sábado, abril 03, 2010

Just

Não posso negar que fiquei decepcionada com o conteúdo e com a intenção, mas ao mesmo tempo, e num turbilhão de sentimentos e sensações, o simples facto de te ter voltado à lembrança deixou-me um sorriso nos lábios.
É esta simplicidade que te peço...
A normal partilha e convivência, o caminho percorrido lado a lado daqueles de quem gostamos e chamamos amigos.

quarta-feira, março 10, 2010

Porquê?

As ausências justificam-se e até se aceitam quando se percebem...
Nada magoa mais, nada provoca mais sofrimento, tensão e ansiedade do que o desconhecimento, a ignorância, o não entendimento do porquê de uma súbita alteração de comportamento, de uma abrupta ausência e total rompimento...

As coisas mudam e assim também as vontades, nada mais natural, o que apetece hoje, amanhã enjoa, mas suplica-se apenas uma explicação, pelo menos em nome de um qualquer respeito outrora existente, não numa imposição de seja o que for, mas numa simples tentativa de compreensão para apaziguar uma alma que não tranquiliza enquanto não perceber onde se deu o erro....

segunda-feira, março 01, 2010

Angel, Angel, were are you?

Talvez seja da lua, da fase que estamos todos a atravessar, ou simplesmente de todas as alterações que se têm vindo a dar à minha volta neste mundo que é nosso... certo é que a minha capacidade de aceitação, compreensão e tolerância está cada vez maior, melhor, mas ao mesmo tempo absolutamente mais sensível...

Nesta altura de transição pessoal e universal, em que as metas, os objectivos e as necessidades ficam cada vez mais claras, continuo a sentir-me só.
Só e cada vez mais perturbada perante a incapacidade de manter os outros perto de mim, em mim, comigo.
Consome-me a ideia de falhar, de não estar à altura, de desiludir.
Sinto que às vezes a minha personalidade se perdeu sei lá onde e que o que arrasto por aí são apenas restos de algo que já foi e tenta desesperadamente continuar a ser.

Sinto falta de tantas coisas que nunca tive...
E desta insegurança nasce tanto medo, tanta tristeza, tanta carência...
I need to be safe...

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Be a part of...

Não gosto de deixar de fazer parte das coisas, muito menos das pessoas...

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Heart beat

É estranha a vibração que me percorre as entranhas, mini choques eléctricos que me despertam para a evolução de um qualquer sentimento, que ainda não sei definir bem...
Só sei que me estou a permitir gostar de ti, embora permaneça ciente de que nada poderá ser assim tão simples...
Eu quero que seja.
Quero que a simplicidade nos cerque e nos una.
Quero que a tranquilidade nos ampare e o brilho nos nossos olhos não se apague.
Esperarei.
Respeitarei.
Acompanharei.
Controlar-me-ei para não asfixiar com a minha sofreguidão aquilo que estamos a criar... cumplicidade, respeito, amizade, companheirismo...

Gosto de ti.

sábado, fevereiro 20, 2010

Direito a resposta....

Se sou pernóstica? Até posso ser de vez em quando, principalmente onde eu quero posso e mando, como o meu blog pessoal.
Lamento se isso afecta ou irrita alguém.
Pernósticamente abusando: Temos pena!

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Instintos

Nenhum de nós terá nunca noção do que somos realmente capazes de fazer até termos que lutar pela nossa sobrevivência...

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Com um brilhozinho nos olhos



E quando me sinto bem, as palavras desaparecem-me da mente...
And now, i just go with the flow...

sábado, fevereiro 06, 2010

True or False?

Mas porque raio é que as pessoas não são francas com elas próprias?
Protelam as coisas sem perceber que enganam os outros e os magoam.
A verdade e a sinceridade de nós para nós mesmos é tão fundamental como respirar. É nessa aceitação que reside o equilíbrio.

Estou cansada de se esmagada pelos subterfúgios dos outros... Preciso da verdade das coisas tanto quando das palavras ditas, escritas ou sonhadas...

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Clareza...

É confuso aquilo que sinto dentro.
Entre o desespero, o rejeição, a pena, a incompreensão, a carência...

Encontro-me não sei bem onde cansada de entregar o que me resta de vida em mãos de areia, que me sustêm no calor e me abandonam quando o vento chega...
Talvez seja eu o vento que não deixa o calor aquecer o suficiente... ainda não percebi.
Só percebo a dor que me apunha-la cada vez mais profundamente e dolorosamente.

Preciso das palavras para entender as emoções.
E a única coisa que rogo é que não mas digam em vão, como quem conforta situações, porque elas ecoam-me na alma indefinidamente e quase que me dotam à loucura por não se coadunarem com os actos e o que se desenlaça à minha frente...

Sinto-me obcecada pelo peso da significação de cada palavra... Este silêncio asfixia-me a alma, tolda-me o raciocínio, martiriza-me a calma...

