quarta-feira, novembro 11, 2009

E hoje sinto-me...

... como a chuva que cai. Pesada, fria, breve.
Sem esperança. Num processo de evaporação mais veloz que o próprio caminho percorrido até ao chão...

terça-feira, novembro 03, 2009

...

Não me digas para arranjar alguém que me dê devida atenção.
Eu não quero "arranjar" ninguém.
Nunca o farei.
As pessoas cruzam-se na minha vida, surgem, florescem... umas permanecem, outras murcham...
Mas tudo me acontece sem plano prévio, sem cálculo. E assim continuará.

Agora aconteceste tu.
E assim permanecerá enquanto durar.
Podem ser anos, meses ou dias... quem sabe horas até.
Mas és tu quem me faz sorrir, chorar e arrepiar a pele.
És tu que me apetece. Não como um capricho, mas como uma necessidade tão básica como respirar.

My precious...

O tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem.
O tempo responde ao tempo, que o tempo tem tanto tempo quanto o tempo tempo tem.

E tu? Aproveita-lo bem?

Ké frô?

E quando paramos para pensar e analisar friamente o para quê e porquê que continuamos a fazer coisas que, até nos sabem bem, nos fazem bem, mas nos trazem problemas e a resposta não nos surge isso é...

... pois.
Não sei.
Só sei que de momento o "parar" é verbo que não consta no meu dicionário.

Olhares

E por mais vãos e breves que os momentos sejam, acabam sempre por valer mais do que mil palavras...
Arrepias-me a alma com o teu olhar...

Porque alguma presunção também é necessária de vez em quando...

Past Cinderela by Marcos Sobral

...

Porque o controlo só obriga à necessidade de quebra de qualquer tipo de regra...

segunda-feira, outubro 26, 2009

Correndo o risco de perder um óptima oportunidade de ficar calada...

Tenho um nó no estômago.
A minha cabeça não pára de girar entre o dever e o querer.
Sinto-me num perigoso abismo entre o prazer e a dor...
Olhaste para mim como já há muito tempo ninguém me olhava.
Viste-me a alma e acariciaste-a com as duas mãos.
Roubaste-me o sossego e ofereceste-me o teu sorriso...
Faz-me falta o teu cheiro, os teus beijos, o teu respirar, o peso do teu corpo...
Quero parar de me controlar, de não poder sentir, de não poder dar e ter completamente!
Tenho saudades tuas e um medo terrível de me voltar a magoar.
Sinto tanta falta de me sentir completa, tranquila, amada.
Gosto de ti, de estar contigo, mas ao mesmo tempo sinto um medo terrível de te fazer mal...
Fazes-me sentir tão bem, que receio querer-te de mais.
Receio perder-te por não conseguir controlar o que quero mas não posso ter, nem sequer sentir....

Just

Pudesse eu beijar-te por dentro, ter a tua alma pousada sobre a minha... e quando nos levantássemos... cairíamos ambos, num suave mergulhar no tão desejado vazio...

domingo, outubro 25, 2009

Porque as palavras dos outros às vezes também são as minhas...

"...É em vão que se tenta dizer em que consiste aquela poderosa presente ausência que oprime e agarra. Nunca está onde está, mas sempre um pouco mais longe, noutro sítio.
Não são cores, imagens, sons, nem sequer a suave pele que me encantam. É o que está para além disso e que isso chama.
A beleza corre o permanente perigo de a qualquer momento se desfazer em nada. É, na verdade, por completo insustentável. Não se pode medir, calcular, torná-la obedientemente exacta. É impossível provar que existe.
Daí a urgência, o coração a bater na boca..."

Obrigada Pedro Paixão...

Cinderela por um dia...

Cinderela Lisbon power by Marcos Sobral

Just

E não mais do que de repente, dou por mim assustada com a ideia de poder ser obrigada a deixar de falar, a deixar de transmitir o que sinto e o que quero... Apercebi-me do quão depressa tudo isto se tornou num escape, numa fonte inesgotável de prazer e bem estar, numa permissão de sentimentos e emoções, numa liberdade sem jogos de simplesmente estar, dar, receber e sentir...

Um dia frio...

Mais um dia perfeito de Outono em que só apetece estar na cama.
Corpos nus, calor humano, beijos quentes, pele arrepiada, sentidos entorpecidos.

terça-feira, outubro 13, 2009

Coisas da vida

Quando se faz o melhor, inevitavelmente vem a consequência, mesmo que nunca se tenha pensado nisso.

Qual é o drama?

Juro que não percebo qual é o drama...

Saudades

Às vezes sinto a minha vida como um qualquer jogo de computador... a virtualidade invade-me numa negação inconsciente da realidade, na fuga da dor à ausência, à perda, ao vazio.

Sinto falta de quem já partiu e ainda cá devia estar.

domingo, outubro 11, 2009

Vontade de vomitar...

Será que sou a única a começar a ficar enjoada com a extremada e descontrolada euforia da JSD?

sábado, outubro 10, 2009

Beber ou não beber?

A lei seca afinal também dá ressaca!
Dói-me mais a cabeça e o corpo hoje do que em muitos outros dias em que me embebi em álcool...