domingo, janeiro 31, 2010

A tolerância ajudar-me-à por ventura a aceitar a rejeição.
A compreensão levar-me-à por certo a perceber que não me queres da mesma forma que te quero.

Apesar disso, magoa-me a falta de sentido de oportunidade, a falta de necessidade de arriscar, a incapacidade de optar por ir contra o que todos os outros acham ser certo fazer.
Incomoda-me a volatilidade de vontades.
Porque quando quero de verdade, quero e faço de tudo para ter. Planeio, proporciono, agarro a mais ínfima oportunidade, provoco-as até, se for necessário.
Faço a cama e depois... por falta de sei lá o quê, acabo por me deitar nela sozinha...

Quem espera sempre alcança, dizem por aí, mas isso só se não se desesperar primeiro.

28 e novas resoluções

Que os 28 me tragam mais paciência.
Mais consciência.
Mais amor próprio.
Mais motivação.

Para 2010 quero um carro, uma casa, acabar a faculdade e um namorado.
Se o namorado vier em primeiro lugar, ajudará por certo a ter mais ganas de alcançar os restantes objectivos!
Quero cuidar de mim e que cuidem de mim.

Just be happy ;)

28 anos no dia 28 de Janeiro




Foi bom!
Foi muito bom!
Obrigada a todos os que contribuíram para a minha felicidade!

quinta-feira, janeiro 21, 2010

5 anos de Cartas de Amor e de Ódio

Parabéns a mim...

Happy...

A alegria é uma coisa muito boa de se sentir, mas de facto não ensina nada.
Só aprendemos com o sofrimento, com a dor.

Bugg

Qual será a parte do meu cérebro que entra em colapso e recebe a informação toda trocada, quando me obrigo a fechar a boca?

Mas o quê??!?

Porque quando a seguir a um "Eu também" vem um "mas...", há algo dentro de mim que explode de raiva na frustrante constatação de que mais uma vez quero e preciso de mais do que aquilo que estão dispostos a dar...

Turn OFF

Não gostei do teu tom.
Está na hora de desligar o botão.

terça-feira, janeiro 19, 2010

Care...

Na vida, tudo faz mais sentido quando temos alguém para cuidar...
Porque afinal de contas é isso mesmo que também quero... alguém que cuide de mim...

Gosto...

Quero voltar aos tempos em que ainda éramos o centro do vosso mundo...

quinta-feira, janeiro 14, 2010

quarta-feira, dezembro 23, 2009

Boas festas?

Uau! É natal... Big deal...
Cá para estes lados o sentimento é de frustração, de vazio, de falta de algo que me dê vontade de voltar a sorrir francamente...
O pouco chega, mas o nada mata-me...
2010... ou isto muda ou enlouqueço de vez...

sábado, dezembro 19, 2009

POLICIAL 2 Chinesse Connection

Estreámos ontem no Pequeno Auditório do C.C.Olga do Cadaval.
Foi bom ver aquela plateia composta.
Obrigada!
Espero ver-vos na Casa de Teatro de Sintra a partir de dia 21 de Janeiro de 2010!

Casa de Teatro de Sintra
21 Janeiro a 14 Fevereiro
5ª a Domingo, 22H

Texto e Encenação | Nuno Vicente
Interpretação | Ana Beatriz Canelo | André Sobral | Carla Dias | Carla Guerreiro | Cláudia Faria | Maria Barracosa | Maria João Simões | Paulo Cintrão
Participação Especial | Carla Trindade | João Mais | Paulo Campos dos Reis
Produção | Rui Braz
Música Original e Sonoplastia | Bruno Béu
Desenho de Luz e Vídeo | Rui Braz
Guarda-Roupa, Cenário e Adereços | Nuno Teixeira | Nuno Vicente | Raquel Ferreira
Agradecimentos | João Frazão

segunda-feira, dezembro 14, 2009

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Não deixes para amanhã...

Irrita-me tanto a conversa do "Tem calma, não tenhas pressa, temos tempo..."...
Não não temos tempo! E tenho pressa sim, tenho muita pressa, tenho uma infindável urgência de resolver e fazer tudo quando sinto que tem que ser. E tem que ser logo, porque o depois, daqui a bocado ou amanhã, como já dizia a canção pode ser tarde de mais.
E é-o, quase sempre.
Principalmente nos dias de hoje, em que tudo muda numa fracção milionésima de segundo.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Addiction...

O teu silêncio mata-me. Devagar.
Vai-me asfixiando, enchendo-me a cabeça de mil e um panoramas inaceitáveis de rejeição, de fim e de confusão.
Onde andam as tuas palavras que são tudo o que me resta?
Porque se emudeceu a tua voz escrita na minha alma, a voz que me apazigua o espírito e me mantém lúcida no meio desta confusão de sentimentos?
O teu silêncio sufoca-me no meio de uma antecipação de qualquer coisa, num mau prenuncio.

Preciso das tuas palavras para voltar à tranquilidade.
Onde estão elas que não me chegam?

Porque quando as palavras são praticamente tudo o que nos é permitido ter, a sua ausência exaspera-me numa evidente dependência... as mãos gelam, o estômago tranca, os nervos ficam à flor da pele numa ansiedade incontrolável...
Devolve-me as tuas palavras, já que não posso ter a tua alma.

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Wanna be...

Tenho a minha cabeça num nó.
Apetece-me explodir. Rebentar. Mandar tudo á merda.
Começar do zero... seja lá que raio quer isso dizer...
Nada do que tenho, faço ou fiz me parece real... Sinto-me permanentemente entalada numa bolha de ilusão e falsa esperança que eu mesma criei e agora não consigo sair.
Descoro da família, do trabalho, da educação, da vocação, de mim...
Refugio-me na falsa ilusão de bem estar entre conhecidos e pseudo-amigos, entre brilhos e sons fugazes, entre gargalhadas e olhares toldados pelo fumo.
Wanna be a star.
Wanna be a writter.
Wanna be an actress.
Wanna be a producer.
Wanna be a jornalist.
Wanna be a public relations.
Wanna be a bartender.
Wanna be a sociologist.
Wanna be a model.
Wanna be a theatre director.
Wanna be all this... and for real... i'm nothing...
Sinto-me morta há mais de 2 anos.
Engano-me a mim mesma diariamente e lá vou conseguindo iludir o mundo.

Sempre e em tudo...

... quer queiramos, quer não, acabamos sempre por esperar algo de qualquer coisa ou situação, seja ela qual for.
E no meio dessa espera, dessa esperança, preparamos cada vez mais detalhadamente cada pormenor que não queremos deixar esquecer, cada minuto que queremos deixar prevalecer na recordação.
E apesar de andarmos constantemente numa dança solitária, de nós para nós mesmos, sobrevive sempre a vã esperança de que alguém nos tire para dançar.

E eu cá ando, como sempre, à espera...
... à espera dos outros, de trabalho, de receber, de realizar projectos, de ir ao médico, do amor.
às vezes tenho a certeza que já tive bem mais longe de desesperar!