Que venha a mim a clarividência dos gestos, das vontades, dos desejos e das necessidades.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Estou aqui...

O que é que eu faço a isto que sinto?
Como lido com este misto de angústia, alívio, pânico, incerteza, vontade, amor e temor?

A tua voz trémula e sofrida faz-me sangrar por dentro, por ti, pela dor que sentes, pelo desgosto que trazes no peito, pelo pavor do que te espera na incerteza da saudade, da ausência e da necessidade de manter o hábito.
Quero-te no meu colo, passar-te a mão pela cabeça, dizer-te que vai ficar tudo bem. Enxaguar-te as lágrimas, afagar-te a alma e tranquilizar-te o espírito.
Quero tirar-te a tristeza dos olhos, oferecer-te o meu sorriso, mesmo que não seja este que queiras ver.
Quero chorar contigo no silêncio das recordações, dos arrependimentos, das omissões...
Quero que saibas que apesar de te querer em mim em silêncio e há já algum tempo, mais poderoso e importante que esse desejo meu, é a necessidade que agora me invade de te voltar a ver sorrir, de arrancar pela raiz essa nuvem pesada que te carrega o semblante.

Estou aqui para ti. Como ser humano, como amiga, como ouvinte, como filtro para descarregares tudo o que te vai dentro, como recarregar de energias positivas...
Estou aqui. Simplesmente.

domingo, janeiro 31, 2010

A tolerância ajudar-me-à por ventura a aceitar a rejeição.
A compreensão levar-me-à por certo a perceber que não me queres da mesma forma que te quero.

Apesar disso, magoa-me a falta de sentido de oportunidade, a falta de necessidade de arriscar, a incapacidade de optar por ir contra o que todos os outros acham ser certo fazer.
Incomoda-me a volatilidade de vontades.
Porque quando quero de verdade, quero e faço de tudo para ter. Planeio, proporciono, agarro a mais ínfima oportunidade, provoco-as até, se for necessário.
Faço a cama e depois... por falta de sei lá o quê, acabo por me deitar nela sozinha...

Quem espera sempre alcança, dizem por aí, mas isso só se não se desesperar primeiro.

28 e novas resoluções

Que os 28 me tragam mais paciência.
Mais consciência.
Mais amor próprio.
Mais motivação.

Para 2010 quero um carro, uma casa, acabar a faculdade e um namorado.
Se o namorado vier em primeiro lugar, ajudará por certo a ter mais ganas de alcançar os restantes objectivos!
Quero cuidar de mim e que cuidem de mim.

Just be happy ;)

28 anos no dia 28 de Janeiro




Foi bom!
Foi muito bom!
Obrigada a todos os que contribuíram para a minha felicidade!

quinta-feira, janeiro 21, 2010

5 anos de Cartas de Amor e de Ódio

Parabéns a mim...

Happy...

A alegria é uma coisa muito boa de se sentir, mas de facto não ensina nada.
Só aprendemos com o sofrimento, com a dor.

Bugg

Qual será a parte do meu cérebro que entra em colapso e recebe a informação toda trocada, quando me obrigo a fechar a boca?

Mas o quê??!?

Porque quando a seguir a um "Eu também" vem um "mas...", há algo dentro de mim que explode de raiva na frustrante constatação de que mais uma vez quero e preciso de mais do que aquilo que estão dispostos a dar...

Turn OFF

Não gostei do teu tom.
Está na hora de desligar o botão.

terça-feira, janeiro 19, 2010

Care...

Na vida, tudo faz mais sentido quando temos alguém para cuidar...
Porque afinal de contas é isso mesmo que também quero... alguém que cuide de mim...

Gosto...

Quero voltar aos tempos em que ainda éramos o centro do vosso mundo...

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Memórias...

É só a mim que o som de uma avioneta distante num céu azul (apesar do frio de rachar) faz lembrar o verão??

Oa Maias

Raquel Cohen e Ega...
Brevemente!

If...

Serias o homem certo, se não estivesses ao lado da mulher errada...

quarta-feira, dezembro 23, 2009

Boas festas?

Uau! É natal... Big deal...
Cá para estes lados o sentimento é de frustração, de vazio, de falta de algo que me dê vontade de voltar a sorrir francamente...
O pouco chega, mas o nada mata-me...
2010... ou isto muda ou enlouqueço de vez...

sábado, dezembro 19, 2009

POLICIAL 2 Chinesse Connection

Estreámos ontem no Pequeno Auditório do C.C.Olga do Cadaval.
Foi bom ver aquela plateia composta.
Obrigada!
Espero ver-vos na Casa de Teatro de Sintra a partir de dia 21 de Janeiro de 2010!

