlio Piscarreta
15h30 às 16h30 Linguagem Criativa – Ana Paulico e Giancarlo de Aguiar
16h às 17h30 Teatro – Rui Mário
16h Ilustração a 3 dimensões – Margarida Botelho
16h Fórum social – EclipseArt
17h às 18h30 Danças Europeias – Alagamares
18h às 19h30 Dança do Ventre – Teresa Tavares
19h World Art – EclipseArt
19h Indian Head Massage - Sam Santos
Palestras:
Das 11h às 19h
11h A importância da massagem em Mulheres grávidas e adolescentes – Sam Santos
12h Património Sintrense –Alagamares
14h Alinhamento de Chakras – José António Ribeiro
15h Visualização curativa – Marisa Oliveira
16h Florais de Minas (Brasil) – Marisa Oliveira
17h VITAC: Vivenciar talentos e auto-conhecimento – Ana Pulino e Giancarlo de Aguiar
18h As verdades das religiões e o encontro das civilizações – Madalena Cavaleiro e Pedro Tavares D’Almeida
19h Mitologia da paisagem – Luís Sarmento
20h Lançamento da Revista “Nova Águia” da Associação Agostinho da Silva
Massagens (por marcação)
Das 10h às 12h30, das 15h às 20h
Massagem Biodinâmica
Massagem Breuss
Massagem Sacro-craniana
Massagem de Relaxamento
Reiki
Massagem de Som com Taças Tibetanas
Shiatsu
Massagem Chinesa – TuiNa
Massagem Ayurvédica
Massagem Terapêutica
Massagem Dorn
Indian Head Massage
Reflexologia (pés)
Cristaloterapia
Artesanato, Produtos Biológicos e Associações
Das 10h às 23h
Exposição Colectiva de Fotografia
Das 10h às 20h
Manuel Pessoa Lopes
Nuno Palha
Pauliana Valente
Práticas:
11h Yoga para grávidas
16h30 Viagem Xamanica
19h30 Chi-Kung
Dança:
21h Uterus – Oriental, contemporâneo
Teatro:
15h30 Teatro Tapa Furos “Estórias Aluadas” – Teatro Infantil
Poesia:
16h às 16h30 Meninos d’avó
Música:
17h QB – Música Portuguesa
19h30 Yemanjazz – Afro-beat / Jazz / Regional Mexican
22h Peace Revolution – Experimental / Electrónica / Indie
Cozinha Vegetariana:
Das 10h às 22h
DOMINGO 1 DE JUNHO
Oficinas:
Das 10h às 20h
10h às 20h Pintura Facial – Ana Penitência
10h às 19h30 Marionetas com material reciclado – Inês Clematis
11h às 12h30 “Criar-te” Brincar com expressão – Ana Paulico e Giancarlo de Aguiar
11h às 13h Caça Sonhos – Sílvia Barbosa
12h às 13h Leitura natural da Aura (crianças) – Susana Pinho
12h às 13h Tablas – Marcos Félix
14h Construção de assadores Solares de enchidos – Júlio Piscarreta
15h às 18h (Sala de Exposições) Resgate a sua Criança Interior – Marisa Oliveira
16h Fórum social – EclipseArt
17h às 18h Dança do ventre – Teresa Tavares
17h às 18h Plantas medicinais (crianças) – Fernanda Botelho
19h World Art – EclipseArt
19h Cosmética Natural para adolescentes – Sam Santos
19h às 20h Danças Europeias – Alagamares
Palestras:
Das 11h às 18h
11h Biorgonomia – Alda Arnauth e Luís Filipe Pereira – Centro de Paz
12h Meditação raja-yoga: uma experiência de paz – Luís Fernandes – BK
14h O caminho e as práticas espirituais – Miguel Guimarães
15h As Doulas na humanização do parto – Carla Silveira, Catarina Pardal e Susana Pinho
16h Linguagem da cor – Yasmin
17h Crianças Estrela – Susana Pinho
18h As crianças: Um universo de amor – Lucília Plácido
Massagens (por marcação):
Das 10h às 12h30, das 15h às 20h
Massagem Biodinâmica
Massagem Breuss
Massagem Sacro-craniana