Casa de Teatro de Sintra
21 Janeiro a 14 Fevereiro
5ª a Domingo, 22H

Texto e Encenação | Nuno Vicente
Interpretação | Ana Beatriz Canelo | André Sobral | Carla Dias | Carla Guerreiro | Cláudia Faria | Maria Barracosa | Maria João Simões | Paulo Cintrão
Participação Especial | Carla Trindade | João Mais | Paulo Campos dos Reis
Produção | Rui Braz
Música Original e Sonoplastia | Bruno Béu
Desenho de Luz e Vídeo | Rui Braz
Guarda-Roupa, Cenário e Adereços | Nuno Teixeira | Nuno Vicente | Raquel Ferreira
Agradecimentos | João Frazão

segunda-feira, dezembro 14, 2009

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Não deixes para amanhã...

Irrita-me tanto a conversa do "Tem calma, não tenhas pressa, temos tempo..."...
Não não temos tempo! E tenho pressa sim, tenho muita pressa, tenho uma infindável urgência de resolver e fazer tudo quando sinto que tem que ser. E tem que ser logo, porque o depois, daqui a bocado ou amanhã, como já dizia a canção pode ser tarde de mais.
E é-o, quase sempre.
Principalmente nos dias de hoje, em que tudo muda numa fracção milionésima de segundo.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Addiction...

O teu silêncio mata-me. Devagar.
Vai-me asfixiando, enchendo-me a cabeça de mil e um panoramas inaceitáveis de rejeição, de fim e de confusão.
Onde andam as tuas palavras que são tudo o que me resta?
Porque se emudeceu a tua voz escrita na minha alma, a voz que me apazigua o espírito e me mantém lúcida no meio desta confusão de sentimentos?
O teu silêncio sufoca-me no meio de uma antecipação de qualquer coisa, num mau prenuncio.

Preciso das tuas palavras para voltar à tranquilidade.
Onde estão elas que não me chegam?

Porque quando as palavras são praticamente tudo o que nos é permitido ter, a sua ausência exaspera-me numa evidente dependência... as mãos gelam, o estômago tranca, os nervos ficam à flor da pele numa ansiedade incontrolável...
Devolve-me as tuas palavras, já que não posso ter a tua alma.

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Wanna be...

Tenho a minha cabeça num nó.
Apetece-me explodir. Rebentar. Mandar tudo á merda.
Começar do zero... seja lá que raio quer isso dizer...
Nada do que tenho, faço ou fiz me parece real... Sinto-me permanentemente entalada numa bolha de ilusão e falsa esperança que eu mesma criei e agora não consigo sair.
Descoro da família, do trabalho, da educação, da vocação, de mim...
Refugio-me na falsa ilusão de bem estar entre conhecidos e pseudo-amigos, entre brilhos e sons fugazes, entre gargalhadas e olhares toldados pelo fumo.
Wanna be a star.
Wanna be a writter.
Wanna be an actress.
Wanna be a producer.
Wanna be a jornalist.
Wanna be a public relations.
Wanna be a bartender.
Wanna be a sociologist.
Wanna be a model.
Wanna be a theatre director.
Wanna be all this... and for real... i'm nothing...
Sinto-me morta há mais de 2 anos.
Engano-me a mim mesma diariamente e lá vou conseguindo iludir o mundo.

Sempre e em tudo...

... quer queiramos, quer não, acabamos sempre por esperar algo de qualquer coisa ou situação, seja ela qual for.
E no meio dessa espera, dessa esperança, preparamos cada vez mais detalhadamente cada pormenor que não queremos deixar esquecer, cada minuto que queremos deixar prevalecer na recordação.
E apesar de andarmos constantemente numa dança solitária, de nós para nós mesmos, sobrevive sempre a vã esperança de que alguém nos tire para dançar.

E eu cá ando, como sempre, à espera...
... à espera dos outros, de trabalho, de receber, de realizar projectos, de ir ao médico, do amor.
às vezes tenho a certeza que já tive bem mais longe de desesperar!

Risc me

Porque até mesmo a falsa esperança precisa de ser alimentada.
Mesmo quando sabemos que nada somos, significamos ou valemos, há que sentir algum alento ou vontade, por menos que seja.
Se não, de que vale o risco? De que vale a corda bamba sem a sedução, sem a manutenção e satisfação física do desejo?

Enquanto espero por ti...

De tanto querer, desisto de desistir.
Sofro uma espera que não sei se deixará alguma vez de a ser, mas o ímpeto não me permite deixar de esperar.

Quero!

... sentir o aproximar do teu corpo subtilmente ao meu.
Que me tapes os olhos e me prendas o corpo num abraço profundo, forte, intenso.
Que de olhos vendados me agarres a alma pelos pulsos.
Que me tomes num ímpeto seguro e firme de um desejo incontrolável e insaciável.
Sentir em cada gota de suor o trago a prazer.
Sentir em cada lágrima um oceano inteiro de plenitude e deleite...

Quero...

... o respirar suave a arrepiar-me a pele.
O beijo molhado a aquecer-me a alma.
A carícia subtil a transportar-me até ao infinito.
A fusão dos corpos na incsnsciência do tempo a deixar-me a flutuar sobre tudo o que pesa.

A simplicidade leva à leveza e transparência... potência a tesão e a vontade de te ter...


quarta-feira, novembro 25, 2009

E hoje sinto-me assim...

Cansada, saturada, insatisfeita, incompleta, frustrada, presa, bloqueada, irritada...
Agrilhoada a algo que não consigo perceber o quê...
Esgotada.
Cheia de nada.
Tudo quero, nada ambiciono, zero conquisto.
Esquizofrénica nas minhas vontades e desejos, volátil nos meus sentimentos, inconstante nas minhas certezas.
Incoeirente, susceptível...
Corpo abandonado pela alma.
Mente exilada de qualquer criatividade.
Vazia.
Sozinha.
Revoltada.

Odeio dias cinzentos...

terça-feira, novembro 24, 2009

Roam-se!!

Ontem depois de um maravilhoso concerto, e como somos umas meninas com uma estrela muito forte, fomos todos (apenas 20 escolhidos) até ao dressing room dos Massive Attack para beber umas e jogar matrecos com eles!
É assim a vida... Chata! Difícil!
Vá roam-se lá um bocadinho!

Horace Andy

Grant Marshall

Martina Topley Bird!!

sexta-feira, novembro 20, 2009

Amores e desamores

E do nada, surge um afecto (até então por mim totalmente desconhecido) apenas por ser alguém especial de/para alguém... Ora muito bem.
Obrigada.
Não deixa de ser estranho, mas obrigada.

Depois, e no calor da conversa e da recordação, surge um novo ódio de estimação... porque há sempre alguém que não gosta que voltes a ser adorada!

É que isto do universo tem muito que se lhe diga, e o equilíbrio é realmente fundamental!
Ganha-se um amigo, conquista-se um inimigo!

E siga a marinha!

Flagelação...

Ele há coisas que eu cá não consigo mesmo entender.
O que é que faz duas pessoas que quase se matam diariamente continuarem juntas, mesmo depois de toda a dor e sofrimento?

quarta-feira, novembro 11, 2009

E hoje sinto-me...

... como a chuva que cai. Pesada, fria, breve.
Sem esperança. Num processo de evaporação mais veloz que o próprio caminho percorrido até ao chão...

terça-feira, novembro 03, 2009

...

Não me digas para arranjar alguém que me dê devida atenção.
Eu não quero "arranjar" ninguém.
Nunca o farei.
As pessoas cruzam-se na minha vida, surgem, florescem... umas permanecem, outras murcham...
Mas tudo me acontece sem plano prévio, sem cálculo. E assim continuará.

Agora aconteceste tu.
E assim permanecerá enquanto durar.
Podem ser anos, meses ou dias... quem sabe horas até.
Mas és tu quem me faz sorrir, chorar e arrepiar a pele.
És tu que me apetece. Não como um capricho, mas como uma necessidade tão básica como respirar.

My precious...

O tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem.
O tempo responde ao tempo, que o tempo tem tanto tempo quanto o tempo tempo tem.

E tu? Aproveita-lo bem?

Ké frô?

E quando paramos para pensar e analisar friamente o para quê e porquê que continuamos a fazer coisas que, até nos sabem bem, nos fazem bem, mas nos trazem problemas e a resposta não nos surge isso é...

... pois.
Não sei.
Só sei que de momento o "parar" é verbo que não consta no meu dicionário.

Olhares

E por mais vãos e breves que os momentos sejam, acabam sempre por valer mais do que mil palavras...
Arrepias-me a alma com o teu olhar...

Porque alguma presunção também é necessária de vez em quando...

Past Cinderela by Marcos Sobral

...

Porque o controlo só obriga à necessidade de quebra de qualquer tipo de regra...

segunda-feira, outubro 26, 2009

Correndo o risco de perder um óptima oportunidade de ficar calada...

Tenho um nó no estômago.
A minha cabeça não pára de girar entre o dever e o querer.
Sinto-me num perigoso abismo entre o prazer e a dor...
Olhaste para mim como já há muito tempo ninguém me olhava.
Viste-me a alma e acariciaste-a com as duas mãos.
Roubaste-me o sossego e ofereceste-me o teu sorriso...
Faz-me falta o teu cheiro, os teus beijos, o teu respirar, o peso do teu corpo...
Quero parar de me controlar, de não poder sentir, de não poder dar e ter completamente!
Tenho saudades tuas e um medo terrível de me voltar a magoar.
Sinto tanta falta de me sentir completa, tranquila, amada.
Gosto de ti, de estar contigo, mas ao mesmo tempo sinto um medo terrível de te fazer mal...
Fazes-me sentir tão bem, que receio querer-te de mais.
Receio perder-te por não conseguir controlar o que quero mas não posso ter, nem sequer sentir....