Massagem de Relaxamento
Reiki
Massagem de Som com Taças Tibetanas
Shiatsu
Massagem Chinesa – TuiNa
Massagem Ayurvédica
Massagem Terapêutica
Massagem Dorn
Indian Head Massage
Reflexologia (pés)
Cristaloterapia
Artesanato, Produtos Biológicos e Associações
Das 10h às 22h
Exposição Colectiva de Fotografia
Das 10h às 20h
Manuel Pessoa Lopes
Nuno Palha
Paulina Valente
Práticas:
14h Viagem Xamânica com Som (crianças e adultos)
18h30 Yoga para crianças
19h30 Chi-Kung
Teatro:
15h Caixinha de Música – Teatro Infantil com música ao vivo
16h30 Histórias de Assustar e Rir – Teatro Infantil
Poesia:
18h às 19h30
Música:
17h Atma – Acoustic / Root Music / Fusion
19h30 Pedro Madaleno Trio “Dissidentes” – Jazz / Rock
20h (Sala Polivalente) Aurora – Filme mudo com banda sonora ao vivo
21h30 Katharsis - Ska/ Reggae
Música no Recinto
Das 15h às 21h30
Djamboonda – Música Tradicional Africana
Cozinha Vegetariana
Das 10h às 22h
Nos Jardins da Biblioteca Municipal de Sintra - Casa Mantero - Junto à Estação da CP de Sintra
Entrada Livre
Gelo total!
Serei eu a única farta, ou melhor, fartinha de ver a cara pouco convincente da mãe da Maddie McCann a dizer onde está a minha menina?
domingo, abril 27, 2008
sexta-feira, abril 25, 2008
Last nigth report
O calor finalmente chegou e eu pude estrear aquele vestido maravilhoso que estava há quase um ano à espera de ser vestido.
O efeito foi o esperado. Arrasou.
A noite desenrolou-se sem acontecimentos inesperados, seguiram-se inaugurações, ver e ser visto, encontros despropositados, conversas inusitadas, beijos descontrolados e mentiras de conveniência.
O calor touxe o desejo dos corpos, a sensualidade das formas, a voracidade dos olhares. A tesão esteve no ar...
Muito álcool, muita música, muita dança depois, o dia amanheceu nítido, quente, apelativo à insónia...
Os corpos encontraram-se e segredaram desejos que ficaram suspensos numa qualquer hora destes dias e noites com cheiro de verão e sabor a sal...
O efeito foi o esperado. Arrasou.
A noite desenrolou-se sem acontecimentos inesperados, seguiram-se inaugurações, ver e ser visto, encontros despropositados, conversas inusitadas, beijos descontrolados e mentiras de conveniência.
O calor touxe o desejo dos corpos, a sensualidade das formas, a voracidade dos olhares. A tesão esteve no ar...
Muito álcool, muita música, muita dança depois, o dia amanheceu nítido, quente, apelativo à insónia...
Os corpos encontraram-se e segredaram desejos que ficaram suspensos numa qualquer hora destes dias e noites com cheiro de verão e sabor a sal...
quarta-feira, abril 23, 2008
Balance
sábado, abril 19, 2008
O mais belo "fora" de sempre!
"Do silêncio fez-se música, que a musa, essa, nunca se mostra... em som és tema de sonhos dançantes que esta história quer um sono tranquilo...
Quem sabe um dia? Até lá."
Resta-me agradecer a sensibilidade e marterizar-me por deixar fugir tão profundas vontades...
Quem sabe um dia? Até lá."
Resta-me agradecer a sensibilidade e marterizar-me por deixar fugir tão profundas vontades...
Good girls VS Bad girls
quarta-feira, abril 16, 2008
Shame on you!
É nestas alturas que tenho real e sinceramente vergonha de ser portuguesa.
Quando estão prestes a abrir as portas de mais um centro comercial, que apenas difere em área de todos os outros 550 mil existentes neste podre país (queria dizer pobre, mas ao reler o post reparei que o meu acto falhado reflecte exactamente a ironia que queria transmitir em pobre), e a impaciência do meu querido povo faz com que não se contenham até à hora indicada de entrada e abalroem portas, pessoas, barreiras físicas, para num explosivo estado de euforia serem os primeiros a pisar a escada rolante por entre berros, vivas e esgares de ganância e sociopatismo latente crónico!
Socorro!
Quando estão prestes a abrir as portas de mais um centro comercial, que apenas difere em área de todos os outros 550 mil existentes neste podre país (queria dizer pobre, mas ao reler o post reparei que o meu acto falhado reflecte exactamente a ironia que queria transmitir em pobre), e a impaciência do meu querido povo faz com que não se contenham até à hora indicada de entrada e abalroem portas, pessoas, barreiras físicas, para num explosivo estado de euforia serem os primeiros a pisar a escada rolante por entre berros, vivas e esgares de ganância e sociopatismo latente crónico!
Socorro!
Lost in my self
Porque na verdade o que me atormenta é uma roda viva de ideias, de vontades, desejos e necessidades, que deixo que sejam abalroadas por uma preguiça infinita, uma inércia que me paralisa, que me deixa sem respirar...
Por isso estou cansada. Isto de lutar contra um dos pecados capitais não é nada fácil.
Por isso estou cansada. Isto de lutar contra um dos pecados capitais não é nada fácil.
Respect Bro! Respect!
Será assim tão complicado perceber que há coisas que por serem intímas estão longe do entendimento alheio e que a sua incompreensão pelos demais não justifica jamais o desrespeito pela necessidade de estarmos connosco próprios, simplesmente...
Respect. Just!
Respect. Just!
Fast friend
Surpreende-me, cada vez e negativamente, a facilidade com que as pessoas fazem e desfazem laços, empatias, supostas amizades.
Entristece-me a permanente mira, pronta a disparar, a forma descompromissada com que se cospe no prato em que já se comeu e que até já deu de comer...
É tudo cada vez mais irreal, a virtualidade das relações desfizeram por completo os laços... vivemos de acfectos e relações junkie fast...
Entristece-me a permanente mira, pronta a disparar, a forma descompromissada com que se cospe no prato em que já se comeu e que até já deu de comer...
É tudo cada vez mais irreal, a virtualidade das relações desfizeram por completo os laços... vivemos de acfectos e relações junkie fast...
Contradições
Eu cá não posso impor a minha vontade sobre a dos outros, que me cai logo o Carmo e a Trindade em cima, já os outros podem contestar as minhas opiniões e impor-se sobre mim, que já nada de autoritário há nisso!
Está certo!!
Está certo!!
Do not do it...
Quando me dizem que não precisam da minha ajuda não sei se hei-de ficar lisonjeada por me estarem a poupar ou irritada por me estarem a dispensar.
O que é certo é que me magoa.
O que é certo é que me magoa.
sexta-feira, abril 11, 2008
Criatividade
O problema não é as ideias passarem de mão em mão... o problema é a forma como as pessoas usurpam as ideias...
segunda-feira, março 31, 2008
Dependências
Mata-me outra vez....
"Fala-me um pouco mais,
Era tão bom ficar,
O mal é que eu já não sei quem eu sou,
Eu não sei se eu sou capaz,
De me ouvir.
Fala-me um pouco mais,
Era tão bom subir,
E dar o que eu nunca dei a ninguém.
Sei que é bom teu travo a tudo,
O que é mortal.
Já agora,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Mata-me outra vez!
Tudo tem um fim,
E aqui não há,
Ninguém que possa ter o mundo,
Para dar.
Se um dia voltar,
Vai ser só mais uma forma,
De me ausentar,
Daquilo em que eu não,
Quero pensar.
Já tudo teve um fim,
Já que eu,
Estou por cá,
Eu digo como é fácil,
Para mim se já não dá.
Sei que é bom teu travo a tudo,
O que é mortal.
Já agora,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Mata-me outra vez!
Páro de andar,
Páro p'ra te ouvir.