Just

Pudesse eu beijar-te por dentro, ter a tua alma pousada sobre a minha... e quando nos levantássemos... cairíamos ambos, num suave mergulhar no tão desejado vazio...

domingo, outubro 25, 2009

Porque as palavras dos outros às vezes também são as minhas...

"...É em vão que se tenta dizer em que consiste aquela poderosa presente ausência que oprime e agarra. Nunca está onde está, mas sempre um pouco mais longe, noutro sítio.
Não são cores, imagens, sons, nem sequer a suave pele que me encantam. É o que está para além disso e que isso chama.
A beleza corre o permanente perigo de a qualquer momento se desfazer em nada. É, na verdade, por completo insustentável. Não se pode medir, calcular, torná-la obedientemente exacta. É impossível provar que existe.
Daí a urgência, o coração a bater na boca..."

Obrigada Pedro Paixão...

Cinderela por um dia...

Cinderela Lisbon power by Marcos Sobral

Just

E não mais do que de repente, dou por mim assustada com a ideia de poder ser obrigada a deixar de falar, a deixar de transmitir o que sinto e o que quero... Apercebi-me do quão depressa tudo isto se tornou num escape, numa fonte inesgotável de prazer e bem estar, numa permissão de sentimentos e emoções, numa liberdade sem jogos de simplesmente estar, dar, receber e sentir...

Um dia frio...

Mais um dia perfeito de Outono em que só apetece estar na cama.
Corpos nus, calor humano, beijos quentes, pele arrepiada, sentidos entorpecidos.

terça-feira, outubro 13, 2009

Coisas da vida

Quando se faz o melhor, inevitavelmente vem a consequência, mesmo que nunca se tenha pensado nisso.

Qual é o drama?

Juro que não percebo qual é o drama...

Saudades

Às vezes sinto a minha vida como um qualquer jogo de computador... a virtualidade invade-me numa negação inconsciente da realidade, na fuga da dor à ausência, à perda, ao vazio.

Sinto falta de quem já partiu e ainda cá devia estar.

domingo, outubro 11, 2009

Vontade de vomitar...

Será que sou a única a começar a ficar enjoada com a extremada e descontrolada euforia da JSD?

sábado, outubro 10, 2009

Beber ou não beber?

A lei seca afinal também dá ressaca!
Dói-me mais a cabeça e o corpo hoje do que em muitos outros dias em que me embebi em álcool...

De mim para ti.

Realmente só nas pequenas coisas é que vemos as grandes.
O simples facto de ter ido a um concerto, fez-me ver que a minha insistência não tinha qualquer sentido.
Não conseguiria nunca trazer-te para o meu mundo ou fundir o meu com o teu, és demasiado egocentrista e orgulhoso para isso.
A minha simplicidade faz-se de coisas boas, cultura, convivência, abertura de espírito, aprendizagem, descoberta, inovação, cumplicidade, amizade...
A tua complexidade revelou-se de um momento para o outro tão simples quanto a arrogância e a intolerância sabem ser.
Tentei ajudar, dar e partilhar o mais que pude e o melhor que soube.
A minha tarefa contigo está concluída.

Se levantares a cabeça e olhares à tua volta, talvez comeces a sorrir um pouco mais.

sexta-feira, outubro 09, 2009

Tolerância

É realmente difícil gerir grupos... isto de ser sociável e ter vários núcleos de amigos às vezes dá trabalho e confusão a mais...
Sou permanentemente obrigada a uma articulação meticulosa de amores, desamores, conflitos, químicas e afins entre os vários amigos e sub-grupos...

O que me chateia tremendamente.
Porque se vivemos em sociedade, temos que ser sociáveis, cordeais... temos que nos tolerar... accionar os filtros e desfrutar de tudo o que é bom... Irrita-me a mania de deixar o 1% de perturbação contagiar mortalmente os restantes 99%...

Enfim.

quarta-feira, outubro 07, 2009

Conselho para mim....

Porque tudo pode ser conquistado mas também tudo pode ser perdido, porque embora a nossa fragilidade seja eminente, possuímos uma força e uma resistência à nossa medida e para tudo há um tempo necessário...

Conselho para ti...

Não te deixes levar pelo teu egocentrismo sem limites... não te ponhas sempre em primeiro lugar... Porque aí, vais-te esquecer de dar um centésimo que seja de atenção a quem a sempre tem contigo...

Adoro o Outono...