Páro para ver se é bom p'ra mim.
Se é melhor so que uma vida,
Tão só e prenha de ninguém.
E vejo que é bom dizer,
Páro p'ra te ouvir.
Mas foi só,
Para ver,
Se o futuro é para nós.
Para quem tem o mesmo mal de,
Não saber amar.
Falo que,
Pensar em mim,
É cura e faz-me acordar.
Ou dormir.
Fala-me um pouco mais,
Era tão bom subir,
E dar o que eu nunca dei a nimguém.
Sei que é bom teu travo a tudo,
O que é mortal.
Já agora,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez."
Ornatos Violeta
Era tão bom ficar,
O mal é que eu já não sei quem eu sou,
Eu não sei se eu sou capaz,
De me ouvir.
Fala-me um pouco mais,
Era tão bom subir,
E dar o que eu nunca dei a ninguém.
Sei que é bom teu travo a tudo,
O que é mortal.
Já agora,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Mata-me outra vez!
Tudo tem um fim,
E aqui não há,
Ninguém que possa ter o mundo,
Para dar.
Se um dia voltar,
Vai ser só mais uma forma,
De me ausentar,
Daquilo em que eu não,
Quero pensar.
Já tudo teve um fim,
Já que eu,
Estou por cá,
Eu digo como é fácil,
Para mim se já não dá.
Sei que é bom teu travo a tudo,
O que é mortal.
Já agora,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Mata-me outra vez!
Páro de andar,
Páro p'ra te ouvir.
Páro para ver se é bom p'ra mim.
Se é melhor so que uma vida,
Tão só e prenha de ninguém.
E vejo que é bom dizer,
Páro p'ra te ouvir.
Mas foi só,
Para ver,
Se o futuro é para nós.
Para quem tem o mesmo mal de,
Não saber amar.
Falo que,
Pensar em mim,
É cura e faz-me acordar.
Ou dormir.
Fala-me um pouco mais,
Era tão bom subir,
E dar o que eu nunca dei a nimguém.
Sei que é bom teu travo a tudo,
O que é mortal.
Já agora,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez.
Era tão bom direi,
Mata-me outra vez."
Ornatos Violeta
Sensibilidade ou premonição?
Assusto-me às vezes com a minha capacidade de adivinhação relativamente aos que me rodeiam...
domingo, março 30, 2008
Apetecia-me algo bom...
Porque nunca respondemos francamente à pergunta: "O que é que te apetece?"
Acabamos sempre por ter desejos dentro da circunstância, do conveniente, do aceitável e não censurável. Acabamos por dizer o que o outro quer ouvir.
Equacionando a vontade e à imagem e capacidade de quem nos questiona, a vontade real nem nunca chega a ser totalmente descodificada...
Imaginando que nos perguntam "O que é que te apetece?" e a resposta pura, dura e verdadeira é "Comer a/o tua/teu melhor amiga/o" ou "Matar alguém", não existe de todo estofo do lado receptor da mensagem para aceitar simplesmente uma resposta simples... por mais rebuscada que seja...
Temos pena. Seriamos muito mais criativos...
Acabamos sempre por ter desejos dentro da circunstância, do conveniente, do aceitável e não censurável. Acabamos por dizer o que o outro quer ouvir.
Equacionando a vontade e à imagem e capacidade de quem nos questiona, a vontade real nem nunca chega a ser totalmente descodificada...
Imaginando que nos perguntam "O que é que te apetece?" e a resposta pura, dura e verdadeira é "Comer a/o tua/teu melhor amiga/o" ou "Matar alguém", não existe de todo estofo do lado receptor da mensagem para aceitar simplesmente uma resposta simples... por mais rebuscada que seja...
Temos pena. Seriamos muito mais criativos...
quinta-feira, março 27, 2008
Dia Mundial do Teatro
Uma noite, na alvorada dos tempos, um grupo de homens juntou-se numa pedreira para se aquecer em volta de uma fogueira e para contar histórias.
De repente, um deles teve a ideia de se levantar e usar a sua sombra para ilustrar o seu conto.