... e estas noites que em tudo se assemelham a noites outonais de domingo.
À chegada do Outono, da chuva ainda amena e da suave trovoada, das temperaturas ainda suaves, junta-se involuntariamente uma exagerada dose de carência, de necessidade de atenção, carinho, presença... pequenos pormenores que fazem toda a diferença entre a depressão e a confortável sensação de prazer.
Um filme qualquer, um jantar aconchegante, um calmo adormecer nos braços quentes de alguém...

Ai o Outono....

Pontaria...

Há 3 milhões de homens no mundo...
Qualquer um me poderia querer e eu até podia querê-los a todos... mas não.
Só quero quem não me quer... Irónico, não?

Dar ou tirar?

Amor ou luxúria?

Pormenores

Porque o ideal de perfeição é nem sequer intelectualizar ou pensar no assunto.
É giga joga, toma põe, vamos embora! Já está? Obrigada! Até à próxima!

A merda é que já não tenho 16 anos.
Preciso cada vez mais do antes e do depois.
Por menos que seja, que seja algo.

Pequenas diferenças...

Ao que chamas chata eu chamo intensa.
Ao que chamas pressão, eu chamo paixão.
Ao que chamas complicada, eu chamo densa.
Ao que chamas depressa de mais, eu chamo entrega total.
Ao que chamas sufocação, eu chamo dedicação.
Ao que chamas deixar andar, eu chamo deixar morrer.
Ao que chamas estranha, eu chamo a trancar o coração por falta de interesse mútuo.

sábado, outubro 03, 2009

Evidente, não?

Exactamente pela volatilidade da vida, pela importância extrema que tudo e qualquer coisa pode adquirir, bem como deixar de a ter num piscar de olhos, pela forma como tudo aparece e desaparece numa fracção de segundos... that´s why nada pode ficar nunca por dizer.
É que o depois pode já ser tarde, e aí... já não há nada a fazer.

Recado passado e futuro

No dia em que não me quiseste mais, devias ter-mo dito e não permitido que eu o percebesse...

Que não se repita.

Assustador

Depois, entristece-me constatar que não há quem aceite o que tenho para dar...
Puro e duro.
Real.
A fuga é sempre mais eficaz do que o risco de aceitar receber sentimentos e sensações genuínas...
Anda tudo com medo de sentir... parece-me preocupante.

Sim ou sopas!

Não me basta menos do que tive ao início. Se não existe capacidade para tal, não me vou permitir sentir mais qualquer tipo de amor. Virarei a página, recusarei o limbo.

Não me apetece o "talvez", o "quem sabe", o "vamos ver".
Estou cansada de fugas.
Ou há feedback, empatia, vontade, saudade, necessidade, tesão, ou não há.
Simplesmente. Sem meios termos.

domingo, setembro 27, 2009

Pronto, um já está...

Estou tão zombie que demorei algum tempo a encontrar o símbolo correspondente ao BE no boletim de voto.
Automaticamente o sangue subiu-me à cabeça e as minhas faces rosaram.
Ali, fechada no meu compartimento, sem olhares indiscretos na minha direcção, senti-me envergonhada por não ser rápida e eficaz no escrevinhar da cruz que manifesta o meu voto.
É que até parece mal, afinal se há coisa que sou é bem resolvida nos meus ideais políticos, e com tal demora - que nem foi assim tanto, mas aquele minuto a mim pareceu-me uma eternidade - até podiam pensar que estava a fazer pim-pam-pum...
Deve ter sido do choque de ter voltado a caminhar pelos pátios, corredores e salas da minha escola secundária, onde fui tão feliz e tão miserável, onde tive tantas certezas e dúvidas e onde curiosamente nunca me apaixonei...


E no depois...

... apenas uma grande dor de cabeça!

Tenho que ir votar!

sexta-feira, setembro 25, 2009

AMANHÃ! A NÃO PERDER! REENTRÉ EM SINTRA


FLOWER POWER
EQUINÓCIO DE OUTONO
Sábado, 26 de Setembro
Antigo Ginásio do Sport União Sintrense
Estefânia de Sintra - rua sem trânsito

A partir das 15H as portas estarão abertas ao público e a entrada será livre para visitar, conhecer e partilhar variado e alternativo artesanato, produtos biológicos, oficinas, animação infantil, massagens, terapias e exposições.

Pelas 16H30 entram em cena o Grupo de Teatro Alternativo com a peça de Teatro Infantil "Nasredin" Entradas já disponíveis (entre 3 e 5 flores)

Às 22h30 sobem ao palco os tão acarinhados e talentosos Kalonga and the Riddim Farmers
Entradas já disponíveis (5 flores)
Bilhetes à venda no Restaurante Culto da Tasca: 219234256 * Rua Veiga da Cunha, nº6 - 2710 Sintra

segunda-feira, setembro 21, 2009

Abre a pestana, tana!

Estas últimas duas semanas têm sido recheadas de incidentes a nível de saúde aqui com moi meme... Primeiro o ouvido, depois o estômago, depois os dentes e algunas cositas más...
Chateia, é claro que chateia... incomoda e dói mais ainda... mas acima de tudo, mexe comigo. Obriga-me a ver que o meu corpo é isso mesmo, um corpo...
Obriga-me a perceber que só tenho este e mais nenhum...
Obriga-me a sentir que tenho sido completamente negligente comigo mesma...
É triste mas é verdade... "Casa assaltada trancas na porta", já lá dizia o outro...
E ao mesmo tempo a certeza de que passado o efeito do susto, e quase inconscientemente, tudo voltará a mesma merda de sempre... até uma próxima paragem forçada nas boxes... ou não!


... Quase nada

Odeio esta sensação pós-perda de indiferença total...

De mim para ti...

... e se ainda me são permitidos quaisquer conselhos...
Tens que ter mais a certeza das coisas que fazem parte da tua vida.
Esse constante "Sei lá..." neste mundo onde as nossas certezas são o que nos resta, a incerteza advinda da pura e simples preguiça de pensar sobre as coisas pode transformar-se numa poderosa arma contra ti mesmo...


segunda-feira, setembro 14, 2009

Votar ou não votar...

Votar sim. Sempre, seja pela vontade, necessidade ou utilidade.
No caso das próximas legislativas e autárquicas, parece-me que anda tudo um pouco baralhado ou até desligado...
O "voto útil" significou sempre, não a escolha a favor do que verdadeiramente se quer, mas a escolha contra o que verdadeiramente não se deseja, e apesar de poder ser inútil perante a satisfação dos nossos desejos e de poder até ser visto como uma ligeira forma de chantagem, quer-me cá parecer que nas duas eleições que se aproximam as alternativas escasseiam...

Para quem se sente verdadeiramente baralhado, fica a sugestão: www.bussolaeleitoral.pt... Pode ser que vos ajude um pouco mais a definir prioridades e a perceber de que lado estão afinal, no meio de uma política naturalmente confusa de de ténues barreiras entre si...


domingo, setembro 13, 2009

Why do I always need to know why?

Eu só quero saber o porquê.
Preciso que me digam o porquê das coisas.
Que me digam essencialmente o que eu não sou capaz de ver. Ou que vejo erradamente porque vejo através dos meus olhos e não através dos olhos dos outros.
Transtorna-me profundamente não saber o porquê de seja o que for que acontece na minha vida.
Viciada em informação? Talvez.
Viciada em não atrofiar? Com certeza! Já sofro o suficiente para ainda acrescentar a isso o facto de não saber o porquê das coisas e ficar no limbo das suposições e das incertezas.
Esclareçam-me. Sempre. É tudo o que peço.
Para o bem da minha sanidade mental...

sexta-feira, setembro 11, 2009

Cansada pra caraças!

Como é que se abdica de algo que se quer muito?
Tou farta de sofrer!!!!!!!
Farta que me tirem o lolipop....




Seu Jorge - Cuidar de Mim

quarta-feira, setembro 09, 2009

Keep going...

Continuo a sorrir, a levar a vida, a ser feliz a maior parte do tempo, a não entrar em depressão profunda e tal, porque afinal de contas eu sou mais eu...
Mas fdx! Dói para caralho ser rejeitada...

Que me perdoem os sensíveis a linguagem explicitamente ordinária, mas tem que ser, se não o sentido do que sinto é alterado...

domingo, setembro 06, 2009

Avante...

Porque tudo o que é bom, definitivamente acaba depressa, ou rapidamente se transforma nalgo não tão extraordinário como isso... há por isso que aproveitar cada vão momento e definitivamente não deixar rigorosamente por fazer, dizer, muito menos sentir!

Não me arrependo por isso de acreditar, apostar e perder.
Pelo menos enquanto ganho a pele brilha e respira felicidade, o coração transborda amor e a química só atrai coisas boas...

Quando o brilho se vai... bom, restam os restos, mas fazer o quê? Os meus fragmentos mesmo assim ainda conseguem ser melhores do que muitos inteiros que por aí andam...

Avante!

sexta-feira, setembro 04, 2009

Pronto... só podia!

Você é idealista, como Carrie A narradora da série é idealista. Isso quer dizer que tem uma mente fantasiosa e sonhadora como os idealistas que fizeram a História. Mulheres idealistas estiveram à frente do movimento feminista, reivindicando maior liberdade e igualdade entre os sexos. Idealistas projetam qualidades nos homens amados que eles, geralmente, não têm. Por isso, sofrem. Porém, quando acertam, ganham na loteria: a fusão de corpo e alma, dificilmente atingida pelos outros três tipos. Idealistas são poetas das relações; sabem fazer de cada encontro um momento mágico. O percentual de idealistas é pequeno: varia de 12% a 15%. .

terça-feira, agosto 25, 2009

Pormenores

E o que é certo é que nenhum detalhe é demasiado insignificante para se tomar nota dele.