Usando a luz das chamas ele fez aparecer nas paredes da pedreira, personagens maiores que o natural.
Deslumbrados, os outros reconheceram por sua vez o forte e o débil, o opressor e o oprimido, o deus e o mortal.
Actualmente, a luz dos projectores substituiu a original fogueira ao ar livre, e a maquinaria de cena, as paredes da pedreira.
Deslumbrados, os outros reconheceram por sua vez o forte e o débil, o opressor e o oprimido, o deus e o mortal.
Actualmente, a luz dos projectores substituiu a original fogueira ao ar livre, e a maquinaria de cena, as paredes da pedreira.
E com todo o respeito por certos puristas, esta fábula lembra-nos que a tecnologia está presente desde os primórdios do teatro e que não deve ser entendida como uma ameaça, mas sim como um elemento unificador.
A sobrevivência da arte teatral depende da sua capacidade de se reinventar abraçando novos instrumentos e novas linguagens.
Senão, como poderá o teatro continuar a ser testemunha das grandes questões da sua época e promover a compreensão entre povos
sem ter, em si mesmo, um espírito de abertura? Como poderá ele orgulhar-se de nos oferecer soluções para os problemas da intolerância, da exclusão e do racismo se, na sua própria prática, resistiu a toda a fusão e integração?
Para representar o mundo em toda a sua complexidade, o artista deve propor novas formas e ideias e confiar na inteligência do espectador, que é capaz de distinguir a silhueta da humanidade neste perpétuo jogo de luz e sombra.
É verdade que a brincar demasiado com o fogo, o homem corre o risco de se queimar, mas ganha igualmente a possibilidade de deslumbrar e iluminar."
A sobrevivência da arte teatral depende da sua capacidade de se reinventar abraçando novos instrumentos e novas linguagens.
Senão, como poderá o teatro continuar a ser testemunha das grandes questões da sua época e promover a compreensão entre povos
sem ter, em si mesmo, um espírito de abertura? Como poderá ele orgulhar-se de nos oferecer soluções para os problemas da intolerância, da exclusão e do racismo se, na sua própria prática, resistiu a toda a fusão e integração?
Para representar o mundo em toda a sua complexidade, o artista deve propor novas formas e ideias e confiar na inteligência do espectador, que é capaz de distinguir a silhueta da humanidade neste perpétuo jogo de luz e sombra.
É verdade que a brincar demasiado com o fogo, o homem corre o risco de se queimar, mas ganha igualmente a possibilidade de deslumbrar e iluminar."
Robert Lepage

terça-feira, março 25, 2008
'Cause girls just wanna have fun
Porque queremos apenas ser mais uma, queremos que o sexo seja único e descomprometido e porque não queremos ouvir "... ah e tal, porque não quero que sejas só mais uma..." bullshit!!!Deixem lá o machismo onde ele sempre esteve e usem e abusem... porque sermos só nós a fazê-lo está a começar a perder a graça!
Coisas da vida
Às vezes o desejo tem que ser contido... pode-se perder a oportunidade ou ganhar ainda mais vontade... Mas o que é terrivel é esta puta desta dúvida...
sábado, março 22, 2008
quarta-feira, março 19, 2008
Sinceridade VS Hipocrisia
Como é que se diz a alguém que não se quer aparecer com ela, que não se quer assumir nada, porque não existe nada, que não se gosta dela o suficiente para existir qualquer tipo de envolvimento emocional, que essa pessoa não tem nada para nos dar, que chega a ser vergonhosa tanta tacanhez junta, que não nos diz absolutamente nada, que o seu mundo é completamente paralelo e em nada comunga com o nosso... Ufa...
Como se diz a alguém que o único tempo que se quer passar com ela é a gozar a química que existe e mais nada para além disso, sem a magoar?
Puta da sinceridade apunhala-nos sempre!!!
Como se diz a alguém que o único tempo que se quer passar com ela é a gozar a química que existe e mais nada para além disso, sem a magoar?
Puta da sinceridade apunhala-nos sempre!!!
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