Mais...

Já o Chuck Palahniuk dizia:
"...Conseguiremos alguma vez ter o suficiente ou será que conseguirmos algum nos fará ansiar por mais?
Estas coisas são de facto melhores do que aquelas que eu já tenho? Ou estou apenas treinado para não estar satisfeito com o que tenho agora? (...) Seja o que for que o futuro nos reserve, no fim acabará sempre por ser uam desilusão."

O que é certo é que quanto mais te tenho em mim mais te quero!

segunda-feira, agosto 24, 2009

Amar de mais...

E assim passo a vida inteira a sofrer desilusões, a sofrer por amar demais, por me amarem de menos. Por não me aceitarem. Por não me quererem...
Morro e renasço de cada vez que me permito amar.

Mais forte a cada reacendimento das cinzas? Não sei.
Mais seca e insensível? Com certeza!

Simples

Dá-me a mão antes que eu caia....

Tua??

Juro que dou por mim a pensar que raio é que me leva a confiar cegamente num a pessoa que não conheço?
Logo eu, a rainha do racional, do pé atrás, dou por mim completamente entregue ao desconhecido...
O que é que me é tão subtilmente transmitido que me permite baixar a guarda e entregar-me totalmente numa devoção absoluta?
É que é assustadora a entrega... é total.
Corpo, alma, mente...

Certeira ou erradamente?

É que depois lá se vai a confiança e as perguntas desassossegam-me! "Será que estou a ler tudo certo, na fidelidade da realidade? Será que o pique é o mesmo? Ou já distorço tudo segundo a minha vontade e se me tolda a noção?"

Totalmente!

O cúmulo da frustração alcança-se quando já nem os flirt´s funcionam...

Do you wanna be my boy?

Ode ao meu amor... seja ele quem for!



Sheryl Crow - "Are You Strong Enough" live

Abordagens estranhas....

Chega, sorridente e diz confiante:
"Sabes, uma vez tive uma namorada... Em 1975 tive uma namorada......"
Do nada a confiança esfumaça-se no ar e ele vira costas cabisbaixo, desaparecendo no meio da multidão...

Esta foi a conversa que alguém teve comigo ao balcão do BBC...

domingo, agosto 23, 2009

Iô-iô

Porque quando só se gosta às vezes e conforme as situações, torna-se complicado perceber como controlar o nível de confiança...

sexta-feira, agosto 21, 2009

Há momentos felizes!

Apesar das férias saberem sempre a pouco, de acontecerem sempre mil e uma coisas que poderiam ter acontecido de outra forma, e de ficar sempre aquela sensação de insatisfação e imperfeição, estes dias em Sagres valeram pura e simplesmente pela empatia, ligação e simplicidade que as novas amizades me trouxeram...
Do nada surgiu o muito.
Do desconhecimento a identificação.
Da diferença a simbiose.
Obrigada a todos os que me permitiram ser feliz nestes dias de fuga da realidade!

sábado, agosto 08, 2009

sexta-feira, agosto 07, 2009

Just be...

A aceitação dos outros tal qual como eles são é uma árdua, ou até talvez mesmo impossível tarefa.
Aceitar significa efectivamente receber, acolher, aprovar tudo o que o outro é. Nos seus defeitos e virtudes, sem cair na fácil tentação de manipular, alterar ou sugestionar qualquer modificação que para nós nos pareça a mais adequada ou certa.

É ainda mais difícil para os outros aceitarem que não nos incomodamos com nada porque efectivamente gostamos do outro no seu mais puro estado de ser...
Vigora a eterna imposição do que é certo e errado, do que pode e não pode, do que deve e não deve.

As coisas são como são, assim como as pessoas.
Nada é igual ao anterior, ao outro, ou a nós mesmos...
Nem nós somos iguais dia após dia quanto mais!

Irrita-me a mania de formatar e reduzir tudo a uma qualquer coisa, que ainda não percebi muito bem o que é, mas que chamam de normalidade.
Normal para quem? Em que contexto?

Normal... normal é sermos tal qual como somos, sem máscaras.

terça-feira, agosto 04, 2009

...

Não te recordas das palavras porque elas não existem.
Não fazem sentido suficiente em ti para te lembrar do que elas te fizeram outrora sentir...

simplicidade?

Porque é que a simplicidade consegue baralhar e amedrontar tanta gente?

Assusta assim tanto um gosto de ti, quero estar contigo?
FDX!

Das três, uma: ou anda tudo traumatizado e ninguém se está para envolver, ou não tenho sorte nenhuma com as pessoas por quem me permito envolver, ou quem me deitou esta porra deste mau olhado deve andar a dar pulinhos de alegria!

Raios partam!
E eu que só quero simplesmente ser feliz porra!